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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Sunday, May 22, 2022

EN — LARRY ROMANOFF — Chinese and American Mobile Phone Systems — May 21, 2022

 

 

Chinese and American Mobile Phone Systems

By Larry Romanoff, May 21, 2022

 

 

 

At the risk of appearing to be a shill, I think it is safe to say that China arguably has the best mobile phone service in the world, certainly second to none, while the US and Canada have arguably the worst, surely the most fragmented and dysfunctional, and certainly the most expensive. Let's look at some details.

 

I'm uncertain about the US but, so far as I am aware, in Canada and many European countries, mobile phones can be purchased only from a telecom company, one of the more clever but clearly anti-social provisions in Western communications legislation. This gives the phone companies a truly 'captive market' in that, if you want a particular phone, you have no choice but to submit to all that company's policies and to pay their demanded prices. A major difference in the communications landscape is that Chinese phone companies do not have a monopoly on the sale of mobile phones and are in fact minority sellers.

 

Monday, June 1, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra



A Arte da Guerra 
 5G, novo campo da corrida aos armamentos 

Manlio Dinucci






Na base aérea de Nellis, no Nevada - anuncia o Pentágono - começará em Julho, a construção de uma rede experimental 5G que ficará operacional em Janeiro de 2021. Nesta base ocorreu, no passado mês de Março, o Red Flag, - o exercício aéreo mais importante dos Estados Unidos - com a presença de forças alemãs, espanholas e italianas. Estas últimas também incluiam caças F-35 que - comunica a Força Aérea – foram “integradas com os melhores activos da aviação americana”, de modo a “aproveitar ao máximo o potencial dos aviões e dos sistemas de armas fornecidos”, compreendendo, seguramente as armas nucleares.

No Red Flag 2021, provavelmente já estarão em funções para serem testadas num ambiente real, as redes móveis 5G formadas por torres que podem ser montadas e desmontadas em menos de uma hora para serem transferidas rapidamente, de acordo com as operações em curso. A base de Nellis é a quinta seleccionada pelo Pentágono para testar o uso militar da 5G: as outras encontram-se no Utah, na Geórgia, na Califórnia e em Washington.

Um documento do Serviço de Pesquisa do Congresso (National Security Implications of Fifth Generation 5G Mobile Technologies, de 22 de Maio de 2020) explica que esta tecnologia de transmissão de dados móveis, da quinta geração, pode ter “inúmeras aplicações militares”. Uma delas diz respeito a “veículos militares autónomos”, ou seja, veículos robóticos aéreos, terrestres e navais, capazes de realizar missões de ataque autonomamente, sem sequer serem pilotados à distância.

Este processo requer o armazenamento e processamento de uma enorme quantidade de dados que não podem ser executados só a bordo do veículo autónomo. A tecnologia 5G permitirá que este tipo de veículo use um sistema externo de armazenamento e processamento de dados, semelhante ao Cloud actual  para armazenagem de arquivos pessoais. Este sistema pode possibilitar “novos conceitos operacionais militares”, como o do “enxame” no qual cada veículo se liga automaticamente aos outros para realizar a missão (por exemplo, de ataque aéreo a uma cidade ou de ataque naval a um porto).

A 5G permitirá fortalecer todo o sistema de comando e controlo das forças armadas dos Estados Unidos à escala mundial: actualmente - explica o documento - usa comunicações via satélite, mas, devido à distância, o sinal leva algum tempo a chegar, causando atrasos na execução de operações militares. Esses atrasos serão praticamente eliminados pela 5G. O mesmo terá um papel decisivo, em particular no uso de armas hipersónicas que, também equipadas com ogivas nucleares, viajam a velocidades superiores a 10 vezes superiores à do som.  

A 5G também será extremamente importante para os serviços secretos, tornando possível sistemas de controlo e espionagem muito mais eficientes do que os actuais. “A 5G é vital para manter as vantagens económicas e militares da América”, salienta o Pentágono. Particularmente vantajoso é o facto da “tecnologia 5G emergente, disponível comercialmente, oferecer ao Departamento de Defesa a oportunidade de usufruir este sistema a custos mais baixos para as suas exigências operacionais”. Por outras palavras, a rede comercial 5G, criada por empresas privadas, é usada pelos militares dos Estados Unidos com um custo muito menor do que seria necessário se a rede fosse construída apenas para fins militares. O mesmo também acontece noutros países.

Compreende-se, portanto, que o contencioso sobre a 5G, em particular entre os Estados Unidos e a China, não faz parte só da guerra comercial. A tecnologia 5G cria um novo campo de corrida aos armamentos, que acontece não tanto no plano quantitativo, mas no qualitativo. Esta realidade é silenciada pela comunicação mediática e amplamente ignorada até pelos críticos desta tecnologia, que concentram a sua atenção nos possíveis efeitos nocivos à saúde.

Implicação de grande importância, que deve ser combinada ao uso militar desta tecnologia, financiada sem o conhecimento dos usuários comuns dos telefones móveis da quinta geração.

Manlio Dinucci

il manifesto, 01 de Junho de 2020




IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della Guerra -- 5G, nuovo campo della corsa agli armamenti



L’Arte della guerra

 5G, nuovo campo della corsa agli armamenti   

Manlio Dinucci






Alla base aerea Nellis in Nevada – annuncia il Pentagono – inizierà in luglio la costruzione di una rete sperimentale 5G, che diverrà operativa nel gennaio 2021. In questa base si è svolta lo scorso marzo la Red Flag, la più importante esercitazione aerea degli Stati uniti, cui hanno partecipato forze tedesche, spagnole e italiane.  Queste ultime erano composte anche da caccia F-35 che – comunica l’Aeronautica militare –  sono stati  «integrati con i migliori assetti dell'aviazione americana» così da «sfruttare al massimo le potenzialità dei velivoli e dei sistemi d'arma in dotazione», compresi sicuramente quelli nucleari.

Alla Red Flag del 2021 saranno già probabilmente in funzione, per essere testate in un ambiente reale, reti mobili 5G formate da torri montabili e smontabili in meno di un’ora per essere rapidamente trasferite a seconda dell’operazione in corso.

La base Nellis è la quinta selezionata dal Pentagono per sperimentare l’uso militare del 5G: le altre si trovano nello Utah, in Georgia, in California e nello stato di Washington.

Un documento del Servizio di ricerca del Congresso (National Security Implications of Fifth Generation 5G Mobile Technologies, 22 maggio 2020) spiega che questa tecnologia di quinta generazione della trasmissione mobile di dati può avere «numerose applicazioni militari». Una di queste riguarda i «veicoli militari autonomi», ossia i veicoli robotici aerei, terrestri e navali in grado di effettuare autonomamente le missioni di attacco senza neppure essere pilotati a distanza. 

Ciò richiede l’archiviazione e l’elaborazione di una enorme mole di dati che non possono essere effettuate unicamente a bordo del veicolo autonomo. Il 5G permetterà a questo tipo di veicolo di usare un sistema esterno di archiviazione ed elaborazione dati, analogo all’odierno Cloud per l’archiviazione personale di file. Tale sistema può rendere possibili «nuovi concetti operativi militari», come quello dello «sciame» in cui ciascun veicolo si collega automaticamente agli altri per effettuare la missione (ad esempio di attacco aereo a una città o attacco navale a un porto).  

Il 5G permetterà di potenziare l’intero sistema di comando e controllo delle forze armate statunitensi su scala mondiale: attualmente – spiega il documento – esso usa le comunicazioni satellitari ma, a causa della distanza, il segnale impiega un certo tempo per arrivare, causando ritardi nell’esecuzione delle operazioni militari. Tali ritardi saranno praticamente eliminati dal 5G. Esso avrà un ruolo determinante in particolare nell’uso delle armi ipersoniche le quali, dotate anche di testate nucleari, viaggiano a velocità superiore a 10 volte quella del suono.  

Estremamente importante sarà il 5G anche per i servizi segreti, rendendo possibili sistemi di controllo e spionaggio molto più efficaci di quelli attuali. «Il 5G è vitale per mantenere i vantaggi militari ed economici dell’America», sottolinea il Pentagono.   Particolarmente vantaggioso è il fatto che «l’emergente tecnologia 5G, commercialmente disponibile, offre al Dipartimento della Difesa l’opportunità di usufruire a costi minori di  tale sistema per le proprie esigenze operative». In altre parole, la rete commerciale del 5G, realizzata da società private, viene usata dalle forze armate statunitensi con una spesa molto più bassa di quella che sarebbe necessaria se la rete fosse realizzata unicamente a scopo militare. Ciò avviene anche in altri paesi.

Si capisce quindi che il contenzioso sul 5G, in particolare fra Stati uniti e Cina, non fa parte solo della guerra commerciale. Il 5G crea un nuovo campo della corsa agli armamenti, che si svolge non tanto sul piano quantitativo ma su quello qualitativo. Ciò viene taciuto dai media e largamente ignorato anche dai critici di tale tecnologia, che concentrano la loro attenzione  sui possibili effetti nocivi per la salute. 


Impegno questo di grande importanza, che deve però essere unito a quello contro l’uso militare di tale tecnologia, finanziato inconsapevolmente dai comuni utenti dei cellulari di quinta generazione. 
Manlio Dinucci

il manifesto, 02 maggio 2020





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