The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
“O distanciamento social chegou para ficar muito mais do que algumas semanas. Num certo sentido, irá perturbar o nosso modo de vida para sempre”: anunciaram os pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, uma das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos (MIT Technology Review, We’re not goingback to normal, 17 March 2020).
Citam o relatório apresentado pelos pesquisadores do Imperial College London, segundo o qual o distanciamento social deve tornar-se uma norma constante e ser reduzido ou intensificado, de acordo com o número de pacientes hospitalizados pelo vírus, nas unidades de terapia intensiva. O modelo elaborado por estes e por outros pesquisadores não diz respeito só às medidas a ser tomadas contra o coronavírus. Torna-se num modelo social, real e preciso, do qual já se preparam os procedimentos e os instrumentos que os governos deverão impor como lei.
Os dois gigantes da Informática, Apple e Google, até agora rivais, associaram-se para inserir biliões de sistemas móveis para iPhone e Android, em todo o mundo, num programa de “seguimento de contactos” que avisa os clientes se alguém infectado com o vírus se está a aproximar deles. As duas empresas garantem que o programa “respeitará a transparência e a privacidade dos utentes”.
Um sistema de rastreio ainda mais eficaz é o dos “certificados digitais”, nos quais estão a trabalhar duas universidades americanas, a Rice University e o MIT, apoiadas pela Bill & Melinda Gates Foundation, a fundação americana criada por Bill Gates, fundador da Microsoft, a segunda pessoa mais rica do mundo na classificação da revista Forbes. Ele anunciou-o publicamente, respondendo a um empresário que lhe perguntou como retomar as actividades de produção, mantendo o distanciamento social:
A invenção desta tecnologia foi encomendada e financiada pela Fundação Gates, que declara querer usá-la nas vacinas para crianças,principalmente nos países em desenvolvimento. Também poderia ser usada numa vacinação à escala global contra o coronavírus.
Este é o futuro “modo de vida” que nos é anunciado: o distanciamento social com estrutura variável sempre em vigor, o medo constante de ser abordado por um infectado pelo vírus sinalizado por um toque do nosso telemóvel, o controlo permanente pelo “código de barras” implantado no nosso corpo. Seria, essencialmente, uma extensão dos sistemas militares com os quais se podem seguir e acertar nos “alvos” humanos.
Sem subestimar o perigo do coronavírus - seja qual for a sua origem - e a necessidade de medidas para impedir a sua propagação, não podemos deixar nas mãos dos cientistas do MIT e da Fundação Gates a decisão de qual deve ser o nosso modo de vida. Também não podemos parar de pensar e fazer perguntas. Por exemplo:
É muito grave que o número de mortes devido ao coronavírus, na Europa, seja actualmente, quase 97.000, mas que medidas devem ser tomadas em proporção, contra as partículas finas,as PM2,5, que – segundo os dados oficiais da European Environment Agency (Airquality in Europe – 2019 report)– provocam, a cada ano, na Europa, a morte prematura de mais de 400.000 pessoas?
Manlio Dinucci
il manifesto, 20 de Abril de 2020 (1) - Comentário recebido:
Estes chips, pontos ou códigos de barras podem ser usados para qualquer fim. Além de rastrear a localização e identificar todas as pessoas, são promovidos como uma forma de fazer compras, deduzindo automaticamente das nossas contas bancárias. Mas se puderem fazê-lo, também poderão impedir-nos de comprar, bloqueando as nossas contas e compras bancárias. Estas funções não podem ser controladas pelo chip, mas pela programação que executa o sistema.
Além de que, todos os automóveis novos, pelo menos os americanos, possuem agora chips que podem ser controlados remotamente. Dizem que é feito por razões de segurança, mas, de facto, não existe protecção. Significa que as autoridades podem desactivar o automóvel de qualquer pessoa em qualquer momento, ou travar, e ninguém poderá saber o que aconteceu. Isto é a realidade. Já está a ser feito. E se as pessoas quiserem reunir-se em qualquer lugar para realizar uma manifestação pública, as autoridades poderão, simplesmente, desactivar todos os automóveis, telemóveis e desligar os chips, e as pessoas ficarão isoladas e desamparadas. Há muito perigo nestes chips e ninguém está ciente do mesmo. Estamos a caminhar para tempos problemáticos.
«Il distanziamento sociale è qui per rimanere molto più di qualche settimana. Stravolgerà il nostro modo di vivere, in un certo senso per sempre»: lo hanno annunciato i ricercatori del Massachusetts Institute of Technology, una delle più prestigiose università statunitensi (MIT Technology Review,We’re not going back to normal, 17 marzo 2020).
Essi citano il rapporto presentato dai ricercatori dell’Imperial College London, secondo cui il distanziamento sociale dovrebbe divenire una norma costante ed essere allentato o intensificato a seconda del numero di ricoverati per il virus nei reparti di terapia intensiva. Il modello elaborato da questi e altri ricercatori non riguarda solo le misure da prendere contro il coronavirus. Esso diviene un vero e proprio modello sociale, di cui già si preparano le procedure e gli strumenti che i governi dovrebbero imporre per legge.
I due giganti statunitensi dell’informatica Applee Google, finora rivali, si sono associati per inserire nei sistemi operativi di miliardi di cellulari iPhone e Android, in tutto il mondo, un programma di «tracciamento dei contatti» che avverte gli utenti se qualche infettato dal virus si sta avvicinando a loro. Le due società garantiscono che il programma «rispetterà la trasparenza e la privacy degli utenti».
Un sistema di tracciamento ancora più efficace è quello dei «certificati digitali», a cui stanno lavorando due università statunitensi, la Rice University e il MIT, sostenute dalla Bill & Melinda Gates Foundation, la fondazione statunitense creata da Bill Gates, fondatore della Microsoft, la seconda persona più ricca del mondo nella classifica della rivista Forbes. Lo ha annunciato lui stesso pubblicamente, rispondendo a un imprenditore che gli chiedeva come poter riprendere le attività produttive mantenendo il distanziamento sociale:
Il certificato digitale di cui parla Gates non è l’attuale tessera sanitaria elettronica. La Rice University ha annunciato nel dicembre 2019 l’invenzione di punti quantici a base di rame che, iniettati nel corpo insieme al vaccino, «divengono qualcosa come un tatuaggio con codice a barre, che può essere letto con uno smartphome personalizzato» (Rice University, Quantum-dot tattoos hold vaccination record, 18 Decembre 2019).
L’invenzione di questa tecnologia è stata commissionata e finanziata dalla Fondazione Gates,che dichiara di volerla usare nelle vaccinazioni dei bambiniprincipalmente nei paesi in via di sviluppo. Essa potrebbe essere usata anche in una vaccinazione su scala globale contro il coronavirus.
Questo è il futuro «modo di vivere» che ci viene preannunciato: il distanziamento sociale ad assetto variabile sempre in vigore, la costante paura di essere avvicinati da un infettato dal virus segnalato da uno squillo del nostro cellulare, il controllo permanente attraverso il «codice a barre» impiantato nel nostro corpo.Sarebbe in sostanza una estensione dei sistemi militari con cui si possono seguire e colpire i «bersagli» umani.
Senza sottovalutare la pericolosità del coronavirus, qualunque sia la sua origine, e la necessità di misure per impedirne la diffusione, non possiamo lasciare in mano agli scienziati del MIT e alla Fondazione Gates la decisione di quale deve essere il nostro modo di vivere. Né possiamo smettere di pensare, ponendo delle domande. Ad esempio:
È molto grave che le morti da coronavirus in Europa siano attualmente quasi 97.000, ma quali misure si dovrebbero in proporzione prendere contro le polveri sottili, le PM2,5, che – secondo i dati ufficiali della European Environment Agency (Air quality in Europe – 2019 report) – ogni anno provocano in Europa la morte prematura di oltre 400.000 persone?
“La distanciation sociale est là pour rester beaucoup plus que quelques semaines. Elle bouleversera notre mode de vie, d’une certaine manière pour toujours” : c’est ce qu’ont annoncé les chercheurs du Massachusetts Institute of Technology, une des plus prestigieuses universités étasuniennes (MIT Tenchnology Review,We’re not going back to normal, 17 mars 2020).
Ils citent le rapport présenté par les chercheurs de l’Imperial College London, selon lequel la distanciation sociale devrait devenir une norme constante et être assouplie ou intensifiée selon le nombre d’hospitalisés à cause du virus dans les services de thérapie intensive. Le modèle élaboré par ces chercheurs, et par d’autres, ne concerne pas seulement les mesures à prendre contre le coronavirus. Il devient un véritable modèle social, dont on prépare déjà les procédures et les instruments que les gouvernements devraient imposer par des lois.
Les deux géants étasuniens de l’information Apple et Google, jusqu’ici rivaux, se sont associés pour insérer dans les systèmes opérationnels de milliards de téléphones iPhone et Android, dans le monde entier, un programme de “traçage des contacts” qui avertit les usagers si quelqu’un infecté par le virus s’approche d’eux. Les deux sociétés garantissent que le programme “respectera la transparence et la vie privée des usagers”.
Un système de traçage plus efficace encore est celui des “certificats digitaux”, auxquels sont en train de travailler deux universités étasuniennes, la Rice University et le MIT, soutenues par la Bill et Melinda Gates Foundation, la fondation étasunienne créée par Bill Gates, fondateur de Microsoft et deuxième personne la plus riche du monde d’après la revue Forbes.Il l'a lui-même annoncé publiquement, en réponse à un entrepreneur qui lui demandait comment pouvoir reprendre les activités de production en gardant la distanciation sociale :
L’invention de cette technologie a été commandée et financée par la Fondation Gates,qui déclare vouloir l’utiliser dans les vaccinations des enfants principalement dans les pays en voie de développement. Elle pourrait être utilisée aussi dans une vaccination à l’échelle mondiale contre le coronavirus.
Voilà le futur “mode de vie” qui nous est pré-annoncé : la distanciation sociale à dispositif variable toujours en vigueur, la peur constante d’être approché par quelqu’un qui est infecté par le virus signalé par une sonnerie de notre portable, le contrôle permanent à travers le “code barres” implanté dans notre corps. Ce serait en substance une extension des systèmes militaires avec lesquels on peut suivre et frapper les “cibles” humaines.
Sans sous-évaluer la dangerosité du coronavirus, quelle que soit son origine, et la nécessité de mesures pour en empêcher la diffusion, nous ne pouvons pas laisser dans les mains des scientifiques du MIT et de la Fondation Gates la décision de ce que doit être notre façon de vivre. Et nous ne pouvons pas arrêter de penser, en posant des questions. Par exemple :
il est très grave que les morts du coronavirus en Europe soient actuellement presque 97.000, mais quelles mesures devrait-on, en proportion, prendre contre les particules fines qui, selon les données officielles de l’European Environment Agency (Air quality in Europe -2019report)- provoquent chaque année la mort prématurée de plus de 400.000 personnes ?