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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, April 20, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- O Distanciamento Social da Democracia



Manifestantes em Tel Aviv mantendo a distância social, 19 de Abril de 2020© AFP / Jack Guez

A Arte da Guerra
 O Distanciamento Social da Democracia 
Manlio Dinucci



 “O distanciamento social chegou para ficar muito mais do que algumas semanas. Num certo sentido, irá perturbar o nosso modo de vida para sempre”: anunciaram os pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, uma das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos (MIT Technology Review, We’re not goingback to normal, 17 March 2020). 

Citam o relatório apresentado pelos pesquisadores do Imperial College London, segundo o qual o distanciamento social deve tornar-se uma norma constante e ser reduzido ou intensificado, de acordo com o número de pacientes hospitalizados pelo vírus, nas unidades de terapia intensiva. O modelo elaborado por estes e por outros pesquisadores não diz respeito só às medidas a ser tomadas contra o coronavírus. Torna-se num modelo social, real e preciso, do qual já se preparam os procedimentos e os instrumentos que os governos deverão impor como lei.

Os dois gigantes da Informática, Apple e Google, até agora rivais, associaram-se para inserir biliões de sistemas móveis para iPhone e Android, em todo o mundo, num programa de “seguimento de contactos” que avisa os clientes se alguém infectado com o vírus se  está a  aproximar deles. As duas empresas garantem que o programa “respeitará a transparência e a privacidade dos utentes”.

Um sistema de rastreio ainda mais eficaz é o dos “certificados digitais”, nos quais estão a trabalhar duas universidades americanas, a Rice University e o MIT, apoiadas pela Bill & Melinda Gates Foundation, a fundação americana criada por Bill Gates, fundador da Microsoft, a segunda pessoa mais rica do mundo na classificação da revista Forbes. Ele anunciou-o publicamente, respondendo a um empresário que lhe perguntou como retomar as actividades de produção, mantendo o distanciamento social:

 “No final, teremos certificados digitais para mostrar quem se recuperou ou foi testado recentemente, ou quando tivermos uma vacina, se esse indivíduo a tomou. (The Blog of Bill Gates, 31 questions and answers about COVID-19, 19 March 2020). 

O certificado digital de que Gates fala, não é o actual cartão de saúde electrónico. A Rice University anunciou, em Dezembro de 2019, a invenção de pontos quânticos à base de cobre que, injectados no corpo juntamente com a vacina, “se tornam em algo semelhante a uma tatuagem de código de barras, que pode ser lida através de um smartphone personalizado”.(Rice University, Quantum-dot tattoos holdvaccination record, 18 Dicember 2019). A mesma tecnologia foi desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia Massachusetts (Scientific American, Invisible Ink CouldReveal whether Kids Have Been Vaccinated, 19 Dicember 2019). 

A invenção desta tecnologia foi encomendada e financiada pela Fundação Gates, que declara querer usá-la nas vacinas para crianças, principalmente nos países em desenvolvimento. Também poderia ser usada numa vacinação à escala global contra o coronavírus.

Este é o futuro “modo de vida” que nos é anunciado: o distanciamento social com estrutura variável sempre em vigor, o medo constante de ser abordado por um infectado pelo vírus sinalizado por um toque do nosso telemóvel, o controlo permanente pelo “código de barras” implantado no nosso corpo. Seria, essencialmente, uma extensão dos sistemas militares com os quais se podem seguir e acertar nos “alvos” humanos.

Sem subestimar o perigo do coronavírus - seja qual for a sua origem - e a necessidade de medidas para impedir a sua propagação, não podemos deixar nas mãos dos cientistas do MIT e da Fundação Gates a decisão de qual deve ser o nosso modo de vida. Também não podemos parar de pensar e fazer perguntas. Por exemplo:

É muito grave que o número de mortes devido ao coronavírus, na Europa, seja actualmente, quase 97.000, mas que medidas devem ser tomadas em proporção, contra as partículas finas, as PM2,5,  que – segundo os dados oficiais da European Environment Agency (Airquality in Europe – 2019 report)  – provocam, a cada ano, na Europa, a morte prematura de mais de 400.000 pessoas?
Manlio Dinucci

il manifesto, 20 de Abril de 2020

(1) - Comentário recebido:

Estes chips, pontos ou códigos de barras podem ser usados ​​para qualquer fim. Além de rastrear a localização e identificar todas as pessoas, são promovidos como uma forma de fazer compras, deduzindo automaticamente das nossas contas bancárias. Mas se  puderem fazê-lo, também poderão impedir-nos de comprar, bloqueando as nossas contas e compras bancárias. Estas funções não podem ser controladas pelo chip, mas pela programação que executa o sistema.
Além de que, todos os automóveis novos, pelo menos os americanos, possuem agora chips que podem ser controlados remotamente. Dizem que é feito por razões de segurança, mas, de facto, não existe protecção. Significa que as autoridades podem desactivar o automóvel de qualquer pessoa em qualquer momento, ou travar, e ninguém poderá saber o que aconteceu. Isto é a realidade. Já está a ser feito. E se as pessoas quiserem reunir-se em qualquer lugar para realizar uma manifestação pública, as autoridades poderão, simplesmente, desactivar todos os automóveis, telemóveis e desligar os chips, e as pessoas ficarão isoladas e desamparadas.
Há muito perigo nestes chips e ninguém está ciente do mesmo. Estamos a caminhar para tempos problemáticos.

COMMUNIQUÉ ON THE CONFERENCE OF 25 APRIL



IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte della Guerra -- Distanziamento sociale dalla democrazia

Manifestanti a Tel Aviv mantengono la distanza sociale, 19 aprile 2020 © AFP / Jack Guez

 

L’Arte della guerra

 Distanziamento sociale dalla democrazia 
Manlio Dinucci


«Il distanziamento sociale è qui per rimanere molto più di qualche settimana. Stravolgerà il nostro modo di vivere, in un certo senso per sempre»: lo hanno annunciato i ricercatori del Massachusetts Institute of Technology, una delle più prestigiose università statunitensi (MIT Technology Review,We’re not going back to normal, 17 marzo 2020).

Essi citano il rapporto presentato dai ricercatori dell’Imperial College London, secondo cui il distanziamento sociale dovrebbe divenire una norma costante ed essere allentato o intensificato  a seconda del numero di ricoverati per il virus nei reparti di terapia intensiva. Il modello elaborato da questi e altri ricercatori non riguarda solo le misure da prendere contro il coronavirus. Esso diviene un vero e proprio modello sociale, di cui già si preparano le procedure e gli strumenti che i governi dovrebbero imporre per legge.

I due giganti statunitensi dell’informatica Apple Google, finora rivali, si sono associati per inserire nei sistemi operativi di miliardi di cellulari iPhone e Android, in tutto il mondo, un programma di «tracciamento dei contatti» che avverte gli utenti se qualche infettato dal virus si sta avvicinando a loro. Le due società garantiscono che il programma «rispetterà la trasparenza e la privacy degli utenti».

Un sistema di tracciamento ancora più efficace è quello dei «certificati digitali», a cui stanno lavorando due università statunitensi, la Rice University e il MIT, sostenute dalla Bill & Melinda Gates Foundation, la fondazione statunitense creata da Bill Gates, fondatore della Microsoft, la seconda persona più ricca del mondo nella classifica della rivista Forbes. Lo ha annunciato lui stesso pubblicamente, rispondendo a un imprenditore che gli chiedeva  come poter riprendere le attività produttive mantenendo il distanziamento sociale:

«Alla fine avremo dei certificati digitali per mostrare chi è guarito o è stato testato di recente, o quando avremo un vaccino chi lo ha ricevuto» (The Blog of Bill Gates, 31 questions and answers about COVID-19, 19 marzo 2020).

Il certificato digitale di cui parla Gates non è l’attuale tessera sanitaria elettronica. La Rice University ha annunciato nel dicembre 2019 l’invenzione di punti quantici a base di rame che, iniettati nel corpo insieme al vaccino, «divengono qualcosa come un tatuaggio con codice a barre, che può essere letto con uno smartphome personalizzato» (Rice University, Quantum-dot tattoos hold vaccination record, 18 Decembre 2019).

La stessa tecnologia è stata sviluppata dal Massachusetts Institute of Technology (Scientific American, Invisible Ink Could Reveal whether Kids Have Been Vaccinated, 19 dicembre 2019).

L’invenzione di questa tecnologia è stata commissionata e finanziata dalla Fondazione Gates, che dichiara di volerla usare nelle vaccinazioni dei bambini principalmente nei paesi in via di sviluppoEssa potrebbe essere usata anche in una vaccinazione su scala globale contro il coronavirus.

Questo è il futuro «modo di vivere» che ci viene preannunciato: il distanziamento sociale ad assetto variabile sempre in vigore, la costante paura di essere avvicinati da un infettato dal virus segnalato da uno squillo del nostro cellulare, il controllo permanente attraverso il «codice a barre» impiantato nel nostro corpo. Sarebbe in sostanza una estensione dei sistemi militari con cui si possono seguire e colpire i «bersagli» umani. 
  

Senza sottovalutare la pericolosità del coronavirus, qualunque sia la sua origine, e la necessità di misure per impedirne la diffusione, non possiamo lasciare in mano agli scienziati del MIT e alla Fondazione Gates la decisione di quale deve essere il nostro modo di vivere. Né possiamo smettere di pensare, ponendo delle domande. Ad esempio:

È molto grave che le morti da coronavirus in Europa siano attualmente quasi 97.000ma quali misure si dovrebbero in proporzione prendere contro le polveri sottili, le PM2,5, che – secondo i dati ufficiali  della European Environment Agency (Air quality in Europe – 2019 report) – ogni anno provocano in Europa la morte prematura di oltre 400.000 persone?

Manlio Dinucci

il manifesto, 20 aprile 2020 

COMMUNIQUÉ ON THE CONFERENCE OF 25 APRIL


«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO.
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

FR – Manlio Dinucci -- L’Art de la guerre -- Distanciation sociale de la démocratie

Les manifestants à Tel Aviv maintiennent une distance sociale, 19 avril 2020© AFP / Jack Guez

L’Art de la guerre
 Distanciation sociale de la démocratie 
Manlio Dinucci

“La distanciation sociale est là pour rester beaucoup plus que quelques semaines. Elle bouleversera notre mode de vie, d’une certaine manière pour toujours” : c’est ce qu’ont annoncé les chercheurs du Massachusetts Institute of Technology, une des plus prestigieuses universités étasuniennes (MIT Tenchnology Review,We’re not going back to normal, 17 mars 2020).

  Ils citent le rapport présenté par les chercheurs de l’Imperial College London, selon lequel la distanciation sociale devrait devenir une norme constante et être assouplie ou intensifiée selon le nombre d’hospitalisés à cause du virus dans les services de thérapie intensive. Le modèle élaboré par ces chercheurs, et par d’autres, ne concerne pas seulement les mesures à prendre contre le coronavirus. Il devient un véritable modèle social, dont on prépare déjà les procédures et les instruments que les gouvernements devraient imposer par des lois. 

  Les deux géants étasuniens de l’information Apple et Google, jusqu’ici rivaux, se sont associés pour insérer dans les systèmes opérationnels de milliards de téléphones iPhone et Android, dans le monde entier, un programme de “traçage des contacts” qui avertit les usagers si quelqu’un infecté par le virus s’approche d’eux. Les deux sociétés garantissent que le programme “respectera la transparence et la vie privée des usagers”.

  Un système de traçage plus efficace encore est celui des “certificats digitaux”, auxquels sont en train de travailler deux universités étasuniennes, la Rice University et le MIT, soutenues par la Bill et Melinda Gates Foundation, la fondation étasunienne créée par Bill Gates, fondateur de Microsoft et deuxième personne la plus riche du monde d’après la revue Forbes.  Il l'a lui-même annoncé publiquement, en réponse à un entrepreneur qui lui demandait comment pouvoir reprendre les activités de production en gardant la distanciation sociale :

“Pour finir nous aurons des certificats digitaux pour montrer qui est guéri ou a été testé récemment, ou, quand nous aurons un vaccin, qui l’aura eu” (The Blog of Bill Gates, 31questions and answers about COVID-19, 19 mars 2020).

Le certificat digital dont parle Gates n’est pas la carte de santé électronique actuelle. La Rice University a annoncé en décembre 2019 l’invention de points quantiques à base de cuivre qui, injectés dans le corps avec le vaccin, “deviennent quelque chose comme un tatouage avec code barres, qui peut être lu avec un smartphone personnalisé” (Rice University, Quantum-dot tattoos hold vaccination record,18 décembre 2019). La même technologie a été développée par le Massachusetts Institute of Technology (Scientific American, Invisible Ink Could Reveal whether Kids Have Been Vaccinated, 19décembre 2019).

L’invention de cette technologie a été commandée et financée par la Fondation Gates, qui déclare vouloir l’utiliser dans les vaccinations des enfants principalement dans les pays en voie de développement. Elle pourrait être utilisée aussi dans une vaccination à l’échelle mondiale contre le coronavirus. 

Voilà le futur “mode de vie” qui nous est pré-annoncé : la distanciation sociale à dispositif variable toujours en vigueur, la peur constante d’être approché par quelqu’un qui est infecté par le virus signalé par une sonnerie de notre portable, le contrôle permanent à travers le “code barres” implanté dans notre corps. Ce serait en substance une extension des systèmes militaires avec lesquels on peut suivre et frapper les “cibles” humaines.

  Sans sous-évaluer la dangerosité du coronavirus, quelle que soit son origine, et la nécessité de mesures pour en empêcher la diffusion, nous ne pouvons pas laisser dans les mains des scientifiques du MIT et de la Fondation Gates la décision de ce que doit être notre façon de vivre. Et nous ne pouvons pas arrêter de penser, en posant des questions. Par exemple : 

il est très grave que les morts du coronavirus en Europe soient actuellement presque 97.000, mais quelles mesures devrait-on, en proportion, prendre contre les particules fines qui, selon les données officielles de l’European Environment Agency (Air quality in Europe -2019report)- provoquent chaque année la mort prématurée de plus de 400.000 personnes ?

FREE JULIAN ASSANGE

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