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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Wednesday, October 20, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Nações Construídas sobre Mentiras -- Como os Estados Unidos se Tornaram Ricos -- Volume 1 -- Parte 1

 

 

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 - Parte 1


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© Larry Romanoff, Outubro, 2021


Prefácio

De: James Bacque

Data: Sábado, 5 de Janeiro de 2019 21:13 PM

Caro Larry,

Obrigado pela informação - como adivinhou, eu próprio já encontrei grande parte dela. Desejo-lhe boa sorte. . . Seja o mais moderado que puder ao exprimir as suas descobertas muito importantes. Lembre-se que quase ninguém sabe tanto como o senhor e algumas das suas descobertas são muito perturbadoras.

Tudo de bom,

Jim

 

Prólogo do Volume Um

Uma Breve História da América que não se aprende numa Universidade


Um dos mitos históricos mais populares incorporados na consciência americana pela máquina de propaganda diz respeito à migração dos colonos para o Novo Mundo, a narrativa  a especificar como centenas de milhares de oprimidos virtuosos afluíram aos estaleiros, numa corrida precipitada pela liberdade e pela oportunidade. Podem ter existido cinco ou seis dessas pessoas, mas estava lá um grupo muito maior para escapar ao carrasco e ao carcereiro e uma selecção ainda maior eram comerciantes de escravos, prostitutas, e criadores de esquemas capitalistas à procura de pastagens mais verdes. Quando acrescentamos aos vastos números que esperavam escapar à perseguição justificada pelas suas versões pervertidas do cristianismo, os primeiros americanos dificilmente foram modelos a seguir para a edificação de uma nova nação. As provas estão claramente,mais do lado dos criminosos, dos perdedores e dos desajustados, dos fanáticos religiosos e dos oportunistas do que do lado dos míticos oprimidos. E, para que conste, não há qualquer prova de colonos a emigrar para a América em busca da "liberdade" ou da "oportunidade", pelo menos, não dentro do significado actual destas palavras.

A boa saúde mental não era um pré-requisito para os colonos europeus que emigraram para o Novo Mundo. Gostamos de recordar-nos que a Austrália era (e continua a ser na sua maioria) povoada principalmente por assassinos, ladrões e pervertidos sexuais, mas os imigrantes para a América não eram consideravelmente melhores. De facto, a inscrição na Estátua da Liberdade ficou com as palavras mais ou menos correctas ao referir-se ao "lixo miserável da sua costa fervilhante". Enquanto os australianos tiveram os seus assassinos e assaltantes em série, os europeus estavam melhor com os seus extremistas cristãos que passavam os dias da semana a queimar bruxas e a matar índios e aos seus domingos na igreja, a agradecer a Deus por lhes dar essa oportunidade. Os australianos melhoraram marginalmente os seus hábitos ao longo dos séculos, enquanto que os americanos não o fizeram.

A América é amplamente aceite e, na verdade, até se orgulha de ser um país profundamente cristão, com 65% ou mais da população a declarar a religião como sendo importante nas suas vidas. Isto seria apoiado pela História, uma vez que as grandes migrações para o Novo Mundo consistiam numa longa lista de seitas religiosas escamosas cujo objectivo principal de emigração era a oportunidade de construir uma sociedade inteiramente baseada nessas heresias isolacionistas e extremistas. Provavelmente é  correcto dizer que a bruxaria de Salém foi o viveiro em que a versão peculiarmente americana da teologia cristã germinou e floresceu e que também serviu como uma introdução prática à histeria de massas, que mais tarde seria tão utilmente aplicada aos conceitos de patriotismo e democracia. Os ecos duradouros desta ascendência religiosa têm influenciado altamente toda a História americana posterior.

Sunday, December 6, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- LIDAR COM DEMÓNIOS -- Parte 1 -- December 03, 2020

  

 

 

 

 

LIDAR COM DEMÓNIOS


Por Larry RomanoffDecember 03, 2020




O Isolamento

No início da epidemia, a China concretizou as medidas mais abrangentes e rigorosas jamais tomadas. Wuhan foi isolada em 23 de Janeiro, juntamente com várias outras cidades na província de Hubei, logo a seguir e depois, toda a província. (1) O transporte público foi totalmente suspenso. Aeroportos, estações de caminhos de ferro, centrais de autocarros e camionetes, cais de barcos, cacilheiros e transportes fluviais foram encerrados, todas as autoestradas e vias principais com portagem foram fechadas e a maioria das estradas bloqueadas. Todos os metropolitanos e autocarros pararam de circular, e todas as pessoas deveriam permanecer em casa. O bloqueio inicial, no final de Janeiro,  envolveu cerca de 20 milhões de pessoas, chegando num mês, a cerca de 60 milhões, na época em que a China tinha só cerca de 500 infecções. Esta alteração, sem precedentes nos tempos modernos e sem dúvida uma decisão difícil de ser tomada, disse muito sobre a gravidade da situação e sobre a seriedade com que o governo encarou a ameaça à saúde pública. Nessa ocasião, o Presidente da China, Xi Jinping, emitiu um aviso bastante sério e preocupante, afirmando que "Os governos de todos os níveis são obrigados a tomar resolutamente todas as medidas preventivas para conter a rápida propagação do vírus e ser completamente transparentes sobre a sua situação local, a fim de que o país se possa unir para combater a pandemia  e garantir que o mundo tenha uma imagem verdadeira da situação”. Como Xi deixou claro, “Os erros do passado não se devem repetir”.


Friday, August 9, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE - Capítulo Um - Parte 2

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ou
  DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO UM  - Parte 1
CAPÍTULO UM  - Parte 2
O ‘Eixo Geográfico’ da História
Desconhecido da maior parte do mundo, o objectivo da política externa dos EUA era assegurar sempre o controlo total, económico e militar, sobre a Rússia. Através das suas inúmeras instituições estabelecidas pelo Pentágono, CIA, Agência da Segurança Nacional, Agência dos Serviços Secretos/Inteligência da Defesa e numerosas agências de serviços secretos especializadas - o ‘establishment’ da política externa dos EUA funcionou com a finalidade de assegurar o controlo total sobre a Rússia, acima de todos os outros objectivos.
Mesmo quando os Estados Unidos e a União Soviética ainda eram aliados formais na guerra para derrotar a Alemanha, os Estados Unidos começaram a preparar-se para a guerra com a União Soviética. No verão de 1945, na época da Conferência em Potsdam, que concluiu a Segunda Guerra Mundial e poucos dias após o primeiro teste bem-sucedido da bomba atómica no deserto do Novo México, o Pentágono dos Estados Unidos estava a desenvolver, secretamente, a nova política americana de inflingir o primeiro ataque - 'striking the first blow' – numa guerra nuclear. O primeiro plano para usar todos os recursos numa guerra convencional contra a União Soviética, chamado TOTALITY, foi elaborado pelo General Dwight Eisenhower por ordem do Presidente Truman, em 1945. (17)
O primeiro plano de uma guerra nuclear contra a União Soviética, incluindo um ataque preventivo, foi concluído logo depois, pela Comissão de Conjunta dos Serviços Secretos/Intelligence Committee, dentro do Estado-Maior Conjunto, dois meses após Hiroshima e Nagasaki. (18)
Não havia sentimentalismo em Washington sobre as exigências da guerra. Era estritamente comercial - o negócio de estabelecer a supremacia americana incontestada - orgulhosamente designada como o “Século Americano”. Segundo o mentor britânico da geopolítica, Sir Halford Mackinder, a Rússia representava o “eixo geográfico da História”(19) Num documento de política muito importante, em 1904, perante a Royal Geographic Society, em Londres, Mackinder afirmava inequivocamente que o controlo sobre a Rússia determinaria quem controlaria ou poderia comandar as vastas extensões da Eurásia e, por extensão, o mundo inteiro. O Foreign Office britânico concordou inteiramente com ele.
Há mais de um século, Mackinder estava convencido de que, enquanto a Europa se expandia para a Índia, para África e para outros territórios coloniais, o Estado russo, estabelecido na Europa Oriental e na Ásia Central, expandia-se para sul e leste, organizando uma vasta extensão de recursos naturais e humanos. Ele previu, que esse espaço enorme, em breve, estaria coberto por uma rede de ferroviária, aumentando muito a mobilidade e o alcance estratégico do poder terrestre, pela primeira vez na História.
Contra esse pano de fundo geo-histórico, Mackinder identificou o núcleo norte-centro da Eurásia como o “Estado eixo” ou o “coração” da política mundial. Ele colocou a Alemanha, a Áustria, a Turquia, a Índia e a China - terras imediatamente adjacentes à região do eixo - num “crescente interior” ao redor da “Heartland”/região central vital ou do Estado eixo.
Advertiu que, “O excesso de equilíbrio do poder a favor do Estado eixo, resultante da sua expansão sobre os territórios marginais da Eurásia, permitiria o uso de vastos recursos continentais para a construção de uma frota e então, o império do mundo estaria à vista.(20)
Como Mackinder percebeu, uma aliança russo-alemã, ou um império sino-japonês que conquistasse a Rússia, seria capaz de lutar pela hegemonia mundial. Em ambos os casos, “a orla oceânica seria acrescentada aos recursos do grande continente”, criando as condições geopolíticas necessárias para produzir uma grande potência que estaria a cima de todas as outras, tanto em terra como no mar.
A política externa britânica, desde a guerra russo-japonesa de 1904 até a criação da NATO em 1949, tinha sido obviamente baseada na análise de Mackinder. Dedicava-se a impedir, a todo custo, o aparecimento de um poder coeso, no eixo euro-asiático centrado na Rússia e capaz de desafiar a hegemonia global britânica.
O Destino Manifesto da América: o Controlo da Eurásia

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