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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Tuesday, May 28, 2019

PT – Manlio Dinucci – A Arte da Guerra – O NAVIO DE ASSALTO DOS NOVOS CRUZADOS



A Arte da Guerra
O navio de assalto dos novos cruzados
Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO   PORTUGUÊS


Na presença do Chefe de Estado, Sergio Mattarella, da Ministra da Defesa, Elisabetta Trenta, do Ministro do Desenvolvimento Económico, Luigi di Maio e das mais altas autoridades militares, o navio Trieste, construído pela Fincantieri, foi lançado ao mar, em 25 de Maio, no Cantieri di Castellammare di Stabia (Nápoles). É uma unidade anfíbia multi-usos e multi-funções da Marinha Militar Italiana, definida por Trenta, como “uma síntese perfeita da capacidade de inovação tecnológica do país”.

Com 214 metros de comprimento e velocidade de 25 nós (46 km/h), possui um convés de vôo de 230 metros para descolagem de helicópteros, descolagem curta e aterragem vertical dos caça bombardeiros F-35B e para aviões convertíveis V-22 Osprey. Pode transportar veículos blindados no convés garagem de 1200 metros lineares. Tem uma zona inundável, com 50 metros de comprimento e 15 de largura, o que permite ao navio funcionar com os mais modernos meios anfíbios da NATO.

Em termos técnicos, é um navio destinado a “lançar e apoiar, em áreas de crise, a força de desembarque da Marinha Militar e a capacidade nacional de projecção da Defesa, a partir do mar”. Em termos práticos, é um navio de assalto anfíbio que, ao aproximar-se das costas de um país, ataca com caças e helicópteros armados com bombas e mísseis e, em seguida, invade esse mesmo país, com um batalhão de 600 homens transportados, juntamente com armamento pesado, em helicópteros e outros meios de desembarque.

Por outras palavras, é um sistema de armas projectado, não para a defesa, mas para o ataque, em operações de guerra realizadas no âmbito da “projecção de forças" USA/NATO a grande distância.

A decisão de construir o Trieste foi tomada em 2014, pelo governo Renzi, apresentando-o como um navio militar usado, principalmente, em “actividades de ajuda humanitária”.

O custo do navio, a cargo não do Ministério da Defesa, mas do Ministério do Desenvolvimento Económico, foi quantificado em 844 milhões de euros, no âmbito de uma atribuição de 5.427 milhões para a construção, além do Trieste, de mais 9 navios de guerra. Entre estes, duas unidades navais de alta velocidade para incursões das forças especiais em "contextos operacionais que exigem discrição", isto é, em operações bélicas secretas.

No momento do lançamento, o custo de Trieste foi estabelecido em 1.100 milhões de euros, com um acréscimo de 250 acima da despesa prevista. O custo final será muito maior, pois que devemos acrescentar o custo dos caças F-35B e dos helicópteros a bordo, além de outros armamentos e sistemas electrónicos que serão instalados no navio, nos próximos anos.

A inovação tecnológica no campo militar – salientou a Ministro da Defesa – “deve ser apoiada pela estabilidade dos financiamentos”.Ou seja, pelo financiamento contínuo e crescente com dinheiro público também da parte do Ministério do Desenvolvimento Económico, agora liderado por Luigi Di Maio. Na cerimónia de lançamento, ele prometeu aos trabalhadores outros investimentos: na verdade, existem outros navios de guerra a serem construídos. A cerimónia de lançamento teve um significado adicional quando o Arcebispo Militar Ordinário, Monsenhor Santo Marcianò, enalteceu o facto de que os operários haviam colocado uma grande cruz na proa do navio, composta de imagens sagradas das quais eles são devotos, incluindo as do papa Wojtyla e do Padre Pio.

Monsenhor Marcianò elogiou a “força da fé” demonstrada pelos operários e abençoou e agradeceu “este sinal maravilhoso que vocês colocaram no navio”.

Foi assim, lançado o grande navio de guerra, como exemplo da capacidade de inovação do nosso país, paga pelo Ministério do Desenvolvimento Económico, com o nosso dinheiro roubado aos investimentos produtivos e despesas sociais, abençoado com o sinal da Cruz como na época das Cruzadas e das conquistas coloniais.

il manifesto, 28 de Maio de 2019




«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO

FR – Manlio Dinucci – L’Art de La Guerre – LE NAVIRE D’ASSAUT DES NOUVEAUX CROISÉS



« L’ART DE LA GUERRE »
Le navire d’assaut des nouveaux croisés
par Manlio Dinucci


En présence du chef d’État Sergio Mattarella, du ministre de la Défense Elisabetta Trenta, du ministre du développement économique Luigi Di Maio, et des plus hautes autorités militaires, a été lancé le 25 mai 2019 aux Chantiers de Castellammare di Stabia (Naples) le navire Trieste, construit par Fincantieri.C’est une unité amphibie multirôles et multifonctions de la Marine militaire italienne, défini par Trenta comme la « parfaite synthèse de la capacité d’innovation technologique du pays ».

Avec une longueur de 214 mètres et une vitesse de 25 noeuds (46 km/h), il a un pont de vol long de 230 mètres pour le décollage d’hélicoptères, de chasseurs F-35B à décollage court et atterrissage vertical et convertibles V-22 Osprey. Il peut transporter dans son pont-garage des véhicules blindés sur 1 200 mètres linéaires. Il a une rampe de lancement interne, longue de 50 mètres et large de 15, qui permet au navire d’opérer avec les plus modernes véhicules amphibies de l’OTAN.
En termes techniques, c’est un navire destiné à « projeter et soutenir, dans des aires de crise, la force de débarquement de la Marine militaire et la capacité nationale de projection, depuis la mer, de la Défense ». En termes pratiques, c’est un navire d’assaut amphibie qui, en s’approchant des côtes d’un pays, l’attaque avec des chasseurs et hélicoptères armés de bombes et missiles, puis l’envahit avec un bataillon de 600 hommes transportés, avec leurs armements lourds, par hélicoptères et véhicules de débarquement.
En d’autres termes, c’est un système d’armes projeté non pas pour la défense mais pour l’attaque dans des opérations guerrières conduites dans le cadre de la « projection de forces » USA/NATO à grande distance.
La décision de construire le Trieste fut prise en 2014 par le gouvernement Renzi, en la présentant comme navire militaire affecté principalement à des « activités de secours humanitaire ».
Le coût du navire, à charge non du ministère de la Défense mais de celui du Développement économique, était quantifié à 844 millions d’euros, dans le cadre d’un financement de 5 427 millions pour la construction, outre le Trieste, de 9 autres navires de guerre. Parmi eux, deux unités navales à très haute vitesse pour patrouilleur des forces spéciales dans des « contextes opérationnels qui requièrent de la discrétion », c’est-à-dire dans des opérations guerrières secrètes.
Au moment du lancement, le coût du Trieste a été indiqué à 1 100 millions d’euros, soit supérieurs à 250 millions de plus que la dépense prévue. Le coût final sera beaucoup plus haut, car il faut y ajouter celui des chasseurs F-35B et des hélicoptères embarqués, plus celui d’autres armements et systèmes électroniques dont sera doté le navire dans les prochaines années.
L’innovation technologique dans le domaine militaire —a souligné la ministre de la Défense— « doit être soutenue par la certitude des financements ». C’est-à-dire par de continuels et croissants financements avec de l’argent public y compris par le ministère du Développement économique, maintenant conduit par Luigi Di Maio. À la cérémonie de lancement, il a promis aux ouvriers d’autres investissements : il y a en effet d’autres navires de guerre à construire. La cérémonie du lancement a pris une signification ultérieure quand l’évêque aux Armées, monseigneur Santo Marcianò, a exalté le fait que les ouvriers avaient fixé sur la proue du navire une grande croix, composée d’images sacrées pour lesquelles ils ont une dévotion, dont celles du pape Wojtyla et de Padre Pio.
Monseigneur Marcianò a fait l’éloge de la « force de la foi » exprimée par les ouvriers, qu’il a bénis et remerciés pour « ce signe merveilleux que vous avez placé sur le navire ». 
Ainsi a été lancé le grand navire de guerre donné en exemple de la capacité d’innovation de notre pays, payé par le ministère du Développement économique avec nos sous soustraits à des investissements productifs et à des dépenses sociales, béni avec le signe de la Croix comme à l’époque des croisades et des conquêtes coloniale.
il manifesto, 28 mai 2019
Traductrice: Marie-Ange Patrizio



«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO




Monday, May 27, 2019

IT -- Manlio Dinucci --L’arte della guerra – LA NAVE D’ASSALTO DEI NUOVI CORCIATI



L’arte della guerra
La nave d’assalto dei nuovi crociati
Manlio Dinucci



Alla presenza del Capo della Stato Sergio Mattarella. del ministro della Difesa Elisabetta Trenta, del ministro dello sviluppo economico Luigi di Maio, e delle massime autorità militari, è stata varata il 25 maggio nei Cantieri di Castellammare di Stabia (Napoli) la nave Trieste, costruita da Fincantieri. È una unità anfibia multiruolo e multifunzione della Marina militare italiana, definita dalla Trenta «perfetta sintesi della capacità di innovazione tecnologica del Paese».

Lunga 214 metri e con una velocità di 25 nodi (46 km/h), ha un ponte di volo lungo 230 metri  per il decollo di elicotteri, caccia F-35B a decollo corto e atterraggio verticale e convertiplani V-22 Osprey. Può trasportare nel suo ponte-garage veicoli blindati per 1200 metri lineari. Ha al suo interno un bacino allagabile, lungo 50 metri e largo 15, che permette alla nave di operare con i più moderni mezzi anfibi della Nato.

In termini tecnici, è una nave destinata a «proiettare e sostenere, in aree di crisi, la forza da sbarco della Marina militare e la capacità nazionale di proiezione dal mare della Difesa». In termini pratici, è una  nave da assalto anfibio che, avvicinandosi alle coste di un paese, lo attacca con caccia ed elicotteri armati di bombe e missili, quindi lo invade con un battaglione di 600 uomini trasportati, con i loro armamenti pesanti, da elicotteri e mezzi di sbarco.

In altre parole, è un sistema d’arma progettato non per la difesa ma per l’attacco in operazioni belliche condotte nel quadro della «proiezione di forze» USA/NATO a grande distanza.

La decisione di costruire la Trieste fu presa nel 2014 dal governo Renzi, presentandola quale nave militare adibita principalmente ad «attività di soccorso umanitario».  

Il costo della nave, a carico non del Ministero della difesa ma del Ministero dello sviluppo economico, veniva quantificato in 844 milioni di euro, nel quadro di uno stanziamento di 5.427 milioni per la costruzione, oltre che della Trieste, di altre 9 navi da guerra. Tra queste, due unità navali ad altissima velocità per incursori delle forze speciali in «contesti operativi che richiedano discrezione», ossia in operazioni belliche segrete.

Al momento del varo, il costo della Trieste è stato indicato in 1.100 milioni di euro, oltre 250 in più della spesa preventivata. Il costo finale sarà molto più alto, poiché va aggiunto quello dei caccia F-35B e degli elicotteri imbarcati, più quello di altri armamenti e sistemi elettronici di cui sarà dotata la nave nei prossimi anni.

L'innovazione tecnologica in campo militare – ha sottolineato la ministra della Difesa – «deve essere supportata dalla certezza dei finanziamenti». Ossia da continui, crescenti finanziamenti con denaro pubblico anche da parte del Ministero dello sviluppo economico, ora guidato da Luigi Di Maio. 

Alla cerimonia del varo, ha promesso agli operai altri investimenti: ci sono infatti da costruire altre navi da guerra. La cerimonia del varo ha assunto ulteriore significato quando l'ordinario militare, monsignor Santo Marcianò, ha esaltato il fatto che gli operai avevano affisso sulla prua della nave una grande croce, composta da immagini sacre alle quali sono devoti, tra cui quelle di Papa Wojtyła e Padre Pio.

Monsignor Marcianò ha elogiato la «forza della fede» espressa dagli operai, che ha benedetto e ringraziato per «questo segno meraviglioso che avete messo sulla nave».

È stata così varata la grande nave da guerra portata a esempio della capacità di innovazione del nostro paese, pagata dal Ministero dello sviluppo economico con i nostri soldi sottratti a investimenti produttivi e spese sociali, benedetta col segno della Croce come all’epoca delle crociate e delle conquiste coloniali. 

il manifesto, 28 maggio 2019



«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO



DE -- Manlio Dinucci -- „DIE KUNST DES KRIEGES“ -- Die Rand Corp.: Wie man Russland zerstört

Red Square, Moscow
„DIE KUNST DES KRIEGES“
Die Rand Corp.: Wie man Russland zerstört
Zwinge den Gegner, sich rücksichtslos auszudehnen, um ihn aus dem Gleichgewicht zu bringen und dann vernichte ihn. Dies ist nicht die Beschreibung eines Judo-Haltegriffs, sondern ein von der Rand Corporation, dem einflussreichsten Think Tank der USA, ausgearbeiteter Plan gegen Russland. Mit einem Stab von Tausenden von Experten präsentiert sich Rand als die weltweit zuverlässigste Quelle für Geheimdienste und politische Analysen für die Führer der Vereinigten Staaten und ihre Verbündeten.
Die Rand Corp. ist stolz darauf, zur Ausarbeitung der langfristigen Strategie beigetragen zu haben, die es den Vereinigten Staaten ermöglichte, den Kalten Krieg zu gewinnen, indem sie die Sowjetunion zwang, ihre eigenen wirtschaftlichen Ressourcen in der strategischen Konfrontation zu verbrauchen. Es ist dieses Modell, das die Inspiration für den neuen Plan, Overextending and Unbalancing Russia, veröffentlicht von Rand[1], war. Laut ihren Analysten bleibt Russland in einigen grundlegenden Sektoren ein mächtiger Gegner der Vereinigten Staaten. Um dieser Opposition zu begegnen, müssen die USA und ihre Verbündeten eine gemeinsame langfristige Strategie verfolgen, die die Schwachstellen Russlands ausnutzt. Rand analysiert daher die verschiedenen Mittel, mit denen Russland aus dem Gleichgewicht gebracht werden kann, und zeigt für jedes die Erfolgswahrscheinlichkeiten, den Nutzen, die Kosten und die Risiken für die USA an.
Rand-Analysten schätzen, dass Russlands größte Verwundbarkeit seine Wirtschaft ist, da es stark von Öl- und Gasexporten abhängig ist. Die Einnahmen aus diesen Exporten können durch die Stärkung der Sanktionen und die Erhöhung der Energieexporte der Vereinigten Staaten verringert werden. Ziel ist es, Europa zu verpflichten, den Import von russischem Erdgas zu verringern und durch verflüssigtes Erdgas zu ersetzen, das auf dem Seeweg aus anderen Ländern transportiert wird.
Eine weitere Möglichkeit, die russische Wirtschaft langfristig zu destabilisieren, besteht darin, die Auswanderung von qualifiziertem Personal zu fördern, insbesondere von jungen Russen mit einem hohen Bildungsniveau. Im Bereich der
Ideologie und Information wäre es notwendig, den internen Wettbewerb zu fördern und gleichzeitig das Image Russlands nach außen zu untergraben, indem es von internationalen Foren ausgeschlossen wird und die von ihm organisierten internationalen Sportveranstaltungen boykottiert werden.
Im geopolitischen Bereich würde die Bewaffnung der Ukraine es den USA ermöglichen, den zentralen Punkt der äußeren Verwundbarkeit Russlands auszunutzen, aber dies müsste sorgfältig geplant werden, um Russland unter Druck zu halten, ohne in einen großen Konflikt zu geraten, den es gewinnen würde.
Im militärischen Bereich könnten die USA hohe Vorteile bei niedrigen Kosten und Risiken genießen, indem sie die Zahl der landgestützten Truppen aus den NATO-Ländern, die in einer antirussischen Funktion arbeiten, erhöhen.
Die USA können hohe Erfolgswahrscheinlichkeiten und hohen Nutzen bei moderaten Risiken genießen, insbesondere durch Investitionen vor allem in strategische Bomber und gegen Russland gerichtete Langstrecken-Angriffsraketen.
Das Verlassen des INF-Vertrags und der Einsatz neuer auf Russland gerichtete Mittelstreckenraketen in Europa würde zu hohen Erfolgswahrscheinlichkeiten führen, aber auch hohe Risiken mit sich bringen. Durch die Kalibrierung jeder Option, um den gewünschten Effekt zu erzielen - so die Rand-Analysten - würde Russland am Ende den härtesten Preis in einer Konfrontation zahlen, aber auch die USA müssten riesige Ressourcen investieren, die daher für andere Ziele nicht mehr zur Verfügung stehen würden. Dies ist auch eine Vorwarnung für eine bevorstehende deutliche Erhöhung der Militärausgaben der USA/NATO zu Lasten der Sozialhaushalte.
Das ist die Zukunft, die die Rand Corporation, der einflussreichste Think Tank des Deep State - also das unterhalb des Sichtbaren befindliche Zentrum der realen Macht, das von den Wirtschafts-, Finanz- und Militäroligarchien ergriffen wird – für uns plant, welche die strategischen Entscheidungen nicht nur der USA, sondern der gesamten westlichen Welt bestimmt.
Die im Plan dargelegten „Optionen“ sind in Wirklichkeit nicht mehr als Varianten derselben Kriegsstrategie, bei welcher der Preis für Opfer und Risiken von uns allen getragen wird.
il manifesto, 21.Mai 2019
Übersetzung: K.R.

[1] Overextending and Unbalancing Russia. Assessing the Impact of Cost-Imposing Options, by James Dobbins, Raphael S. Cohen, Nathan Chandler, Bryan Frederick, Edward Geist, Paul DeLuca, Forrest E. Morgan, Howard J. Shatz, Brent Williams, Rand Corporation, May 2019.

DECLARATION OF FLORENCE

Saturday, May 25, 2019

SP -- Manlio Dinucci -- El Arte de la Guerra --Cómo acabar con Rusia, según la ‎Rand Corporation


Red Square, Moscow

«EL ARTE DE LA GUERRA»‎
‎Cómo acabar con Rusia, según la ‎Rand Corporation

por Manlio Dinucci

Obligar al adversario a estirarse demasiado para desequilibrarlo y derribarlo. No se trata de una ‎técnica de judo sino del plan contra Rusia concebido por la Rand Corporation, el ‎‎“tanque pensante” más importante de Estados Unidos que, con un equipo de miles de expertos, ‎se presenta como la fuente más confiable del mundo en materia de inteligencia y análisis político ‎para los gobernantes de Estados Unidos y sus aliados. ‎
La Rand Corporation se jacta de haber contribuido en la elaboración de la estrategia a largo plazo ‎que permitió que Estados Unidos terminara como vencedor en la guerra fría, obligando la Unión ‎Soviética a agotar sus recursos económicos en la confrontación estratégica. En ese modelo ‎se inspira el nuevo plan, Overextending and Unbalancing Russia (en español, “Sobre-extensión y ‎desequilibrio de Rusia), que acaba publicar la Rand Corporation [1]. ‎
Según los analistas de la Rand Corporation, Rusia sigue siendo para Estados Unidos un poderoso ‎adversario en ciertos aspectos fundamentales. Así que Estados Unidos debe aplicar, junto con ‎sus aliados, una estrategia conjunta a largo plazo que aproveche las vulnerabilidades rusas. Con ‎ese objetivo se analizan diversas maneras de llevar a Rusia hacia una situación de desequilibrio, ‎indicando las probabilidades de éxito, los beneficios, los costos y los riesgos que presentaría para ‎Estados Unidos cada una de esas variantes. ‎
Los analistas de la Rand Corporation estiman que la mayor vulnerabilidad de Rusia es su economía, ‎debido a su fuerte dependencia de la exportación de petróleo y gas, cuyos ingresos es posible ‎reducir reforzando las sanciones e incrementando la exportación de productos energéticos ‎estadounidenses. El objetivo es lograr que Europa disminuya la importación de gas natural ruso ‎sustituyéndolo con el gas natural licuado importado desde otros países por vía marítima. ‎
Otra manera de perjudicar la economía rusa de forma duradera consiste en estimular la ‎emigración de personal ruso calificado, principalmente de los jóvenes rusos con un nivel de ‎instrucción elevado. 
En el plano ideológico e informativo, se trata de estimular las oposiciones ‎internas y al mismo tiempo de socavar la imagen de Rusia en el extranjero, excluyéndola de los ‎foros internacionales y boicoteando los eventos deportivos internacionales que ese país organiza. ‎
En el plano geopolítico, armar a Ucrania permite a Estados Unidos sacar partido de la principal ‎vulnerabilidad exterior de Rusia, pero debe hacerse con precaución, para mantener la presión ‎sobre Rusia pero sin llegar a un gran conflicto, donde Rusia saldría ganadora. ‎
En el plano militar, Estados Unidos podría obtener importantes resultados, a bajo costo y con ‎pocos riesgos, incrementando las fuerzas terrestres de los países europeos miembros de la OTAN ‎para utilizarlas contra Rusia. 
Estados Unidos puede tener también altas probabilidades de éxito y ‎de importantes resultados, con riesgos moderados, sobre todo invirtiendo mayoritariamente en ‎bombarderos estratégicos y misiles ofensivos de largo alcance dirigidos contra Rusia. ‎
Salir del Tratado INF y desplegar en Europa nuevos misiles nucleares de alcance intermedio que ‎apunten hacia Rusia garantiza a Estados Unidos altas probabilidades de éxito pero también ‎comporta altos riesgos. ‎
Calibrando cada opción para obtener el efecto deseado, concluyen los analistas de la Rand ‎Corporation, Estados Unidos acabaría imponiendo a Rusia el más alto precio en el ‎enfrentamiento entre ambos países. Pero Estados Unidos también se verá obligado a invertir ‎cuantiosas sumas, desviándolas de otros objetivos. Así que los analistas de la Rand Corporation ‎anuncian un fuerte aumento del gasto militar para Estados Unidos y la OTAN… en detrimento de ‎los gastos sociales. ‎
Ese es el futuro que nos prepara la Rand Corporation, el más influyente de los “tanques ‎pensantes” del Estado Profundo estadounidense, que es el centro subterráneo del ‎poder verdadero –que está en manos de las oligarquías económicas, financieras y militares–, ‎el poder que determina las opciones estratégicas, no sólo para Estados Unidos sino para todo ‎Occidente. ‎
Las «opciones» previstas en ese plan no son en realidad más que variantes de la misma ‎estrategia de guerra cuyo precio, en términos de sacrificios y peligros, ya estamos pagando. ‎
il manifesto, 21 mayo 2019
Traducido al español por la Red Voltaire a partir de la versión al francés de Marie-Ange Patrizio
[1] Overextending and Unbalancing ‎Russia. Assessing the Impact of Cost-Imposing Options, por James Dobbins, Raphael S. Cohen, Nathan Chandler, Bryan Frederick, Edward Geist, ‎Paul DeLuca, Forrest E. Morgan, Howard J. Shatz y Brent Williams, Rand Corporation, mayo ‎de 2019.



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