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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Sunday, January 10, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A FOME NA CHINA EM 1959 -- January 09, 2021

 

 

 

A FOME NA CHINA EM 1959

 

Por Larry Romanoff, January 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS


 

A maior parte do mundo está, geralmente, familiarizada com o facto da China ter sofrido uma grande fome em 1959-1961. Os números da mortalidade publicados no Ocidente tendem a ser muito exagerados, alguns a atingir 80 milhões de vidas ou mais, mas de tudo o que posso assimilar das fontes originais, o verdadeiro total parece ser cerca de 20 milhões de vidas ou talvez um pouco mais. Ao discutir a causa desta mesma fome, os meios de comunicação mediática ocidentais, os colunistas, os autores e editores de livros mencionam arbitrariamente as séries de desastres naturais, os múltiplos tufões avassaladores, as tempestades excessivas persistentes, as doenças das plantas que afectaram a China em simultâneo, mas tendem a concentrar-se, unanimemente, em atribuir as culpas a Mao Tse Tung. A narrativa oficial ocidental é que Mao aterrorizou de tal forma todos os seus subordinados que estes relataram quantidades enormes de colheitas de cereais totalmente fictícias, a fim de evitar possíveis consequências, o que resultou Mao ter atribuído erradamente  a maior parte da distribuição dos alimentos e, por conseguinte, agora acumula quase toda a culpa dessas mortes. É uma boa história mas, como a maior parte da História que emana do Ocidente, não é verdadeira.

 

Fome ou escassez alimentar?

 

As catástrofes naturais, as inundações, os tufões, os insectos, não criaram a fome; criaram, unicamente, a escassez alimentar. Da mesma forma, a suposta má gestão de Mao pode (ou não pode) ter exacerbado a escassez dos alimentos, mas também não criou a fome. Ambas foram inoportunas mas desnecessárias. Se for à sua cozinha e encontrar os seus armários vazios, não morre de fome; vai ao supermercado e compra comida. Então, quando Mao descobriu a escassez de alimentos na sua cozinha, porque não foi ao supermercado? A resposta é que ele foi ao supermercado, mas o mesmo estava fechado. E a razão pela qual estava fechado é que os Banqueiros Judeus Europeus, com a sua influência sobre a recém-fundada ONU e o seu controlo sobre o governo dos EUA, conceberam um embargo alimentar mundial total contra a China, utilizando o exército dos EUA como o seu valentão para assegurar a retaliação militar caso houvesse incumprimento. (1) (2) (3) Assim, o mundo ocidental, o Canadá, a Austrália, os EUA e a Europa, todos esses países com enormes reservas alimentares excedentárias, sentaram-se e assistiram - durante três anos - enquanto 20 milhões de chineses morriam lentamente à fome, recusando-se a doar alimentos à China,abstendo-se de vender alimentos à China a qualquer preço. É verdade que o Canadá vendeu alguns cereais à China, mas foi no final, quando o embargo já estava a terminar e o montante era demasiado pequeno para ser de grande ajuda.

 

O embargo alimentar contra a China começou, de facto, mais cedo (em 1950) e continuou até 1972, sendo a primeira fase iniciada em retaliação ao envolvimento da China na Guerra da Coreia, "proposto" pelos americanos, mas que resultou numa pressão extrema através da ONU para o cumprimento a nível mundial.  (4) Foi admitido, abertamente, que o objectivo desta "guerra humanitária" visava causar a desintegração da China e, esperava-se, uma fragmentação, tal como aconteceu com a Índia.

 

Não foi, nem o desastre natural, nem a má gestão que causaram a fome na China. A única causa foi o embargo alimentar imposto pelos Judeus contra a China, o que foi, quase de certeza, um acto de retaliação. O conjunto das circunstâncias era o seguinte:

 

A História do Ocidente está corrompida

 

A História do Ocidente está de tal forma corrompida pelo controlo dos editores de livros e dos meios da comunicação mediática, que a maior parte do mundo ainda acredita que a tragédia dos 150 anos de ópio na China foi empreendida pelos britânicos. O que nunca foi verdade. Foram esses mesmos Banqueiros Judeus, os Rothschilds, Sassoons, Kadoories, Montefioris, Hardoons e outros, os responsáveis por todo o episódio do ópio na China, incluindo a destruição do Yuanmingyuan e da Academia de Hanlin, e o massacre durante a chamada "Rebelião Taiping". As enciclopédias judaicas admitem mesmo, categoricamente, que "o ópio na China era inteiramente um negócio judeu", e que Sassoon "não permitiria a participação de nenhum não-judeu". Claro que os britânicos desempenharam o seu papel, com a Rainha Victoria a dar a David Sassoon os direitos exclusivos da comercialização do ópio na China, bem como a induzir Hong Kong a dar-lhe uma base de distribuição. Mas o único papel activo desempenhado pelos britânicos foi o de concretizar o desejo dos judeus, utilizando a violência dos militares britânicos para forçar o seu cumprimento. No final desta desdita criminosa, estes judeus eram proprietários de grande parte da China e de, praticamente, toda a cidade de Shanghai.

 

Deste facto, um dos primeiros actos de Mao após a guerra, foi expulsar todos os judeus da China e confiscar todos os seus bens de ópio obtidos criminosamente, que incluíam toda a Shanghai e todas as sucursais do banco HSBC (que é inteiramente um banco judeu, não chinês de modo algum). (5) (6) As enciclopédias judaicas e várias páginas  web declaram apenas, que os judeus "partiram à pressa" após a guerra, mas não mencionam a razão pela qual partiram. Como nota secundária e mais informação limpa de impurezas da História Ocidental, é que a maioria dos judeus transportados para Shanghai antes da guerra, não estavam lá para fugir da Alemanha, mas porque tinham sido expulsos mais cedo do Japão. A Internet inglesa parece ter sido limpa de qualquer indício da expulsão dos judeus da China, e quase 100% da sua expulsão do Japão.

 

Isto é um aparte, mas as expulsões do Japão começaram na cidade de Nagasaki, fazendo sair à força todos os judeus em 1926 e é, possivelmente, a razão pela qual a cidade foi seleccionada como o segundo alvo para a bomba atómica.

 

Todos os acima mencionados deveriam ter sido presos e executados pelos seus enormes crimes contra a China e contra o povo chinês. Não consigo compreender por que razão não o foram.

 

É muitas vezes difícil e, por vezes, quase impossível documentar totalmente a responsabilidade das atrocidades que os judeus infligiram às nações ao longo dos anos, principalmente devido ao seu controlo dos meios de comunicação social e à sua prática de utilizar o que se chama uma "frente gentia" (idólatra, pagã, que não segue a religião hebraica) para os seus disfarces. Normalmente encorajam, ou coagem, outra nação, normalmente o Reino Unido ou os EUA, a fazer-lhes frente, a fazer propostas reais ou a lançar agressões militares verdadeiras. Depois, a História é emendada para excluir "o poder instalado por trás do trono" e o mundo culpa o carrasco, em vez do rei, que ordenou a decapitação. É precisamente este caso da fome na China, do ópio chinês, das guerras dos Boer, da fome ucraniana, e de tantos outros crimes contra a Humanidade.

 

Neste contexto, é muito importante compreender e apreciar o poder contido pelo controlo judeu dos meios da comunicação mediática ocidentais. Estes meios de comunicação, bem como os chamados "Historiadores" judeus, têm representado,repetidamente, a fome na China, em 1959, como uma forma de denegrir os chineses e pintar Mao como sendo um monstro desumano. Através do controlo dos meios de comunicação social, rejeitaram ou apagaram as múltiplas catástrofes naturais que atingiram a China simultaneamente, e forçaram todo o foco de atenção na suposta má gestão de Mao, convertendo uma escassez de alimentos inconveniente causada pela natureza, num acto de desumanidade brutal causado por um homem. Também eliminaram das reportagens da comunicação mediática e de todos os Compêndios de História - e da consciência pública - o facto do embargo alimentar mundial lançado contra a China, por essas mesmas pessoas.

 

Os meios de comunicação social mediática

 

O processo consiste, simplesmente, em coordenar os poucos proprietários dos meios de comunicação, a ler o mesmo guião, a forçar toda a atenção e discussão para o canal desejado, neste caso a suposta incompetência e desumanidade do Presidente Mao. Nenhum jornal, estação de rádio ou televisão, revista ou editora de livros irá permitir a distribuição de informação fora deste canal. Dentro do canal, nada é circunscrito ou censurado, sendo todas as observações permitidas, mas não será permitido nenhum artigo, comentários de leitores, noticiários, cartas ao editor, que contenha informação que contradiga este foco. Esta é uma medida de propaganda tão eficaz que hoje, mesmo dentro da China, aqueles que investigam a fome na China concentrar-se-ão nas actividades de Mao, ignorando o ‘elefante na sala’, o facto verdadeiro ou óbvio que é o embargo alimentar judeu à China, que foi a causa autêntica da fome e da morte através da fome, de 20 milhões de chineses.

 

Para além da odiosa propaganda anti-China, os mesmos meios de comunicação mediática, historiadores e colunistas transformaram lentamente a História de 20 milhões de chineses a morrer à fome para 20 milhões de chineses a morrer "sob a liderança de Mao", para 20 milhões de chineses a serem "mortos por Mao", número esse que depois cresceu em acréscimos de 20 milhões para 30, para 40 e 50 e hoje em dia, grande parte da sociedade ocidental acredita que Mao "matou" 80 milhões de pessoas do seu próprio povo. E assim, a maioria de tudo o que os ocidentais "sabem" sobre a China é uma mentira, fabricações criadas e ditadas pelos Banqueiros Judeus Europeus e divulgadas pelos seus leais representantes que são donos ou controlam praticamente toda a paisagem mediática do Ocidente.

 

Além do mais, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que os judeus causaram fome maciça no mundo. Houve a fome de Bengala, na Índia, em 1770, onde cerca de um terço da população morreu e, o sucedido, foi inteiramente concretizado pelo homem, com os judeus Rothschilds e a sua British East India Company a forçarem os agricultores a cultivar ópio para vender na China e, por essa razão, não tinham comida. Mais de dez milhões morreram à fome neste acontecimento, morreu cerca de um terço de toda a população. Noutras ocasiões, Rothschild confiscou deliberadamente na Índia, a maior parte de uma colheita para vender no Reino Unido, enquanto incontáveis milhões de indianos morreram de fome. Do mesmo modo, foram os judeus bolcheviques que criaram a fome ucraniana de 1932-33, que matou à fome, pelo menos, 8 milhões de pessoas. Actualmente, os meios de comunicação social judeus e muitas organizações judaicas estão a tentar desesperadamente destruir esta verdade, afirmando que se trata de um embuste engendrado por "russos anti-semitas", mas é indiscutível. Aconteceu realmente como os ucranianos afirmam. De facto, muitas das fotografias que nos foram mostradas de enormes pilhas de cadáveres emagrecidos em extremo, não são de judeus mortos pelos alemães, como nos foi dito, mas de ucranianos mortos à fome pelos judeus. Há outros exemplos de fomes que estão a ser originadas por estas mesmas pessoas.

 

Gostaria de acrescentar um outro assunto a esta narrativa, o das infestações simultâneas de várias doenças de plantas e surtos de insectos que atingem o Nordeste da China para coincidir com os tufões e outras ocorrências que podemos culpar à Mãe Natureza. Ainda não tive ocasião de pesquisar a fundo este elemento, mas parecem-me curiosos, alguns aspectos destes acontecimentos biológicos, devido ao seu ‘timing e distribuição’. Nesta fase, não posso acusar os EUA de dar uma ajuda à natureza na criação da grande escassez alimentar da China, mas não seria a primeira vez e certamente não será a última. Há agora provas volumosas de que os EUA tiraram muito proveito do conhecimento adquirido da Unidade 731, de Shiro Ishii, e da transformação de insectos e doenças de plantas em armas biológicas, durante a Guerra da Coreia, quando enormes quantidades destes agentes patogénicos foram distribuídos por vastas áreas do nordeste da China. Se funcionou uma vez, deveria funcionar novamente.

 

E é claro que temos as invasões biológicas mais recentes da China, começando com o surto de SARS e culminando com sete surtos biológicos graves separados na China durante os últimos dois ou mais anos, culminando com a COVID-19 e uma gripe aviária gravemente patogénica, em 2019, a única nação do mundo a ter sofrido uma série de ataques deste tipo e cada um deles, com o seu próprio conjunto de circunstâncias extremamente suspeitas. Mais uma vez digo, que não é possível culpar abertamente os EUA destes ataques, mas ao reunir todos os factos conhecidos e ao considerar estes acontecimentos como partes ligadas de uma agenda ou programa, é impossível evitar uma forte suspeita de uma **‘mão negra’ americana.


Este artigo será actualizado com mais pormenores e muitos mais links de referência. Faz parte de uma série. Há muito mais sobre a História dos Judeus na China.


**(Termo histórico) um grupo de chantagistas e terroristas sicilianos formado na década de 1870 e a agir nos Estados Unidos, no início do séc. XX.

 

*

Os artigos do Snr. Romanoff foram traduzidos em 28 idiomas e postados em mais de 150 sites de notícias e política de idiomas estrangeiros, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, ocupou cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi proprietário de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante na Universidade Fudan de Shanghai,  ministrando casos de estudo em assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, actualmente, está a escrever uma série de dez livros, de um modo geral, relacionados com a China e com o Ocidente. O seu arquivo completo pode ser visto em https://www.moonofshanghai.com/  e http://www.bluemoonofshanghai.com/  Pode ser contactado através do email: 2186604556@qq.com

 

A fonte original deste artigo é o site PRAVDA 

 

Larry Romanoff é um dos autores que contribuíram para a nova antologia de Cynthia McKinney, 'When China Sneezes'. Capítulo 2 – Lidar com Demónios

 


Copyright © Larry RomanoffMoon of ShanghaiBlue Moon of Shanghai, 2021

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Website: Moon of Shanghai

 

 


Friday, May 22, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- Coronavírus da China. “Não podemos excluir a origem artificial destas infecções"

Uma avaliação russa
Por Larry Romanoff e Igor Nikulin
Global Research, February 17, 2020
Região: AsiaRussia and FSU
Nota de Introdução
Em artigos anteriores, relacionei as opiniões de bioquímicos e especialistas de guerra biológica sobre as circunstâncias que justificam a suspeita de um vírus a ser criado num laboratório e libertado, deliberadamente, num país estrangeiro como meio de guerra de baixa ou alta intensidade, ou apenas como meio de desestabilizar uma nação e, talvez, prejudicar seriamente a sua economia, sendo a perda de vidas uma vantagem complementar. Os EUA são o país que parece mais empenhado na guerra biológica, embora várias outras nações sejam participantes calculistas, incluindo o Reino Unido e Israel.
Gostaria de recordar aos leitores a declaração do PNAC (Project for the New American Centurynum relatório intitulado "Reconstruindo as defesas da América", que
"Formas avançadas de guerra biológica que podem “atingir” genótipos específicos, podem transformar a guerra biológica ... numa ferramenta politicamente útil". (1)

Wednesday, May 13, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- Uma Narrativa de Alerta sobre a OMS

Moon of Shanghai, May 10, 2020

World Health Organization Announces Coronavirus Cannot Hang in the ...

Parece não haver falta de argumentos de diversas fontes bem informadas e independentes de que a OMS tem duas funções principais, a primeira é ser uma ferramenta para a redução da população mundial em nome dos seus mestres e a segunda é ser um poderoso agente de marketing para as grandes empresas farmacêuticas - especificamente, para os fabricantes de vacinas. Muitos críticos apontaram que os 'especialistas em vacinação' da OMS estão “dominados pelos fabricantes de vacinas, que se beneficiam com os contratos enormemente lucrativos de vacinas e antivirais, concedidos pelos governos”. E, de facto, as comissões consultivas e outras envolvidas nos programas de vacinas da OMS parecem bastante povoadas pelos que lucram directamente com esses mesmos programas.

Também, hoje, as justificações e as preocupações com o controlo e redução da população estão longe de ser teorias da conspiração, com muitas provas, algumas delas assustadoras de que actualmente essa é, de facto,  a principal agenda da OMS. Já vimos muitos indícios concretos do envolvimento desse órgão em ambas as áreas para justificar que devemos ignorá-los como sendo medos inaceitáveis. Além de que existe uma lista perturbadora de indivíduos intimamente associados à OMS, que tiveram como projecto favorito, a  redução da população ou a vacinação em massa; indivíduos como David Rothschild, David Rockefeller, George Soros, Donald Rumsfeld, Bill Gates e muitos mais, e a lista inclui organizações nacionais como o CDC, FEMA, Departamento de Segurança Interna dos EUA, Rockefeller e Carnegie Institutes, CFR e outros.

Baseados em todas as evidências, não é difícil concluir que a OMS é uma empresa criminosa internacional sob o controlo de um grupo notável, com dinastias corporativas europeias no seu centro que, como observou um escritor, “fornece liderança estratégica e financia o desenvolvimento, fabrico e libertação de vírus sintéticos fabricados pelo homem, apenas para justificar vacinas em massa imensamente lucrativas”. Vimos muitos casos de um vírus não comum e produzido, aparentemente, em laboratório, surgir sem aviso prévio, sendo o início seguido imediatamente por declarações urgentes e preocupadas da OMS, de mais uma vacinação em massa obrigatória.

Temos a produção desenfreada de vírus mortais em laboratórios secretos ao redor do mundo e a repetida libertação “acidental” deles em várias populações (pensem no ZIKA) – ao que parece, inevitavelmente, sem explicações, desculpas ou mesmo com a aparência de ser uma investigação real, e muito menos uma censura, acusações criminais ou civis. Também temos a imunidade legal geral de todas as empresas farmacêuticas na criação e propagação de agentes patogénicos mortais através da vacinação. Quando adicionamos a esta mistura, a história de criminalidade da OMS, como no famoso programa internacional de esterilidade através da vacina do tétano/hCG, o curioso momento do início da SIDA/AIDS e as múltiplas ocorrências dos programas de vacinação da OMS que coincidem perfeitamente com um surto repentino de outra doença invulgar nas mesmas áreas e populações, seria necessário sermos idealistas inabaláveis para não nos surgirem grandes suspeitas.

Vacinação da OMS e controlo  da população

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Moon of Shanghai


Saturday, May 2, 2020

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...




A que países já chegou o coronavírus? O mapa atualizado – Observador

This article follows from Part 1: "The US Government Declares War on America", which listed a 70-year history of the US military and CIA having performed secret and deadly Biological, Chemical, and Radiation "Experiments" on Americans and on many other nations.

Current circumstances have caused a paradigm shift in the public's perception of this pandemic, and answers are demanded. One of those circumstances is 
another more definitive study, this time by experts from the University of Cambridge and their peers from Germany who analyzed 160 virus genomes extracted from human patients around the world. Their major finding was that the coronavirus had three distinct strains, namely A, B, and C. They proved that the type which infected China - B - was not the original virus but a derivative from the parent (A) which existed primarily in the US, at least initially.

They also completed a still-unpublished analysis of another 1,001 genomes, their study providing solid evidence (as have others) that the spread of the disease among humans occurred between September 13 and December 7, 2019, long before it was identified in China.

There is more:


In 2004, the Hong Kong Wenweipo published an article titled, "Earliest SARS outbreak suspected in US", quoting AP and Reuters (3) about a 45-year-old American woman who became gravely ill with typical SARS symptoms a few months prior to the outbreak in Hong Kong and who died within a day, with the entire hospital and about 80 other individuals with whom she'd had contact all being immediately quarantined. Wenweipo, Chinese researchers, Russian virologists, and military experts speculated the SARS virus was necessarily man-made and almost certainly released from a US military lab, the US leak being covered up. It is still a puzzle to explain how the Western (US) media immediately and unanimously knew SARS was caused by civets when for months nobody on the ground knew anything factual.

MERS first exploded in South Korea at the JUPITR-ATD bio-weapons lab on the US Airbase at Osan, with more than 100 South Korean soldiers suddenly quarantined on the base. Today the US military seems to be taking a strong lead in the COVID-19 outbreak in South Korea, with US servicemen having suspiciously frequent contact with the fanatic Shincheonji religious cult who have been the source of most COVID-19 infections in South Korea. It is not easy to explain the coincidence of both MERS and COVID-19 appearing to have perhaps originated from the same labs at the Osan Airbase. Similarly, Ebola emerged simultaneously in three different locations thousands of kilometers apart, each within a stone's throw of a US military bio-weapons lab. HIV-AIDS also originated in the US, its simultaneous spread to two other continents still a matter of fierce debate.

Thursday, April 16, 2020

Part 2: A Paradigm Shift -- COVID-19 Needs a Criminal Investigation


Part 2: A Paradigm Shift
COVID-19 Needs a Criminal Investigation

Cómo ver la situación del COVID-19 en tiempo real?

This article follows from Part 1: 
"The US Government Declares War on America", which listed a 70-year history of the US military and CIA having performed secret and deadly Biological, Chemical, and Radiation "Experiments" on Americans and on many other nations.


Current circumstances have caused a paradigm shift in the public's perception of this pandemic, and answers are demanded. One of those circumstances is 
another more definitive study, this time by experts from the University of Cambridge and their peers from Germany who analyzed 160 virus genomes extracted from human patients around the world. Their major finding was that the coronavirus had three distinct strains, namely A, B, and C. They proved that the type which infected China - B - was not the original virus but a derivative from the parent (A) which existed primarily in the US, at least initially.

They also completed a still-unpublished analysis of another 1,001 genomes, their study providing solid evidence (as have others) that the spread of the disease among humans occurred between September 13 and December 7, 2019, long before it was identified in China.

There is more:

In 2004, the Hong Kong Wenweipo published an article titled, "Earliest SARS outbreak suspected in US", quoting AP and Reuters (3) about a 45-year-old American woman who became gravely ill with typical SARS symptoms a few months prior to the outbreak in Hong Kong and who died within a day, with the entire hospital and about 80 other individuals with whom she'd had contact all being immediately quarantined. Wenweipo, Chinese researchers, Russian virologists, and military experts speculated the SARS virus was necessarily man-made and almost certainly released from a US military lab, the US leak being covered up. It is still a puzzle to explain how the Western (US) media immediately and unanimously knew SARS was caused by civets when for months nobody on the ground knew anything factual.

Part 1 -- The US Government Declares War on America

The US Government Declares War on America
Biological, Chemical, and Radiation "Experiments" on Americans

Children Fed Radioactive Cereal
This article is Part 1 of 2. It provides the background and some necessary context as an introduction for what follows, an environment of secret US military activity conclusively supported by thousands of pages of documented evidence.

For the past 70 or so years, the US government 
waged a war against its own citizens, a reprehensible history of illegal, unethical and immoral experiments exposing countless millions of US civilians to deadly procedures and pathogens. According to a US Congressional investigation, by the late 1970s "at least 500,000 people were used as subjects in radiation, biological and chemical experiments sponsored by the US Federal Government on its own citizens". The truth is in the tens of millions.

The United States Government Accountability Office issued a report on September 28, 1994, which stated that between 1940 and 1974, the United States Department of Defense and other national security agencies studied hundreds of thousands of human subjects in tests and experiments involving hazardous substances.

A quotation from the study:

PT -- LARRY ROMANOFF -- Parte 1 -- O Governo dos EUA declara guerra à América (actualizado)


O Governo dos EUA declara guerra à América

Experiências” biológicas, químicas e de radiação infligidas aos americanos

Children Fed Radioactive Cereal

As crianças da Fernald State School foram alimentadas com Cereais Radioactivos

Parte 1 de um artigo dividido em 2, que fornece os antecedentes e algum contexto necessário como introdução para o que se segue - o ambiente da actividade secreta militar dos EUA – apoiado, rigorosamente, por milhares de páginas de provas documentadas.

Nos últimos 70 anos, o Governo dos EUA travou uma guerra contra os seus cidadãos, uma história repreensível de experiências ilegais, anti-éticas e imorais, expondo incontáveis milhões de civis dos EUA a procedimentos e agentes patogénicos mortais. De acordo com uma investigação do Congresso dos EUA, no final da década de 1970 “pelo menos 500.000 pessoas foram usadas como sujeitos em experiências de radiação, biológicas e químicas, patrocinadas pelo governo federal dos EUA nos seus próprios cidadãos”. A verdade está na casa das dezenas de milhões.

O Departamento de Prestação de Contas dos EUA emitiu um relatório, em 28 de Setembro de 1994, afirmando que, entre 1940 e 1974, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e outras agências de segurança nacional estudaram centenas de milhares de seres humanos sujeitos a testes e experiências que envolviam substâncias perigosas.

Uma citação desse estudo:

Muitas experiências que testaram vários agentes biológicos em seres humanos, referidas como Operação Whitecoat, foram realizadas em Fort Detrick, Maryland, na década de 1950. Originalmente, eram aplicadas em homens recrutados como voluntários. No entanto, depois dos homens alistados terem feito uma greve para obter mais informações sobre os perigos dos testes biológicos, não foram realizados acompanhamentos com anotações, nem mantidos registos dos participantes. Mais tarde, os militares dos EUA alegaram ter informações de contacto com apenas, cerca de 1.000 dos participantes originais. [O] programa de Defesa Biológica dos Estados Unidos contém dezenas de divisões, departamentos, grupos de pesquisa, bio-inteligência e muito mais, não estando relacionados com a “defesa”, de modo algum”.

Do documento: American nuclear Guinea Pigs: Three decades of radiation experiments on U.S. citizens: Relatório preparado pela Subcomissão de Conservação de Energia, da Comisssão de Energia e Comércio, U.S. House of Representatives, Novembro de 1986: U.S. Government Printing Office, Washington, 1986, 65-0190

Saturday, April 11, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- Parte III -- Sementes Geneticamente Modificadas: Concebidas como Armas

Global Research, 11 de Fevereiro de 2020
Região: USA








As sementes e os alimentos GM (Geneticamente Modificados) apresentam grandes riscos para todas as nações, tanto que, por muitas razões, provavelmente é imperativo que esses alimentos sejam banidos completamente. Este assunto é grande demais para ser discutido aqui, mas um aspecto exige um breve aviso. Se nos interrogassem sobre a origem das sementes GM, como é que a ideia foi concebida e desenvolvida, quem fez a pesquisa e quem forneceu o financiamento, como responderíamos? Podemos sugerir razoavelmente que, talvez, o conceito tenha sido originado no Departamento de Biologia ou de Agricultura de alguma universidade, ou que um laboratório do Governo ao fazer pesquisas sobre fornecimentos de alimentos possa ter concebido e continuado esta ideia. Ou, podemos sugerir que uma empresa privada, no campo da Agricultura, estava à procura de variedades mais produtivas de grãos e deparou-se com este processo.
Podíamos sugerir todas estas respostas, mas em cada caso estaríamos errados. As sementes GM foram concebidas, promovidas, pesquisadas e financiadas pelo Departamento de Defesa dos EUA - o Departamento de Guerra Americano. As sementes GM (geneticamente modificadas) nunca foram concebidas como a maneira de alimentar os famintos, mas foram concebidas e desenvolvidas como uma arma ou, mais precisamente, como um sistema de distribuição e entrega de armas. As sementes geneticamente modificadas nunca foram destinadas a sustentar a vida humana, mas a eliminá-la.

Friday, April 10, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- A Distribuição Geopolítica das Armas Biológicas

Global Research, 10 de Fevereiro de 2020
Deveria ser evidente que o lançamento da guerra biológica, como na guerra convencional, é consideravelmente facilitado pela localização de bases militares, armas ofensivas e sistemas de entrega o mais próximo possível dos inimigos em potencial. Essa é uma das razões pelas quais os EUA estabeleceram as suas quase mil bases militares no estrangeiro - para garantir a capacidade de colocar um inimigo sob ataque em 30 minutos, em qualquer lugar do mundo. Obviamente, a mesma estratégia aplica-se à guerra biológica, tendo as forças armadas dos EUA criado dezenas desses laboratórios eufemisticamente definidos como “infraestruturas de segurança e saúde”, em países estrangeiros.
É assustador saber que muitas dessas bio-instalações no estrangeiro são classificadas como sendo tão “ultra-secretas”, que estão mesmo fora do conhecimento e do controlo dos governos locais, das nações onde são construídas. Também é assustador saber que todos os surtos do Ebola ocorreram nas proximidades de vários desses bem conhecidos e ultra-secretos laboratórios de armas biológicas dos EUA, em África.
Houve grandes medos, há alguns anos, quando os cientistas americanos recriaram o vírus da gripe espanhola, que matou cerca de 50 milhões de pessoas em 1918. Passaram nove anos nesse esforço antes de serem bem sucedidos e, agora, há grandes quantidades desse vírus armazenadas num laboratório de alta segurança do governo, em Atlanta, na Geórgia. Recentemente, os cientistas criaram uma super estirpe mutável do vírus da gripe das aves, a H5N1, que é directamente transmissível entre seres humanos e teria, pelo menos, uma taxa de mortalidade de 50%, criando, em 2005, o medo de uma pandemia global que poderia matar centenas de milhões de seres humanos.
No final de 2013, 50 dos cientistas mais eminentes do mundo criticaram severamente a pesquisa Ron Fouchier  e colegas do Erasmus Medical Center , em Roterdão, que desenvolveram variedades mutantes do vírus da gripe das aves H5N1, que são muito mais perigosas para os seres humanos. Os cientistas relataram que a pesquisa foi projectada para tornar o vírus totalmente transmissível entre humanos e tinha, claramente, uma dupla função civil-militar. Esta gripe, quando projectada, pode matar metade da população do mundo, e não por acidente. As forças armadas dos EUA financiaram esta pesquisa com mais de 400 milhões de dólares.
A Guerra da Coreia
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Durante e após a Guerra da Coreia, a China forneceu provas consideráveis ​​de que os militares dos EUA estavam a empregar agentes patogénicos biológicos contra os chineses e contra os norte coreanos. Mais de 25 prisioneiros de guerra norte-americanos apoiaram as reivindicações chinesas - e forneceram provas adicionais e muito detalhadas, corroborando a evidência do antrax, de vários insectos, como mosquitos e pulgas com febre amarela e até folhetos de propaganda infectados com cólera, em todo o nordeste da China e, praticamente, em toda a Coreia do Norte. O Governo dos EUA apresentou imediatamente acusações judiciais de insurreição contra os soldados que contavam as suas histórias dessas actividades ilegais, aplicando enorme pressão para silenciá-los, ameaçando até os advogados de defesa com consequências não especificadas. Numa tentativa final desesperada para silenciar esses antigos prisioneiros de guerra, os militares dos EUA confiaram na CIA para submetê-los a tratamentos prolongados com uma droga recém-descoberta e perigosa chamada Metrazol, na tentativa de apagar totalmente todas as memórias das suas actividades na Coreia, destruindo, visivelmente, as mentes dos homens nesse processo.
O site Global Research publicou um artigo em 07 de Setembro de 2015, de David Swanson que fornecia alguns detalhes das tentativas americanas de inundar a Coreia do Norte com a Peste Bubónica, começando com a declaração: “Isto aconteceu há 63 anos, mas como o Governo dos EUA nunca deixou de mentir sobre esse assunto e, geralmente, é conhecido apenas fora dos Estados Unidos, vou tratá-lo como se fosse uma notícia.”(A
Correcto em todos os aspectos. Curtis LeMay  não só conduziu as suas  tentativas sinceras de exterminar toda a população civil da Coreia do Norte, bombardeando virtualmente todas as casas do país, mas agora há um enorme e ainda emergente volume de provas indiscutíveis de que os americanos lançaram insectos na Coreia do Norte e na China e materiais contendo antrax, cólera, encefalite e peste bubónica. (26) 
Então, em 10 de Setembro de 2012, o Los Angeles Times publicou um artigo discutindo o assunto dos médicos “ainda a tentar diagnosticar os mistérios do Hantavírus”, mais de 20 anos após esse agente patogénico mortal ter sido identificado, pela primeira vez nos EUA, em 1993. (101)  Neste caso, o vírus parecia atacar só índios nativos - as infecções concentradas numa área de quatro estados - que desenvolveram problemas respiratórios repentinos e, frequentemente, morriam em poucas horas. A maioria das vítimas relatou que “não se sentia bem” num dia e morria no dia seguinte, pelo que parecia ser um agente patogénico muito misterioso com uma origem indeterminável. Mas, depois, surgiu “uma pista por mero acaso” de um telespectador, um médico que afirmou que essa doença parecia muito semelhante à causada por um vírus que ele observara nas forças armadas americanas na Coreia, nos anos 50. E os testes provaram, com veracidade, que a doença foi causada por uma variação do mesmo Hantavírus que atacou as tropas na Coreia. (27
O vírus chamou a atenção porque algumas tropas americanas foram acidentalmente expostas a ele na Coreia, a maioria das quais morreu de repente. Dois factos que foram eliminados dos relatórios públicos da época: (1) o vírus atacou norte-coreanos e chineses em maior número; e (2) esse Hantavírus foi um especimen do tesouro de armas biológicas que os americanos herdaram do Dr. Ishii e da sua Unidade 731. Os japoneses estavam anos-luz à frente dos americanos e dos aliados ocidentais na pesquisa de vírus e tinham isolado o Hantavírus letal no final da década de 1930, com muitas provas de que era usado contra a China pelos japoneses e, posteriormente, contra a China e contra a Coreia do Norte, pelos americanos. Parece que parte desse material escapou do controlo e expôs os soldados norte-americanos e sul-coreanos à sua própria obra.
A Guerra biológica dos EUA a Cuba
Um dos programas de guerra biológica mais conhecidos (fora dos EUA), conduzidos pelos americanos e notável pela sua longevidade, é o ataque ofensivo durante décadas, a Cuba. As forças armadas dos EUA e a CIA realizaram tantos ataques biológicos que há um museu em Havana que fornece provas substanciais dos muitos anos de guerra biológica contra esse pequeno país. Jeffrey St. Clair observou num artigo alguns desses acontecimentos, como se segue: (28) 
“Em 1971, os primeiros casos documentados de peste suína no hemisfério ocidental, apareceram em Cuba, resultando na morte de mais de 500.000 suínos. Cuba acusou os EUA de importar esse vírus para o país e, mais tarde, um agente da CIA admitiu que entregou o vírus a exilados cubanos no Panamá, que o levaram para Cuba. A notícia era pública, mas a comunicação mediática americana ignorou-a. Em 1981, Fidel Castro culpou a CIA por um surto de dengue, em Cuba. A febre matou 188 pessoas, incluindo 88 crianças. Em 1988, um dirigente cubano exilado chamado Eduardo Arocena, admitiu trazer alguns germes para Cuba, em 1980. Outra ocasião envolveu um surto de thripes palmi,  um insecto que mata plantações de batata, palmeiras e outras vegetações. Os thripes apareceram pela primeira vez em Cuba, em 12 de Dezembro de 1996, após vôos de baixa altitude sobre a ilha, de aviões do governo americano. Os EUA conseguiram anular uma investigação das Nações Unidas sobre o incidente.”
Esta foi, somente, uma pequena parte da agressão biológica da América contra Cuba. Em 1979, o Washington Post publicou relatórios sobre um antigo programa de guerra biológica americana contra a agricultura cubana que existia, pelo menos, desde 1962, pela secção de guerra biológica da CIA. E em 1980, os EUA acreditavam ter descoberto um agente biológico que visaria russos étnicos e enviaram um navio da Florida para Cuba, numa missão para “transportar alguns germes para Cuba para serem usados contra os soviéticos”. E, recentemente, em 1996 e 1997, o Governo cubano estava novamente a acusar os EUA de se envolverem em guerra biológica, pulverizando as culturas cubanas com agentes patogénicos biológicos durante “voos de reconhecimento” ilegais. Também foi relatado definitivamente que, durante a crise dos mísseis cubanos, um grande número de armas químicas e biológicas foram carregadas em aviões militares americanos, preparadas para serem usadas em Cuba.
Os esforços americanos de guerra biológica também foram lançados em, pelo menos, várias outras nações da América Central e do Sul, envolvendo vários agentes patogénicos virais, cancros e produtos químicos. No seu artigo, St. Clair referiu uma epidemia de dengue que eclodiu em Manágua, na Nicarágua, onde cerca de 50.000 pessoas ficaram gravemente doentes e muitas morreram. O ataque ocorreu durante a guerra da CIA contra o governo sandinista, onde o surto aconteceu, imediatamente após uma série dos chamados “voos de reconhecimento” de baixa altitude, levados a cabo pelos americanos sobre Manágua.
Também foi relatado de forma confiável por várias fontes, que as forças armadas dos EUA usaram o Haiti como uma espécie de laboratório biológico de “estação aberta”, expondo a população local a quase tudo o que se possa imaginar, com a comunicação mediática americana mantendo uma tampa muito rígida sobre a fuga de informações. Ainda mais repreensível foi o tratamento concedido aos haitianos que cometeram o grave erro de se tornarem “pessoas embarcadas”, ou seja, escaparam do laboratório de patologia americano ao emigrar em pequenos barcos para os EUA. O Governo dos EUA deportou a maioria para Porto Rico, para serem usados como cobaias e ratos de laboratório, onde ficariam fora da vista do Congresso e da comunicação mediática e, de acordo com os relatos, mantinham-nos em campos de concentração para lhes infligir quaisquer ‘testes científicos’ que eles tinham evitado no seu país. Num caso, em 1980, centenas de homens haitianos nesses campos de detenção, desenvolveram seios femininos de tamanho real após serem injectados repetidamente com hormonas desconhecidas, pelos médicos militares dos EUA. O registo histórico diz-nos que o mesmo foi feito com as mesmas pessoas numa base militar publicamente fora dos limites da Florida.
Juntamente com Cuba, há o estranho caso da ocorrência, mais ou menos simultânea, de cancro entre os dirigentes dos países sul-americanos, coincidindo em cada caso, com a infecção de um líder nacional que os EUA desprezavam e que tinham tentado afastar por vários outros meios. Tivemos Hugo Chávez, Presidente da Venezuela, a Presidente da Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner, a Presidente do Brasil, Dilma RousseffFernando Lugo, do Paraguai, e o antigo Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Um Presidente brasileiro anterior, falando desses cancros, disse numa entrevista:
“É muito difícil explicar, mesmo com a lei das probabilidades, o que está a acontecer a alguns dirigentes da América Latina. É, no mínimo, estranho, muito estranho. "
A Bio-Parceria Secreta EUA-Japão durante a Segunda Guerra Mundial
Quando as tropas japonesas invadiram o nordeste da China, em 1932, o Dr. Shiro Ishii iniciou o seu notável programa de experimentação de guerra biológica num sector perto de Harbin, disfarçado de unidade de purificação de água, então conhecida como Unidade 731. Começou com vários gases venenosos, incluindo gás mostarda, em seguida, usou aviões para distribuir cascas de algodão e arroz contaminadas com a peste bubónica, em várias partes da China Central. A sua unidade recolheu chineses que resistiam à ocupação japonesa, usando-os para atrocidades médicas ilimitadas, incluindo vivissecção ao vivo. O New York Times relatou o relato de um médico japonês, que descrevia a sua experiência nesse local:
 “Cortei-o do peito para o estômago e ele gritou terrivelmente e o seu rosto estava todo torcido em agonia. Emitiu um som inimaginável, estava a gritar horrivelmente. Mas depois, finalmente, parou. Isto tudo foi um dia de trabalho para os cirurgiões, mas realmente impressionou-me muito, porque era a minha primeira vez.” (29) 
Ishii faria com que as suas equipas infectassem as vítimas com antrax, cólera, febre tifóide, tétano, disenteria, sífilis, peste bubónica e outros agentes patogénicos, depois dissecavam-nas enquanto ainda estavam vivas, para examinar os resultados, seguido pela cremação das provas. O Departamento do Cirurgião Geral das Forças Armadas dos EUA estimou que 580.000 chineses foram mortos desta maneira, com atrocidades cometidas por alguns dos médicos mais ilustres do Japão. (30) 
No final da guerra, quando ficou claro que o Japão estava a perder e teria de se retirar da China, Ishii ordenou que todos os prisioneiros chineses fossem mortos e os seus corpos queimados, depois destruíram com explosivos todo o complexo da Unidade 731 para esconder todos os vestígios das suas experiências. O General Douglas MacArthur, na época Comandante das potências aliadas no Japão, fez um acordo secreto com Ishii e com toda a equipa da Unidade 731 para transferir para as Forças Armadas dos EUA todos os registos da guerra biológica e das vivissecções para estudo militar dos EUA, em troca do encobrimento completo - todas as provas da existência dessas actividades e promessa de imunidade contra processos por crimes de guerra. (31) 
Ishii entregou às forças armadas dos EUA apenas, numa vez, mais de 10.000 páginas das suas “descobertas de pesquisa”, após as quais os americanos reescreveram os livros da História do Japão e é, por isso, que nem os japoneses nem o mundo conhecem as atrocidades maciças cometidas na China, e que foi onde as forças armadas americanas adquiriram grande parte da sua experiência e know-how (conhecimento) em armas químicas e biológicas e os métodos de experimentação humana, que mais tarde se aplicariam tão livremente na Coreia, no Vietname e nos cidadãos americanos.
Em 6 de Maio de 1947, MacArthur informou Washington, do seguinte:  “Dados adicionais, possivelmente algumas declarações de Ishii provavelmente podem ser obtidas informando os japoneses envolvidos que as informações serão retidas nos canais dos serviços secretos e não serão empregadas como provas de “crimes de guerra””. Alguns japoneses foram presos pelas forças soviéticas pelos seus crimes biológicos contra os russos e julgados nos julgamentos de crimes de guerra de Khabarovsk, em 1949, mas, para encobrir os seus próprios procedimentos, os americanos impugnaram todos os testemunhos das vítimas sobreviventes e os julgamentos russos de crimes de guerra dos japoneses como sendo “propaganda comunista”. (32) (33)   
O Governo e as forças armadas dos EUA não só forneceram ao Dr. Ishii e à sua equipa total imunidade contra a acusação, como importaram todo o grupo para os EUA, todos estacionados secretamente nas bases militares dos EUA e na folha de pagamento do Exército dos EUA. Ishii foi, durante muitos anos, orador convidado da escola de guerra militar dos EUA, em Fort Detrick, e teve um cargo lucrativo como professor titular e supervisor da pesquisa biológica da Universidade de Maryland até à sua morte, décadas depois. Foi somente, em 1995, que os militares dos EUA finalmente admitiram que tinham oferecido imunidade, identidades secretas e bons empregos com altos salários a esses cientistas e médicos japoneses em troca de seu trabalho de pesquisa de guerra biológica e experimentação humana. Essas pessoas foram recrutadas não só pelos militares, mas pelo CDC, pelo Departamento de Estado dos EUA, pelos serviços secretos militares, pela CIA e pelo Departamento da Agricultura dos EUA, todos para trabalhar em “projectos secretos do governo”.
Epílogo
Desde os primeiros dias das experiências de guerra biológica da América, os dirigentes políticos e militares dos EUA, bem como os funcionários da CIA, não fizeram nenhum esforço para esconder o seu interesse em desenvolver métodos de infectar indivíduos com cancro como um método de se livrar dos dirigentes nacionais de que não gostavam, como sendo um método com perfeita negação plausível. O histórico americano de ter assassinado por vários meios, cerca de 150 dirigentes políticos de outras nações, irá comprovar essa afirmação.
“O que é fascinante é que as armas biológicas não são, apenas, assassinos em massa muito eficientes, mas são bastante económicas em comparação com as guerras com outros armamentos. Além do mais, as armas genéticas podem ser dispersas de várias maneiras, usando insectos ou bactérias infectados por vírus ou agregadas a sementes GM (geneticamente modificadas). Essas armas são difíceis de detectar e de identificar e, muitas vezes, pode demorar anos  para conseguir obter o tratamento ou a vacina.
Dr. Leonard Horowitz, famoso denunciante da indústria farmacêutica, citou um especialista que dizia que planearia um ataque biológico
“Com delicadeza súbtil, para fazê-lo parecer um surto natural, o que atrasaria a resposta e travaria o processo de tomada de decisão. Mesmo se  suspeitarem de terrorismo biológico, é difícil provar. É, igualmente, difícil de contestar. . . Podem seguir o rasto de uma remessa de armas, mas é quase impossível investigar as origens de um vírus que chega inserido num insecto pequeno”.
Um autor observou que uma libertação adequada de um agente infeccioso dificultaria o diagnóstico e o tratamento, acrescentando que esse tipo de guerra biológica não pode ser pesquisada até à sua fonte e pode ser considerada uma “Acção Divina”. 
Muitos surtos recentes de doenças parecem qualificar-se, adequadamente, como potenciais agentes de guerra biológica: AIDS, SARS, MERS, gripe das aves, gripe suína, hantavírus, doença de Lyme, vírus do Nilo Ocidental, Ebola, poliomielite (Síria), febre aftosa, Síndrome da Guerra do Golfo e ZIKA.
A comunicação mediática ocidental de massa  ignorou tudo isto, censurando toda uma parte da História, e até a Internet foi esfregada com o Google e o Bing, incapazes de encontrar a verdade que existe por aí. Mais uma vez, a liberdade de expressão depende inteiramente de quem controla o microfone.
* Este texto é a Parte II de um artigo de 3 partes.

FREE JULIAN ASSANGE

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