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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Friday, April 26, 2019

PT -- “PARA SAIR DA GUERRA É NECESSÁRIO SAIR DA NATO"

«Чтобы выйти из войн, надо выйти из НАТО»
Teve início na Europa, o processo de criação de um movimento específico contra a guerra e, ao mesmo tempo, de orientação anti NATO e pode ser posto em prática.

*Vladimir Kozin   
23 de Abril de 2019   10:29 

A Conferência Internacional dos membros de organizações sem fins lucrativos (não-governamentais), realizada em Abril deste ano, em Florença, Itália, poderia permanecer fora do horizonte das personalidades políticas e governamentais, bem como dos representantes da comunicação mediática, se não fosse uma série de circunstâncias muito significativas ligadas a ela.
A primeira e mais importante característica distintiva deste fórum, manifestou-se através do lema não habitual “NÃO à guerra, NÃO à NATO”, sob o qual foi realizada. Os participantes levantaram a questão de prevenir qualquer confronto militar no continente europeu e no mundo como um todo, tanto através do uso de armas nucleares como convencionais.
Foi lançado no fórum o seguinte apelo: criar um movimento de forças sociais e políticas na Europa que, à semelhança do grande movimento civil anti nuclear da década de 80, contribua para a eliminação da ameaça dos mísseis nucleares, pois que, nos últimos anos, o seu nível se tornou nitidamente elevado também nesta parte do globo terrestre.
Em particular, no continente europeu, juntamente com as armas nucleares dos EUA instaladas ali desde os anos 50, o Pentágono começou a enviar para o seu espaço aéreo, nos anos mais recentes, aviões estratégicos pesados capazes de transportar tanto mísseis de cruzeiro como bombas com ogivas nucleares.
A segunda particularidade do evento foi ter um caráter muito representativo: mais de 500 pessoas participaram nele, o que levou os organizadores a alugar o Odeon, um dos cinemas centrais da cidade, durante oito horas. Obviamente, o interesse foi elevado.
Participaram na conferência pessoas de quase todos os países europeus, incluindo cidadãos dos países membros da Aliança do Atlântico Norte. A fim de informar os participantes da reunião sobre a situação relativa à complicação adicional do processo de controlo de armas, em particular de armas nucleares, foram convidados na qualidade de oradores principais do evento, especialistas que lidam com essas questões. Entre os oradores também houve especialistas que estudam as consequências negativas da atribuição de despesas militares claramente excessivas aos países líderes da NATO, as quais impedem a elaboração de programas de desenvolvimento social e económico dos seus Estados membros e da comunidade europeia, no seu conjunto.
Por ocasião do 70º aniversário da criação da NATO, os organizadores da conferência prepararam e mostraram um documentário “Os 70 anos da NATO: de guerra em guerra”, que critica a política militar e os preparativos militares da aliança de “solidariedade transatlântica”, as suas enormes despesas militares e as tentativas de interferências políticas e de outro género, nos assuntos dos Estados soberanos, a fim de derrubar os órgãos legítimos do poder e da administração.
O filme mostra as intervenções dos Estados Unidos e de outros Estados, membros desse bloco militar, nos assuntos da Sérvia, da Síria e de outros países, e são apresentadas provas da interferência de Washington nos assuntos internos da Ucrânia através da organização de um golpe de Estado, em 2014. É criticada a instalação, na Europa, de armas nucleares e sistemas antimíssil dos EUA. É levantada a questão do encerramento de todas as bases militares dos EUA não só em Itália, mas também noutros países europeus. No filme, foi pronunciado o slogan: “Para sair das guerras, é necessário sair da NATO”.
No evento, o representante russo apresentou uma nova monografia intitulada ***"A evolução das armas nucleares estratégicas e táticas dos EUA e as características do seu uso no século XXI" (Moscovo, 2019, p. 1086). Também analisou a situação alarmante no campo do controlo de armas devido aos Estados Unidos, que mostraram e continuam a manter atitudes negativas em relação aos 12 tratados internacionais em vigor neste sector. Este caso é evidenciado pelo facto dos EUA terem repudiado unilateralmente alguns deles (em particular o Tratado ABM), ou recusado ratificar outros (por exemplo, o Tratado de Proibição Total de Ensaios Nucleares), ou violado as suas disposições (por exemplo, o Tratado INF sobre a eliminação de mísseis de médio e curto alcance), ou até mesmo se recusarem a discutir alguns deles em espaços de negociação internacional (por exemplo, o projecto do Tratado sobre Segurança Europeia).
Foi dada atenção especial da parte russa às repetidas violações do Tratado INF por parte de Washington quando, para verificar a eficácia do sistema de defesa antimíssil, foram utilizados mísseis alvo que são proibidos por este tratado.
A partir dos documentos oficiais do Congresso e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, segue-se que, nas últimas duas décadas, tomando em consideração o uso dos mísseis alvo supracitados durante os ensaios, o Pentágono violou este tratado 117 vezes. A comunicação deste dado a um público tão vasto na Conferência de Florença não ficou nem ficará sem impacto e atenção, sobretudo, tendo em consideração o facto de que a Rússia nunca violou este Tratado INF e não foi a primeira a anunciar o seu repúdio.
Na "Declaração de Florença", um documento conclusivo e aprovado, foi salientado que a NATO é uma organização sob o comando do Pentágono e que seu objectivo é garantir o controlo da Europa Ocidental e Oriental, que as bases militares dos EUA nos Estados membros dessa união militar, servem para ocupar esses países. A manutenção de uma presença militar permanente dos EUA permite que Washington influencie e controle as políticas dos países europeus e de outros países.
O documento final, que mais tarde foi traduzido em **15 idiomas, indica que a Aliança é uma máquina militar que trabalha para os interesses dos Estados Unidos com a cumplicidade dos principais grupos de poder europeus e é culpada de crimes contra a Humanidade. Neste contexto, foi mencionada a guerra agressiva desencadeada pela NATO, em 1999, contra a Jugoslávia, bem como as intervenções militares do bloco, realizadas em total violação do Direito Internacional, contra o Afeganistão, a Líbia, a Síria e mais alguns Estados.
Na declaração constata-se que, violando o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, os Estados Unidos estão a instalar armas nucleares em cinco países não-nucleares da NATO, sob o falso pretexto da existência de uma “ameaça russa”, o que coloca em risco a segurança no continente europeu.
Naturalmente, da declaração adoptada em Florença sobre a necessidade de dissolver uma aliança militar como a NATO e fortalecer o regime de controlo de armamentos, até serem alcançados resultados específicos nessas áreas, muitos esforços organizacionais, políticos, informativos e outros serão exigidos dos defensores da política de não-bloco e de saída da aliança. Afigura-se que o processo de criação de um movimento específico contra a guerra e, ao mesmo tempo, com orientação anti NATO começou e pode ser activado.
* O autor é um dos principais especialistas do Centro de Estudos Político-Militares do MGIMO do Ministério das Relações Exteriores da Rússia
** De momento, disponível em 17 línguas.
*** A evolução das armas nucleares estratégicas e tácticas dos EUA e as características do seu uso no século XXI
Monografia/V. Kozin. -  Editora Sabashnikovs. 2019. - 1086 p., Com ilustrações
(ISBN 975 5-82420-163-5).
A monografia  explora de maneira abrangente a perspectiva da evolução das armas nucleares estratégicas e táticas dos EUA no séc. XXI em estreita conexão com as suas estratégias nucleares modernas e outras estratégias (segurança nacional, defesa nacional e antimísseis) adoptadas durante o período do Presidente Donald Trump. Uma ênfase considerável é colocada na identificação de características da modernização das armas ofensivas estratégicas americanas e das armas nucleares tácticas, incluindo a tríade nuclear estratégica qualitativamente nova, que existirá em quase todo o século. Nesse sentido, o ensaio histórico relacionado a questões seleccionadas é mínimo. Os problemas que as futuras negociações para reduzir as armas ofensivas estratégicas e as armas nucleares táticas podem enfrentar no contexto do fortalecimento do sistema de defesa antimíssil global e as forças de propósitos gerais dos EUA estão sendo consideradas. As características da violação pelo lado americano do Tratado START-3 e da eliminação do Tratado do INF. São analisadas diversas propostas sobre a limitação de armas ofensivas estratégicas e armas nucleares tácticas apresentadas por especialistas estrangeiros. É investigada a posição de Washington sobre a possibilidade de construir um mundo livre de armas nucleares em escala global.
A monografia destina-se a profissionais envolvidos no desenvolvimento de armas nucleares ofensivas e tácticas estratégicas dos EUA, no contexto da segurança global e da estabilidade estratégica, bem como àqueles que estudam as questões de controlo de armas e as relações russo-americanas em geral.
A opinião do autor pode não coincidir com a posição dos editores.

Wednesday, April 24, 2019

IT -- Vladimir Kozin -- "Per uscire dalla guerra, bisogna uscire dalla NATO"


«Чтобы выйти из войн, надо выйти из НАТО»

ITALIAN   РУССКИЙ 

In Europa è iniziato il processo di creazione di un movimento specifico contro la guerra e contemporaneamente di orientamento anti-NATO, ed esso può essere promosso

*Vladimir Kozin      23 aprile 2019 10:29 

La conferenza internazionale di membri di organizzazioni senza scopo di lucro (non governative) tenutasi nell'aprile di quest'anno a Firenze, in Italia, potrebbe rimanere al di fuori dal orizzonte di personalità politiche e governative, nonché dei rappresentanti dei media, se non fosse per una serie di circostanze molto significative ad essa connesse.
La prima e più importante caratteristica distintiva del presente forum si è manifestata attraverso il motto non standard "No alla guerra, no alla NATO" sotto cui si è tenuta. I suoi partecipanti hanno sollevato in modo estremamente deciso la questione della prevenzione di qualsiasi scontro militare nel continente europeo e nel mondo nel suo complesso, sia con l'uso di armi nucleari che convenzionali.
Al forum è stato lanciato un appello: creare un movimento di forze sociali e politiche in Europa, che, come l'ampio movimento civile antinucleare negli anni '80 del secolo scorso, contribuisca ad eliminare la minaccia missilistica nucleare, poiché il suo livello è diventato chiaramente alto negli ultimi anni, anche in questa questa parte del globo terrestre.



In particolare nel continente europeo, in aggiunta alle armi nucleari statunitensi ivi schierate sin dagli anni '50 del secolo scorso, il Pentagono ha iniziato negli ultimi anni ad inviare nel suo spazio aereo aerei strategici pesanti, in grado di trasportare sia missili di crociera che bombe con testate nucleari.
La seconda particolarità dell'evento è stata quella di avere un carattere molto rappresentativo: oltre 500 persone vi hanno preso parte, il che ha portato gli organizzatori a noleggiare l'Odeon, uno dei cinema centrali della città, per otto ore. L'interesse è stato ovviamente grande.
Alla conferenza hanno preso parte persone da quasi tutti i paesi europei, compresi i paesi membri dell'Alleanza del Nord Atlantico. Al fine di informare i partecipanti all'incontro riguardo alla situazione relativa all'ulteriore complicazione del processo di controllo degli armamenti, in particolare di quelli nucleari, sono stati invitati in qualità di relatori principali dell'evento noti esperti che si occupano di tali questioni. Tra i relatori c'erano anche specialisti che studiano le conseguenze negative dell'allocazione da parte dei paesi leader nella NATO di spese militari chiaramente eccessive che impediscono l'attuazione di programmi per lo sviluppo socio-economico dei suoi stati membri e della comunità europea nel suo insieme.
In occasione del 70 ° anniversario della creazione della NATO, gli organizzatori della conferenza hanno preparato e mostrato un film documentario "70 anni della NATO: guerra alla guerra", che critica la politica militare ed i preparativi militari dell'alleanza della "solidarietà transatlantica", le sue enormi spese militari ed i tentativi di interferenze politiche e di altro genere negli affari di Stati sovrani al fine di rovesciarne i legittimi organi di potere ed amministrazione.
Il film mostra gli interventi degli Stati Uniti e di altri stati, membri di questo blocco militare, negli affari della Serbia, della Siria e di altri paesi, e vengono presentate le prove dell'interferenza di Washington negli affari interni dell'Ucraina attraverso l'organizzazione di colpo di stato nel 2014. Sono criticate il dispiegamento di armi nucleari e sistemi anti-missilistici statunitensi in Europa. Viene sollevata la questione della chiusura di tutte le basi militari statunitensi non solo in Italia, ma anche in altri paesi europei. Nel film è stato pronunciato lo slogan: "Per uscire dalle guerre, bisonga uscire dalla NATO".
All'evento, la parte russa ha presentato una nuova monografia intitolata "L'evoluzione delle armi nucleari strategiche e tattiche statunitensi e le caratteristiche del loro uso nel XXI secolo" (Mosca 2019, pp. 1086). Inoltre ha analizzato la situazione allarmante nel campo del controllo degli armamenti dovuta agli Stati Uniti, che hanno mostrato e continuano a tenere atteggiamenti negativi nei confronti dei 12 trattati internazionali vigenti in questo settore. Ciò è provato dal fatto che gli USA hanno unilateralmente ripudiato alcuni di essi (in particolare il Trattato ABM), o hanno rifiutato di ratificarne altri (ad esempio, il Trattato di divieto totale per i test nucleari), o hanno violato le loro disposizioni (ad esempio il Trattato DSSMD sull'eliminazione dei missili a medio e breve raggio), o addirittura si sono rifiutati di discutere nel merito alcuni di essi nelle sedi di negoziazione internazionale (ad esempio, il progetto di Trattato sulla sicurezza europea).
E' stato notato con particolare attenzione che metà di tali trattati e accordi sono direttamente collegati alle armi nucleari, vale a dire: il Trattato sulla riduzione delle armi strategiche offensive (Trattato START-3), il Trattato sull'eliminazione dei missili a raggio intermedio e corto, il Trattato di non proliferazione delle armi nucleari, l'Accordo sul nucleare iraniano, il Trattato sulla messa al bando totale degli esperimenti nucleari e l'Accordo sul plutonio di grado militare.
Particolare attenzione da parte russa è stata rivolta alle ripetute violazioni da parte di Washington del DSSMD, quando per verificare l'efficacia del sistema di difesa anti-missilistica sono stati utilizzati missili bersaglio vietati da questo trattato.
Dai documenti ufficiali del Congresso e dal Dipartimento della Difesa degli Stati Uniti segue che negli ultimi due decenni, prendendo in considerazione l'uso dei predetti missili bersaglio nel corso di prove, il Pentagono ha violato questo trattato 117 volte. La comunicazione di questo dato ad un pubblico così vasto alla Conferenza fiorentina non è stato né sarà senza impatto ed attenzione, soprattutto in considerazione del fatto che la Russia non ha mai violato questo trattato e non è stata la prima ad annunciarne il ripudio.
Nella "Dichiarazione di Firenze", documento conclusivo ed approvato, è stato rilevato che la NATO è un'organizzazione sotto il comando del Pentagono e che il suo obiettivo è quello di assicurare il controllo dell'Europa occidentale e orientale, che le basi militari statunitensi negli Stati membri di questa unione militare servono ad occupare questi paesi. Mantenere una presenza militare americana permanente consente a Washington di influenzare e controllare le politiche dei paesi europei e di altri paesi.
Il documento finale, che è stato poi tradotto in 15 lingue, viene notato che l'Alleanza è una macchina militare che lavora per gli interessi degli Stati Uniti con la complicità dei principali gruppi di potere europei e che si è macchiata di crimini contro l'umanità. In questo contesto sono stati menzionati la guerra aggressiva scatenata dalla NATO nel 1999 contro la Jugoslavia, così come gli interventi militari del blocco, compiuti in piena violazione della legge internazionale, contro l'Afghanistan, la Libia, la Siria ed alcuni altri stati.
Nella dichiarazione si constata che, in violazione del Trattato di non proliferazione delle armi nucleari, gli Stati Uniti stanno schierando armi nucleari in cinque stati NATO non nucleari con il falso pretesto dell'esistenza di una "minaccia russa", e che ciò mette a rischio la sicurezza nel continente europeo.
Naturalmente, per passare dalla dichiarazione adottata a Firenze circa la necessità di sciogliere un'alleanza militare come la NATO e rafforzare il regime di controllo degli armamenti, all'ottenimento di risultati concreti in queste aree, saranno necessari molti sforzi organizzativi, politici, informativi e di altro genere da parte dei sostenitori della stabilità globale complessiva e della politica al di fuori di alleanze. Sembra che il processo di creazione di un movimento specifico contro la guerra e allo stesso tempo con orientamento anti-NATO sia iniziato e che possa essere promosso.
* L'autore è uno dei massimi esperti del Centro per gli studi politico-militari del MGIMO del Ministero degli Esteri russo

L'opinione dell'autore potrebbe non coincidere con la posizione della redazione.
Traduzione: D. M.

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