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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Monday, March 23, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- O Dr. Strangelove cuida da nossa saúde

Resultado de imagem para pictures of General Tod D. Wolters at the senate on 4th Feb 2020 

A Arte da Guerra

 O Dr. Strangelove cuida da nossa saúde 
Manlio Dinucci


Perante o Coronavírus - declara o US European Command (Comando Europeu dos Estados Unidos) – “a nossa primeira preocupação é proteger a saúde das nossas forças e a das  forças dos nossos Aliados. Portanto, anuncia que reduziu o número de soldados do exercício Defender Europe 20 (Defensor da Europa 20). Mas esse mesmo exercício continua.

Em 16 de Março, o Comando afirma que “desde Janeiro o US Army enviou 6.000 soldados dos Estados Unidos para a Europa”, com 12.000 peças de equipamento (desde armamentos pessoais a tanques) e que foi “completado o movimento de soldados e equipamentos, de vários portos para áreas de treino na Alemanha e na Polónia.” Além de que, “9.000 soldados dos EUA estacionados na Europa”, também participam no exercício.

Ø  O objectivo declarado pelos USA é “instalar uma força de combate credível na Europa, de apoio à NATO”, evidentemente, contra a “agressão russa”.

Ø  O objectivo verdadeiro - escrevemos há dois meses e meio, no il manifesto (o único jornal que então dava notícias do Defender Europe 20 ) - é semear tensão e alimentar a ideia do inimigo.

O cenário declarado do exercício nunca poderia verificar-se, também porque um confronto armado entre a NATO e a Rússia seria, inevitavelmente, nuclear. Esse é o cenário real para o qual se treinam as forças americanas, na Europa. Confirma-o o General Tod D. Wolters, Chefe do Comando Europeu dos Estados Unidos e, como tal, Comandante Supremo Aliado na Europa.

Numa audiência no Senado dos Estados Unidos, em 25 de Fevereiro de 2020, declara que “as forças nucleares, garantia suprema da segurança dos Aliados, apoiam todas as operações militares dos EUA na Europa".(1) O que significa que o Defender Europe 20 é um exercício não só de forças convencionais (não nucleares), mas também de forças nucleares.

Em 18 de Março, foi comunicado que dois bombardeiros nucleares B-2 Spirit, que fazem parte da task-force que chegou dos USA em 9 de Março, decolaram de Fairford, em Inglaterra, para treinar na Islândia e no Atlântico Norte, juntamente com três caças noruegueses F-35. Esses dois tipos de aviões foram projectados para o uso das novas bombas nucleares B61-12, que os EUA instalarão, em breve, em Itália e noutros países europeus, substituindo as actuais B-61.

Wolters eslarece na audiência do Senado, qual é a função das forças nucleares USA na Europa. Quando a Senadora Fischer lhe pergunta o que pensa do não primeiro uso das armas nucleares, o General responde: “Senadora, sou defensor de uma política flexível de primeiro uso”.  Aquele que, na Europa, detém nas suas mãos as armas nucleares USA/NATO, declara oficialmente, baseado num critério “flexível”, ser partidário do primeiro uso para o first strike - para o ataque nuclear de surpresa.

Perante uma declaração desta gravidade, que obriga os generais russos a colocar o dedo no gatilho nuclear, silêncio absoluto dos governos, dos parlamentos e dos grandes meios de comunicação mediática da Europa.

Na mesma audiência, o General Wolters afirma que

Ø   “Desde 2015, a Aliança deu mais importância à aplicação das capacidades nucleares” e que

Ø  “O Comando Europeu dos Estados Unidos apoia plenamente as recomendações, contidas na Nuclear Posture Review 2018, para instalar o míssil balístico de baixa potência W76-2”. 

A ogiva nuclear de baixa potência W76-2, já instalada em mísseis lançados de submarinos (anunciou o Pentágono, em 4 de Fevereiro), pode também ser instalada em mísseis balísticos com base no solo, perto do território inimigo. É particularmente perigosa. As armas nucleares de menor potência – alertam, também, especialistas americanos competentes - aumentam a tentação de usá-las primeiro, podem levar os comandantes a pressionar porque, num ataque, usa-se a bomba nuclear, sabendo que a “chuva de partículas radioactivas/fall out” seria limitada”. Seria como lançar um fósforo aceso num barril de pólvora.
Manlio Dinucci

Página 14 -- Parágrafo #3

IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte della Guerra -- Alla nostra salute ci pensa il dottor Stranamore


Resultado de imagem para pictures of General Tod D. Wolters at the senate on 4th Feb 2020

L’Arte della Guerra

 Alla nostra salute ci pensa il dottor Stranamore 
Manlio Dinucci


Di fronte al Coronavirus – dichiara lo US European Command (Comando Europeo degli Stati Uniti) – «nostra prima preoccupazione è proteggere la salute delle nostre forze e dei nostri Alleati». Annuncia quindi di aver ridimensionato come numero di soldati l’esercitazione Defender Europe 20 (Difensore dell’Europa 20). Essa però continua.

Il 16 marzo, il Comando precisa che «da gennaio lo US Army ha dispiegato dagli Stati uniti in Europa 6.000 soldati», con 12.000 pezzi di equipaggiamento (dagli armamenti personali ai carrarmati), e che è stato «completato il movimento di soldati ed equipaggiamenti da diversi porti alle aree di addestramento in Germania e Polonia». Oltre a questi, anche «9.000 soldati Usa con base in Europa» partecipano all’esercitazione.

Ø Scopo dichiarato dagli Usa è «dispiegare una forza credibile di combattimento in Europa in appoggio alla Nato», evidentemente contro la «aggressione russa».

Ø  Scopo reale – scrivevamo due mesi e mezzo fa sul il manifesto (l’unico giornale che allora dava notizia della Defender Europe 20)  –  è seminare tensione e alimentare l’idea del nemico.

Lo scenario dichiarato dell’esercitazione mai potrebbe verificarsi, anche perché uno scontro armato tra Nato e Russia sarebbe inevitabilmente nucleare. Questo è il vero scenario a cui si addestrano le forze Usa in Europa. Lo conferma il generale  Tod D. Wolters,  capo del Comando Europeo degli Stati uniti e, in quanto tale, Comandante Supremo Alleato in Europa.

In una audizione al Senato degli Stati uniti,  il 25 febbraio 2020, dichiara che «le forze nucleari, suprema garanzia della sicurezza degli Alleati, sostengono ogni operazione militare Usa in Europa». (1) Ciò significa che la Defender Europe 20 è una esercitazione non solo di forze convenzionali (non-nucleari), ma di forze nucleari.

Il 18 marzo è stato comunicato che due bombardieri B-2 Spirit da attacco nucleare, facenti parte della task force arrivata dagli Usa il 9 marzo, sono decollati da Fairford in Inghilterra per addestrarsi sull’Islanda e il Nord Atlantico insieme a tre caccia F-35 norvegesi. Questi due tipi di aereo sono predisposti per l’uso delle nuove bombe nucleari B61-12, che gli Usa schiereranno tra non molto in Italia e altri paesi europei al posto delle attuali B-61.

Che ruolo abbiano le forze nucleari Usa in Europa lo chiarisce Wolters nell’audizione al Senato. Quando la senatrice Fischer gli chiede che cosa pensi del non-primo-uso delle armi nucleari, il  generale risponde: «Senatrice, io sono sostenitore di una flessibile politica del primo uso».  Colui che ha in mano le armi nucleari Usa/Nato in Europa  dichiara in tal modo ufficialmente di essere sostenitore, in base a un criterio «flessibile», del loro primo uso per il first strike, l’attacco nucleare di sorpresa.

Di fronte a una dichiarazione di tale gravità, che spinge i generali russi a mettere il dito sul grilletto nucleare, completo silenzio da parte dei governi, dei parlamenti e dei grandi media europei.

Nella stessa audizione il generale Wolters afferma che

Ø  «dal 2015 l’Alleanza ha posto maggiormente l’accento sul ruolo delle capacità nucleari» e che

Ø  «il Comando Europeo degli Stati Uniti  sostiene pienamente le raccomandazioni, contenute nella Nuclear Posture Review 2018, di schierare il missile balistico a bassa potenza W76-2».

La testata nucleare a bassa potenza W76-2, già installata su missili lanciati da sottomarino (lo annuncia il Pentagono il 4 febbraio), può essere installata anche su missili balistici con base a terra a ridosso del territorio nemico. Essa è particolarmente pericolosa. «Armi nucleari di minore potenza – avvertono anche autorevoli esperti Usa  –  aumentano la tentazione di usarle per primi, possono portare i comandanti a premere perché, in un attacco, si usi la bomba nucleare, sapendo che la ricaduta radioattiva sarebbe limitata». Sarebbe invece come gettare un cerino acceso in unapolveriera.

Manlio Dinucci


Pag.14 -- #3

il manifesto, 24 marzo 2020


Resultado de imagem para pictures of LET'S BREAK FREE FROM WAR INTERNATIONAL CONFERENCE -- APRIL 25, 2020


«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO.
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

Sunday, March 22, 2020

EN -- Telephone conversation with Italian Prime Minister Giuseppe Conte/ PT -- Conversa telefónica com o Primeiro Ministro italiano Giuseppe Conte





Vladimir Putin had a telephone conversation with Prime Minister of Italy Giuseppe Conte at the initiative of the Russian side.
March 21, 2020
20:10
The coronavirus pandemic and the steps taken in both countries to counter the spread of the infection were discussed in detail. Vladimir Putin expressed support to the leadership and people of Italy in view of the extremely severe epidemiological situation in the Italian Republic.
The two leaders agreed on close interaction in fighting the coronavirus. In response to the request from the Italian side, the President of Russia confirmed readiness to render the necessary assistance and set out its specific parameters. Thus, there are plans to deliver protective equipment, KAMAZ truck-mounted units for disinfectant spraying of vehicles and territories, medical and other equipment, as well as to send teams of Russian specialists to render practical assistance in the worst-hit areas of the country. The deliveries will be carried out by the Defence Ministry using the Russian Federation Aerospace Forces aircraft.
Giuseppe Conte expressed sincere gratitude for the steps taken by Russia to support Italy during this difficult time.

Vladimir Putin conversou por telefone com o Primeiro Ministro da Itália, Giuseppe Conte, por iniciativa do lado russo.
21 de Março de 2020
20:10
A pandemia de coronavírus e as medidas tomadas em ambos os países para combater a propagação da infecção foram discutidas em pormenor. Vladimir Putin exprimiu apoio à liderança e ao povo da Itália, tendo em consideração a situação epidemiológica extremamente grave na República Italiana.
Os dois líderes concordaram com uma estreita interacção na luta contra o coronavírus. Em resposta ao pedido do lado italiano, o Presidente da Rússia confirmou a disponibilidade de prestar a assistência necessária e estabeleceu parâmetros específicos. Assim, há planos para fornecer equipamentos de protecção, unidades montadas em camiões KAMAZ para pulverização desinfectante de veículos e de territórios/locais, equipamentos médicos e outros, além de enviar equipas de especialistas russos para prestar assistência prática nas áreas mais atingidas do país. As entregas serão realizadas pelo Ministério da Defesa, usando aviões das Forças Aeroespaciais da Federação Russa.
Giuseppe Conte exprimiu gratidão sincera pelas providências dadas pela Rússia, para apoiar a Itália durante este período difícil.

Saturday, March 21, 2020

PT -- MAX PARRY -- Será que pandemia global é um produto da agenda malthusiana da elite e da guerra biológica dos EUA?

 
MAX PARRY •16 DE MARÇO DE 2020  
Em 11 de Março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, oficialmente, o surto em curso da doença de coronavírus (COVID-19) como sendo uma pandemia global, a primeira desde a gripe suína H1N1, em 2009. Referida, inicialmente, na cidade de Wuhan, na China Central, em Dezembro, apenas quatro meses depois, existem agora mais de 150.000 casos em mais de 130 países, que colocaram muitos deles em confinamento total, enquanto a economia mundial foi conduzida a uma paralisação virtual. Embora a República Popular da China tenha sido o primeiro país a anunciar a presença do COVID-19, existe uma suposição generalizada de que o coronavírus (SARS-CoV-2) deve ter surgido na capital da província de Hubei e que não foi objecto de investigação suficiente pela comunicação mediática corporativa ocidental.
A questão de saber se o coronavírus COVID-19 poderia ter resultado do exército dos EUA foi levantada de forma controversa, pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Liljian Zhao, que twittou um artigo do site Center for Research on Globalization que, posteriormente, se espalhou como se fosse um vírus. Ao fingir preocupação com a propagação da “desinformação”, a cobertura da comunicação mediática ocidental evitou uniformemente o fornecimento do artigo que Zhao havia partilhado nas redes sociais, enquanto, previsivelmente, afastava a argumentação como sendo uma “teoria da conspiração”. Entretanto, o Chefe de Defesa Civil do Irão também disse que o coronavírus podia ser um ataque biológico à China e ao Irão, visto que a República Islâmica foi a terceira nação mais abalada, com mais de 12.000 casos, incluindo muitos dos mais altos níveis do seu Governo, com vários altos funcionários infectados. Ao contrário de tal escândalo da comunicação mediática, é completamente razoável e deve ser permitido especular sobre as origens do vírus. O facto da proposta de Zhao ter recebido uma resposta tão hostil do ‘establishment’ americano indica como é delicada a câmara de eco da propaganda desse mesmo ‘establishment’.
Embora se presuma que a doença tenha sido transmitida pela primeira vez através da zoonose, dado que o primeiro agrupamento de casos foi ligado a um mercado de marisco de Wuhan, que vendia animais selvagens exóticos, no final de Dezembro, de facto, o primeiro caso conhecido foi pesquisado até ao início desse mês e pode não ter acontecido, originalmente, através de um animal. Muitos da direita política até sugeriram que o coronavírus é um efeito da guerra biológica chinesa que escapou, inesperadamente, de um laboratório em Wuhan, uma teoria espalhada nas páginas do The Washington Times, um jornal de propaganda da direita, que pertence ao fundador do culto da Igreja da Unificação da Coreia, Sun Myung Moon, e o Epoch Times, da seita religiosa igualmente fascista de exilados chineses, o Falun Gong, ligado à CIA. No entanto, é verdade que o Instituto de Virologia Wuhan tem laços estreitos com o Laboratório Nacional de Galveston, na Universidade do Texas, um dos maiores laboratórios do programa de Defesa Biológica, do Pentágono. Embora não haja nenhuma evidência de que o governo chinês seja responsável pelo COVID-19, nem a República Popular da China tenha antecedentes de se envolver em guerra biológica, há uma abundância de provas de que o governo dos EUA está envolvido, há muito tempo, no fabrico e uso de armas biológicas, desde a guerra da Coreia.

Friday, March 20, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- COVID-19: Toda a verdade tem três etapas


Global Research, 19 de Março de 2020
Região: USA
A primeira, é ignorada.
A segunda, é amplamente ridicularizada.
A terceira, é aceite como evidente por si mesma.
Com o COVID-19, entramos agora na etapa 2. Inicialmente, a comunicação mediática ignorou as alegações e as análises de que o vírus poderia ter sido  originado nos EUA. Mas a propagação de informações e as reestruturações de provas de todos os lados, inclusive nos EUA, tornou-se demasiado intensa e agora as reivindicações estão a ser abertamente ridicularizadas pela comunicação mediática ocidental.
Resumidamente, os virologistas chineses descobriram, taxativamente,  que a fonte original do vírus não era a China, nem Wuhan, nem o mercado de marisco, mas tinha sido localizada nos EUA, sendo um  cenário possível, que o vírus possa ter sido originado no Laboratório de Armas Biológicas das Forças Armadas dos EUA, em Fort Detrick (que foi fechado pelo CDC em Julho, devido a surtos) e levado para a China durante os Jogos Militares Mundiais, em Outubro de 2019.
Além do mais, os virologistas japoneses e taiwaneses chegaram independentemente à conclusão de que o vírus poderia ter sido originado nos EUA.

Os americanos fizeram o seu melhor desde o início para evitar a culpabilidade, criando histórias de morcegos, cobras, pangolins, o mercado de marisco, a Universidade Wuhan como sendo uma instalação de armas biológicas (que não é) e o conto da CIA espalhado através da VOA (Voice of America) e da Radio Free Asia, de que o vírus vazou daquela universidade. Eles declararam (documentadamente) que, pesquisadores chineses haviam participado (há 7 anos) em pesquisas semelhantes sobre o vírus, financiadas peloS NIH dos EUA, insinuando, até certo ponto, a culpabilidade chinesa e ignorando que a pesquisa anterior era insignificante para os acontecimentos actuais.
Devo dizer que os americanos provaram ser muito hábeis ao pegar no microfone primeiro, a fim de criar uma narrativa “oficial” de um acontecimento actual enquanto inundavam a comunicação mediática com o dedo apontado o bastante,  a fim de impedir que um público crédulo tivesse tempo de juntar as peças de maneira lógica.
Eles desprezaram o facto muito real de que poucas nações iriam criar ou libertar uma arma biológica que atacaria, em primeiro lugar, a sua própria nação. Também descartaram a probabilidade geopolítica de um “end game” - que um vírus é uma poderosa arma de guerra económica, capaz de provocar à economia da China o que uma guerra comercial não poderia fazer.
Os leitores ocasionais tendem a ignorar o facto de que, na mentalidade americana, existem muitas razões geopolíticas sólidas para atacar a China, o Irão e a Itália e que os países restantes são, apenas, danos colaterais que tiveram azar.
Muitos artigos sobre o vírus, que contêm estas e outras informações semelhantes, foram publicados em sites de notícias de segunda linha, na Internet, alguns obtendo um enorme número de leitores com centenas de milhares de downloads e novas publicações dos mesmos. Muitos desses artigos foram traduzidos em 6 ou 7 línguas e publicados em sites em todo o mundo. Simultaneamente, foram feitas muitas postagens nas redes sociais chinesas, especulando sobre as circunstâncias estranhas e sobre a longa cadeia de coincidências fora do comum, que conduziram ao surto do vírus em Wuhan.
Um dos artigos mencionados acima foi traduzido e publicado numa rede social chinesa e reuniu 76.000 comentários, nas primeiras 8 horas. Por fim, os principais meios de comunicação mediática chineses fizeram as mesmas considerações - que o vírus poderia ter se originado nos EUA e que os americanos estavam envolvidos num grande acobertamento desse facto.
Depois, Zhao LiJian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, oficializou esta narrativa, através de várias publicações nas redes sociais dos EUA. Um artigo importante da comunicação mediática, no New York Times, referiu que “as observações de Zhao foram espalhadas na plataforma da rede social mais destacada da China, o Weibo. . . [e] foram vistas mais de 160 milhões de vezes, junto com as imagens das publicações originais no Twitter.
Aparentemente, as postagens de LiJian no Twitter, sendo essencialmente uma fonte oficial que não pode ser facilmente ignorada, a alegar que o vírus foi trazido para a China dos EUA durante os Jogos Militares e exigindo uma explicação dos EUA, estavam a receber demasiada atenção do público para serem ignoradas. Tudo o que foi acima mencionado, criou pressão política suficiente para forçar a comunicação mediática ocidental a responder. E, claro, eles responderam ignorando os factos da mensagem e destruindo o mensageiro.
Em 12 de Março, o Guardian, do Reino Unido, publicou um artigo alegando que a China estava “a pressionar propaganda” sobre o vírus, vindo dos EUA. (1) Em 13 de Março, o New York Times publicou um texto semelhante de uma “conspiração do coronavírus da China”, de falsas alegações sobre a origem do vírus. (2) Depois, em 14 de Março, a ABC News publicou uma matéria intitulada “Falsas alegações sobre as origens do coronavírus provocam fricções entre os EUA e a China”, na qual ridicularizavam a China e as reivindicações de um vírus americano. (3)
O Seattle Times publicou uma versão da história, afirmando: “A China está a lançar uma nova teoria sobre as origens do coronavírus: É uma doença americana. . . introduzida por membros do Exército dos EUA que visitaram Wuhan, em Outubro. Não há um pingo de evidência a apoiá-la, mas este parecer recebeu a aprovação oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, cujo porta-voz acusou as autoridades americanas de não manifestarem o que sabem sobre a doença.” (4) O UK Independent publicou a sua própria versão da “teoria da conspiração da China” (5), assim como a CNN (6).
O artigo do ABC afirmava que “o Secretário Adjunto, David Stilwell, deu ao Embaixador [chinês] Cui Tiankai, uma “exposição muito firme dos factos”, alegando que Cui estava “muito na defesa” diante desse ataque “oficial” americano. O Departamento de Estado dos EUA é citado como tendo dito: “Queríamos avisar o governo [chinês] de que não toleraremos [teorias da conspiração] para o bem do povo chinês e do mundo”.
A seguir, o Washington Post, a Bloomberg e meia dúzia de outros meios de comunicação mediática entraram em contacto com este autor para entrevistas, ansiosos por uma oportunidade de descartar esta ‘teoria da conspiração’, na sua origem. A Embaixada dos EUA em Pequim também “procurou” o autor “para falar sobre este assunto”.
Se a campanha de informação pública e a pressão política resultante puderem continuar, entraremos na fase três, onde a comunicação mediática começará a admitir: primeiro a possibilidade, depois a probabilidade, e a seguir, o facto dos EUA serem a origem do vírus da “China”.

Tuesday, March 17, 2020

Is the Global Pandemic a Product of the Elite’s Malthusian Agenda and U.S. Biowarfare?



On March 11th, the World Health Organization (WHO) officially declared the ongoing outbreak of the coronavirus disease (COVID-19) to be a global pandemic, the first since the H1N1 swine flu in 2009. Initially reported in the city of Wuhan in Central China in December, just four months later there are now over 150,000 cases in more than 130 countries which has put many on total lockdown while the world economy has been brought to a virtual standstill. While the People’s Republic of China was the first country to report COVID-19, there has been a widespread presumption that the coronavirus (SARS-CoV-2) must have emerged in the capital of Hubei province that has not been held under sufficient scrutiny by Western corporate media.
The question of whether the COVID-19 coronavirus could have come from the U.S. army was controversially raised by China’s Foreign Ministry spokesman, Liljian Zhao, who tweeted an article from the Center for Research on Globalization website which subsequently went viral. Feigning concern over the spread of “disinformation”, Western media coverage uniformly avoided sourcing the article Zhao had shared on social media while predictably dismissing the claim as a “conspiracy theory.” Meanwhile, Iran’s Civil Defense Chief also said the coronavirus could be a biological attack on China and Iran, as the Islamic Republic has been the third-most impacted nation with more than 12,000 cases including many at the highest levels of its government with multiple senior officials infected. Contrary to such mainstream media scaremongering, it is completely reasonable and should be permitted to speculate about the origins of the virus. That Zhao’s posing of the theory received such a hostile response from the U.S. establishment is telling of how delicate their propaganda echo chamber is.

FR – Manlio Dinucci -- L’Art de la Guerre -- Dans l’Europe du virus arrivent les bombardiers USA d’attaque nucléaire


L’Art de la Guerre
Dans l’Europe du virus
arrivent les bombardiers USA d’attaque nucléaire
Manlio Dinucci



   À cause du Coronavirus les American Airlines et autres compagnies aériennes étasuniennes ont supprimé de nombreux vols pour l’Europe. Mais il y a une “compagnie” USA qui, au contraire, les a augmentés : l’US Air Force. 

    Ces jours-ci elle a “déployé en Europe une task force de bombardiers furtifs (stealth) B-2 Spirit”. L’annonce vient du US European Command de Stuttgart, le Commandement Européen des États-Unis. Il est sous les ordres d’un général, actuellement Tod D. Wolters de la US Air Force, qui est en même temps à la tête des forces OTAN en tant que Commandant Suprême Allié en Europe. L’US European Command précise que la task force, composée d’un nombre non précisé de bombardiers provenants de la base Whiteman au Missouri, “est arrivée le 9 marsà Lajes Field dans les Açores, au Portugal”.

   Le bombardier stratégique B-2 Spirit, l’avion le plus cher du monde dont le coût dépasse les 2 milliards de dollars, est l’avion USA le plus avancé d’attaque nucléaire. Chaque engin peut transporter 16 bombes thermonucléaires B-61 ou B-83, avec une puissance maximale totale équivalente à plus de 1.200 bombes d’Hiroshima. Du fait de sa conformation, de son revêtement et de ses contremesures électroniques, le B-2 Spirit est difficilement repérable par les radars (et de ce fait dit “avion invisible”). Même s’il a déjà été utilisé en guerre, par exemple contre la Libye en 2011, avec des bombes non-nucléaires de grande puissance à guidage satellitaire (il peut en transporter 80), il est projeté pour pénétrer à travers les défenses ennemies  et effectuer une attaque nucléaire de surprise.

   Ces bombardiers, précise l’US European Command, “opèreront depuis diverses installations militaires dans l’aire de responsabilité du Commandement Européen des États-Unis”. Cette aire comprend toute la région européenne et toute la Russie (partie asiatique incluse). Ceci signifie que les plus avancés bombardiers USA d’attaque nucléaire opèreront, depuis des bases en Europe, aux abord de la Russie. Si l’on inverse le scénario, c’est comme si les plus avancés bombardiers russes d’attaque nucléaire opéraient depuis des bases à Cuba aux abords des États-Unis.

   L’objectif poursuivi par Washington est évident : accroître la tension avec la Russie en utilisant l’Europe comme première ligne de la confrontation. Cela permet à Washington de renforcer son leadership sur les alliés européens et d’orienter la politique étrangère et militaire de l’Union Européenne, dans laquelle 22 des 27 membres appartiennent à l’OTAN sous commandement USA.


   Comme le confirme le fait qu’ils y transfèrent leurs bombardiers les plus avancés pour l’attaque nucléaire avec le consensus de tous les gouvernements et parlements européens et de l’Union européenne même, dans le silence complice de tous les grands médias européens.

   Même silence tombé sur le Defender Europe 20, le plus grand déploiement de forces USA en Europe depuis la fin de la Guerre Froide, dont les médias ont parlé seulement quand l’US European Command a communiqué que, à cause du Coronavirus, il réduira les soldats USA participants à l’exercice de 30.000 à un nombre non précisé, conservant en tous cas “nos objectifs de plus haute priorité”.

    Dans le cadre d’un véritable psy-op (opération psychologique militaire) divers organes d’”information”, y compris en Italie, ont attaqué “les canulars sur l’exercice Defender Europe” (La Repubblica,13 mars), et, à travers les réseaux sociaux, s’est répandu le bruit que l’exercice a pratiquement été supprimé. Nouvelle tranquillisante, renforcée par l’assurance, donnée par l’US European Command, que, “notre principale préoccupation est de protéger la santé de nos forces et celle de nos alliés”.

   Justement en remplaçant en Europe un nombre non précisé de soldats USA par un nombre non précisé de bombardiers USA d’attaque nucléaire, chacun d’une puissance destructrice équivalente à plus de 1.200 bombes d’Hiroshima.

Édition de mardi 17 mars 2020 de il manifesto


Traduit de l'italien par Marie-Ange Fabrizio


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vp 2007

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President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


J Bacque

vp


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January 15, 2020

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

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