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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, May 5, 2025

Mistérios ibéricos (o apagão espanhol)

 

Mistérios ibéricos (o apagão espanhol)

05/05/2025

Fonte

Por Dimitris Konstantakopoulos

 

 

 

Não existem precedentes. Em dois países europeus — membros da UE e da NATO — a electricidade foi cortada repentinamente. Outros dois países, França e Marrocos, também foram afectados pelo apagão. A vida parou nos dois países mais alvejados: passageiros ficaram presos nos comboios, aeroportos mergulharam no caos e só em Espanha, os prejuízos estimados podem chegar a 800 milhões de euros.

 

Não se trata de um problema menor nem nada parecido, nunca aconteceu antes — um apagão total em dois países e interrupções parciais noutros dois. Até hoje, ninguém ofereceu uma explicação satisfatória para o ocorrido — ou mesmo uma hipótese plausível de como tal “acidente” poderia ter acontecido se, de facto, foi um acidente. É claro que, como sempre, alguns apressam-se a usar o episódio para promover as suas narrativas. A esquerda culpa a privatização — e, de facto, os novos proprietários privados estão mais interessados ​​em aumentar os lucros do que em avolumar os custos, ao investir na segurança de rede. Os defensores da energia nuclear aproveitaram a oportunidade para argumentar que a culpa é da participação reduzida da energia nuclear na matriz energética nacional. A extrema direita aponta o dedo para as energias renováveis ​​— essa é a sua acusação principal. Mas nenhum deles apresenta argumentos sólidos.

 

Afinal, vivemos numa era de irracionalidade, fanatismo e maniqueísmo/dicotomia – onde abundam vozes sonoras, mas as evidências e os raciocínios são escassos.

 

Mas se não foi um acidente misterioso, então foi um ataque cibernético, executado com uma estratégia de “choque e superioridade”. Se tal cenário for verdadeiro, bem-vindo ao admirável mundo novo da guerra cibernética.

 

É compreensível que a liderança espanhola tenha negado categoricamente essa possibilidade — tão categoricamente que parece estar relutante em iniciar a procura de um culpado, temendo, possivelmente, as complicações que poderiam surgir. Afinal, como se pode negar categoricamente tal possibilidade quando a causa exacta do acontecimento permanece desconhecida? Mesmo assim, o Governo não conseguiu convencer nem mesmo o Suprema Tribunal do país, que ordenou uma investigação sobre a possibilidade de um ataque cibernético, sem excluir nenhuma hipótese. Essa abordagem também foi adoptada pelas agências de Serviços Secretos de Espanha, incluindo o Centro Nacional de Criptologia e o Centro Nacional de Inteligência.

 

A possibilidade de um ataque cibernético foi suficientemente levada a sério, para se tornar cabeçalho dos principais meios de comunicação mediática internacionais. “Nenhuma prova de ataque cibernético” foi o título escolhido pelo The Guardian. Mas esse título também poderia ser lido ao contrário: “Nenhuma evidência de que não foi um ataque cibernético”. Se a possibilidade não fosse séria, não teria sido discutida e, muito menos, publicada nas primeiras páginas.

 

O cenário mais provável é que nunca saberemos com certeza o que realmente aconteceu. E se nunca descobrirmos, pode ser, precisamente, porque o que aconteceu é demasiado importante para ser divulgado.

 

Dois suspeitos

 

Se foi um ataque cibernético, quem poderia ter sido o responsável? O Politico, um meio de comunicação amplamente conhecido e bem informado, com grande influência no Ocidente, identifica dois possíveis culpados: Israel e Rússia. Como afirmou: “A oposição da Espanha à guerra de Israel em Gaza e seu apoio à Ucrânia contra a invasão russa  tornaram-na num alvo importante de ataques cibernéticos.” https://www.politico.eu/article/spain-portugal-power-blackouts-energy-electricity/

 

A referência a Israel é ousada e incomum para os padrões ocidentais actuais, onde até mesmo a menor crítica a este país leva, frequentemente, a rápidas acusações de antissemitismo e à condenação pública. Por outro lado, embora não possa ser totalmente descartado, parece ser improvável, o cenário de um ciberataque russo. É verdade que a Espanha seguiu a postura anti-russa geral da NATO, mas o seu papel no conflito na Ucrânia tem sido secundário. Não está entre os países que pressionam mais agressivamente pela continuação da guerra da NATO. É governada por uma coligação de socialistas com a  esquerda radical — esta última com muitas reservas em relação ao enorme programa de rearmamento europeu de Ursula von der Leyen. Se Moscovo quisesse e pudesse atacar, poderíamos questionar sobre o que ganharia visando a Espanha — e por que razão não atacar o Reino Unido, a França, a Alemanha, os países bálticos ou a própria Ucrânia?

 

Além do mais, se houvesse a menor indicio sólido de que a Rússia estava por trás do apagão, a Europa não teria explodido em condenação a Moscovo?

 

Alguns colegas espanhóis com quem conversamos sugerem que a referência do Politico à Rússia foi, provavelmente, incluída para que a menção a Israel não ficasse isolada. E acrescentam: se um meio de comunicação como o Politico fez tal sugestão sobre Israel, provavelmente tinha um motivo muito sério para fazê-lo. Afinal, os meios de comunicação da relevância do Politico mantêm, frequentemente, algum nível de ligação com os principais serviços secretos ocidentais. Claro que, se um grande país europeu como a Espanha sofresse realmente um ataque cibernético semelhante,  não passaria despercebido pelos seus serviços secretos e nem, provavelmente, pelos dos outros estados da UE ou dos EUA. Portanto, os nossos colegas apontam que o artigo também pode ser lido como uma espécie de alerta.

 

Possíveis motivos e pré-condições

 

A  razão provável que poderia levar Israel a tomar tal atitude é a postura altamente activa da Espanha a favor da Palestina, o que tem prejudicado bastante as suas relações com Tel Aviv. Madrid reconheceu o Estado palestino há um ano, juntamente com outros três países europeus. Há poucos dias, sob pressão da ala radical da esquerda nas suas fileiras, o governo Sanchez foi forçado a cancelar um importante contrato de compra de munições de Israel, citando as acções genocidas deste último.

Ao mesmo tempo, as autoridades espanholas reabriram o caso e estão a conduzir investigações, em colaboração com a França, sobre a hipotética vigilância do Primeiro Ministro Sanchez e de outros políticos espanhóis, usando o ‘spyware’ israelita Pegasus.

 

É importante ressaltar que esse mesmo sistema teria sido usado para espiar o Presidente francês Macron, um facto que diz muito sobre a correlação de poder entre a França e Israel https://www.reuters.com/technology/cybersecurity/spain-reopens-israeli-spyware-probe-sharing-information-with-france-2024-04-23/ ! O Pegasus também foi usado, juntamente com o software Kandiru, para vigiar dezenas de políticos catalães no escândalo Katalangate. O grupo de direitos humanos Irídia e a Anistia Internacional concluíram que os responsáveis ​​por este caso, eram os chefes da empresa israelita NSO, que mais tarde tentaram encobrir os seus vestígios, aparecendo como chefes de várias empresas em Luxemburgo.

 

Desde o ano passado, os principais piratas informáticos israelitas estabeleceram-se em Barcelona, ​​de onde coordenam as suas operações em toda a União Europeia https://www.haaretz.com/israel-news/security-aviation/2024-12-26/ty-article/.premium/israeli-hackers-flock-to-barcelona-as-spyware-industry-shifts/00000193-fec4-df5b-a9b3-fec5d9dc0000.

 

O facto de Israel estar agora sob o controlo de uma governação extremista e fanática, que busca expulsar ou eliminar imediatamente a população palestina — e tem todos os motivos para não se importar com as formalidades das “democracias ocidentais” — é certamente um factor que facilitaria a realização de tais acções internacionais, que em circunstâncias normais seriam consideradas aventureirismo extremo, especialmente contra dois Estados-membros da UE e da NATO. Israel também parece ter-se tornado uma das forças globais mais poderosas em vigilância e todas as formas de “guerra da informação”. Juntamente com os americanos, provavelmente organizou ataques cibernéticos contra os reactores nucleares do Irão, o ataque com pagers no Líbano, enquanto os oficiais das Forças Armadas israelitas foram colocados em posições-chave em todos os grandes gigantes da internet, como o Google.

(Conforme revelado pelo editor grego, Sr. Vaxevanis https://www.ieidiseis.gr/politiki/351413/vaxevanis-toylachiston-15-anthropoi-ekanan-tis-synakroaseis-gia-na-min-akoyei-oli-mera-ok-mitsotakis/ e sem ser negado por ninguémos oficiais israelitas também organizaram o  escândalo condenável de vigilância na Grécia. Não podemos não levar em consideração que as revelações sobre este escândalo tenham surgido de agências americanas, que consideravam que os israelitas tinham ido longe demais.)

É claro que tudo o que escrevemos até agora, é, na melhor das hipóteses, raciocínio especulativo e analítico — indicações e não conclusões. Mas referimos esse mesmo raciocínio, porque consideramos importante que o público e aqueles que ainda se interessam pela segurança das nações europeias, estejam informados sobre o que está a ser discutido nos círculos mais sérios do próprio Ocidente.

 

O Papel de Jorge

 

Esta é uma boa oportunidade para lembrar que o odioso Tal Hanan, ou “Jorge”, um “empresário” israelita e antigo oficial (?) das forças especiais do exército israelita, ligado à Cambridge Analytica empresa acusada de manipular milhões de utilizadores do Facebook para votar em Trumpassumiu a responsabilidade por ataques cibernéticos durante o período que antecedeu o referendo (não vinculativo) de independência da Catalunha em 2014. Esses ataques tiveram como alvo o governo local e vários sites que incentivavam as pessoas a votar no referendo. Também foram realizados ataques cibernéticos contra o site dos serviços médicos de emergência, contra a polícia catalã e contra o site interno do sistema judiciário catalão.

 

É necessário destacar que o papel de Jorge e da sua equipa na guerra cibernética e na manipulação da opinião pública — utilizando milhões de pontos de dados pessoais e outros métodos — foi exposto numa investigação conduzida por alguns dos maiores jornais do mundo. A sua equipe utilizou métodos de desinformação, pirataria cibernética e espionagem e, supostamente, influenciou 33 eleições em todo o mundo. www.theguardian.com/world/2023/feb/15/revealed-disinformation-team-jorge-claim-meddling-elections-tal-hanan

 

No entanto, o impacto de Jorge e da sua equipa durou pouco. “Alguém” incumbiu-se de fazer com que o assunto desaparecesse rapidamente do debate público. Quanto aos jornalistas, hoje em dia, a grande maioria é paga não para descobrir ou investigar — mas sim para permanecer em silêncio, para encobrir, não para descobrir. E, geralmente, se algo é revelado,  é quando entram em choque, forças poderosas dentro do nosso Ocidente cada vez mais totalitário.

 

No coração do crescente autoritarismo global

 

Independentemente do que tenha acontecido ou não em Espanha, sobre a concretização do apagão, o certo é que os serviços secretos e as forças armadas de Israel — juntamente com as agências americanas — têm acesso privilegiado aos oligopólios que controlam cada vez mais o nosso mundo da internet e representam a vanguarda do autoritarismo ocidental emergente. E talvez os israelitas tenham um “sentido de propósito” ou “missão” ainda mais forte do que os próprios americanos e, muitas vezes, podem usar estes últimos para os seus objectivos.

 

Acredita-se que o relacionamento privilegiado do exército israelita com a Google dá-lhes acesso a dados de centenas de milhões de utilizadores. A Google colabora estreitamente — e colaborará ainda mais — com o exército israelita, que, assim, obterá um acesso ainda maior aos dados dos utilizadores. O mesmo se aplica ao Meta e ao Facebook. A aquisição da Wiz coloca a inteligência israelita no comando dos seus dados do Google. “Veteranos” da Unidade 8200 de Israel assumiram cargos de liderança importantes nas maiores empresas de tecnologia, como Google, Facebook, Microsoft e Amazon. https://www.defenddemocracy.press/the-former-israeli-spies-working-in-top-jobs-at-google-facebook-and-microsoft/

 

A Unidade 8200 é especializada em vigilância e colheita de dados encriminadores, e os seus agentes projectaram e instalaram o spyware Pegasus, que tem sido usado para monitorar dezenas de milhares de políticos em todo o mundo  e, provavelmente, foi usado no assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi.

 

Estes quatro gigantes da tecnologia, juntamente com a Palantir, de Peter Thiel — Thiel é a “Eminência Parda” de Trump e dos mentores dos seus planos autoritários — colaboram estreitamente e contribuem significativamente para os crimes que ocorrem na Palestinahttps://www.defenddemocracy.press/tag/thiel-peter/

Traduzido do grego por Christian Haccuria

 

Saturday, February 10, 2024

Destruction and Desperation

   AJ plus: Israel returned dozens of Palestinians (c. 31/1)

https://www.youtube.com/shorts/2TW7SO2dig4

TRT (Turkish Radio and Television): Israelis block trucks bound for Gaza at Ashdod port (north of Gaza): Israeli protesters trying block the deliveries; desperate people over-running the vehicles (1/2)
https://www.youtube.com/watch?v=FMjB4y32mXM

EriGP (Canada): Speech by Israeli journalist and author Gideon Levy. He lives in Tel Aviv and writes for Israeli centre/left wing newspaper Haaretz (3/2)
https://www.youtube.com/watch?v=Qjy_vVTv6Ok

Al Jazeera (Qatar): On the brink of starvation (3/2)
https://www.youtube.com/watch?v=p49P5oGUgFw

Al Jazeera: Gaza's water crisis: Destruction and desperation (6/2)
https://www.youtube.com/watch?v=_NzSFwFiWiA

Al Jazeera: Israeli strikes Rafah city in the south of Gaza, close to the Rafah Border crossing to Egypt. Rafah has now according to Wikipedia a population of about 1,4 million. In 2017 the population was 171,899 according to the census (8/2)
https://www.youtube.com/watch?v=wN1-qc2oPqk

Al Jazeera: Displaced medics provide aid in Rafah (10/2)
https://www.youtube.com/watch?v=SLNZo3uIgZI

CBS News Network (USA): Israel prepares ground offensive in Rafah (10/2)
https://www.youtube.com/watch?v=LuTBaFIySuU

Longer videos:

TRT: Who are the Israeli settlers in the occupied West Bank and where do they come from? (6 min. video) (18/12)
https://www.youtube.com/watch?v=7pi8ejxKTAI

AJ plus: Al Jazeera correspondent Zena Al Tahhan travels by car in the occupied West Bank. West Bank is the larger of the two Palestinian territories (the other being the Gaza Strip). It is situated on the west bank of the Jordan river and has an estimated population of 2,747,943 Palestinians, and around 400,000 Israeli settlers (10/2)
https://www.youtube.com/watch?v=_0fLOPol9ao

Wednesday, October 11, 2023

How Israel Was Created in a 67-Word Letter to Rothschild (History of the Israeli-Palestinian Conflict)

 How Israel Was Created in a 67-Word Letter to Rothschild (History of the Israeli-Palestinian Conflict)

More than 100 years ago, on November 2, 1917, the then British Foreign Secretary, Arthur Balfour, wrote a letter addressed to Lionel Walter Rothschild, the leader of the British Jewish community.

Friday, February 7, 2020

PT -- Thierry Meyssan -- O “Acordo do Século”

O “Acordo do Século”

O documento divulgado esta semana pela Casa Branca, Peace to Prosperity, deve ser tomado pelo que é: uma proposta de trabalho sobre novas bases, não um plano de paz definitivo. Para Thierry Meyssan, em vez de protestar contra este projecto, é necessário examiná-lo. É uma oportunidade para desbloquear uma situação que apodrece há três quartos de século.

 | DAMASCO (SÍRIA) 

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Quando os fundamentos do Direito Internacional foram concebidos, em 1899, na conferência de Haia, tratava-se de impedir guerras entre Estados por meio de arbitragem. Quando o Império Britânico descolonizou a Palestina mandatária e que o conflito árabe-israelita se produziu de modo súbito e inesperado, o Direito Internacional não foi de nenhuma ajuda, porque não havia um Estado palestiniano, nem um Estado judeu. Assim, abordamos regras incoerentes que, por engano, consideramos imutáveis.
Os princípios que os Estados fundadores das Nações Unidas, incluindo a Síria, elaboraram durante o plano de partilha da Palestina foram rejeitados por ambas as partes. Quando os Yishuv proclamaram, unilateralmente, o Estado de Israel e imediatamente praticaram uma vasta limpeza étnica (a Nakba), a ONU reconheceu o novo Estado, mas enviou o Conde Folke Bernadotte para verificar a situação no local. Ele observou os crimes de Israel, preconizou limitar em dois terços, o território Yishuv, mas foi assassinado pelos Lehi, de Yitzhak Shamir, antes de poder apresentar o seu relatório em Nova York. Depois de mais de 700 resoluções da Assembleia Geral, bem como 100 resoluções do Conselho de Segurança, o conflito piorou sem soluções no horizonte.

Sunday, January 19, 2020

NORSK -- Manlio Dinucci -- Hva er den virkelige atomtrusselen i Midt-Østen?


Uttalelsen fra Iran om tilbaketrekking fra atomavtalen 5 + 1 (Joint Comprehensive Action Plan) som svar på attentatet mot general Qassem Soleimani vil ikke bety noe siden USA allerede har kansellert sin deltakelse i den. Det er langt mer bekymringsfullt at Israel har sitt eget reelle atomarsenal, og kan fristes til å bruke det i tilfelle en tilbaketrekking av amerikanske tropper fra Midt-Østen

 | ROMA (ITALIA)  


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Italienske medier melder om: «Iran respekterer ikke atomavtalene» (Il Tempo), «Iran trekker seg fra atomavtalene - et skritt mot atombomben» (Corriere della Sera), «Iran forbereder atombomber - farvel til atomavtalen» (Libero). Etter attentatet mot general Soleimani beordret av president Trump, er dette måten nesten alle mediene har lagt fram Irans beslutning om ikke lenger å godta begrensningene for berikelse av uran planlagt i 2015 av 5 + 1-gruppen (USA, Frankrike , Storbritannia, Russland, Kina, pluss Tyskland).

Tuesday, January 14, 2020

DE -- Manlio Dinucci -- Was ist die wirkliche nukleare Bedrohung im Nahen Osten?


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Was ist die wirkliche nukleare Bedrohung im Nahen Osten?

„Der Iran hält sich nicht an die Nuklearabkommen“ (Il Tempo), „Iran zieht sich aus den Nuklearabkommen zurück - ein Schritt in Richtung Atombombe“ (Corriere della Sera), „Iran bereitet Atombomben vor - Abschied vom Atomabkommen“ (Libero). Auf diese Weise haben fast alle Medien die Entscheidung des Iran nach der von Präsident Trump angeordneten Ermordung von General Soleimani dargestellt, die für 2015 geplanten Beschränkungen der Urananreicherung durch die 5+1-Gruppe (USA, Frankreich, Großbritannien, Russland, China und Deutschland) nicht mehr zu akzeptieren.

Diese „informationsorgane“ haben also offensichtlich keinen Zweifel an der Quelle der nuklearen Bedrohung im Nahen Osten. Sie vergessen, dass es Präsident Trump war, der 2018 die USA aus dem Abkommen, das Israel als „die Kapitulation des Westens vor der vom Iran geführten Achse des Bösen“ bezeichnet hatte, zurückgezogen hat. Sie sagen kein Wort darüber, dass es im Nahen Osten nur eine einzige Atommacht gibt - Israel -, die keiner Form der Kontrolle unterworfen ist, weil sie sich nicht an den Atomwaffensperrvertrag hält, der jedoch vom Iran unterzeichnet ist.

Monday, January 13, 2020

EN -- Manlio Dinucci -- What is the real nuclear threat in the Middle East?


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What is the real nuclear threat in the Middle East?

by Manlio Dinucci
« Iran is not respecting the nuclear agreements » (Il Tempo), « Iran withdraws from the nuclear agreements – a step towards the atomic bomb » (Corriere della Sera), « Iran is preparing atomic bombs – goodbye to the nuclear agreement » (Libero) . This is the way that almost all of the media have presented Iran's decision, after the assassination of General Soleimani ordered by President Trump, to no longer accept the limitations on the enrichment of uranium planned in 2015 by the 5+1Group (United States,  France, the United Kingdom, Russia, China, plus Germany).

So these organs of « information » are obviously in no doubt as to the source of the nuclear threat in the Middle East. They are forgetting that  it was President Trump, in 2018, who withdrew the USA from the agreement, which Israël had described as « the surrender of the West to the Axis of Evil guided by Iran ». They do not say a word about the fact that there is only one nuclear power in the Middle East – Israël - which is not submitted to any form of control because it does not adhere to the Non-Proliferation Treaty, which is, however, signed by Iran.

The Israëli arsenal, shielded by a dense cloak of secrecy and omertà, is estimated at between 80 and 400 nuclear warheads, plus sufficient plutonium to build hundreds of others. Israël certainly also produces  tritium, a radioactive gas with which it is building new generation nuclear weapons. Among these are mini-nukes and neutron bombs which, since they cause minimal radioactive contamination, would be more adapted to targets close to Israël. The Israëli nuclear warheads are ready for launching on ballistic missiles which, with the Jericho 3, have a range of 8 to 9,000 kilometres. Germany supplied Israël (in the form of a gift or for knock-down prices) with four Dolphin submarines modified for launching Popeye Turbo nuclear missiles, with a range of approximately 1,500 kilometres. Silent, and with the capacity to remain under water for a week, the Dolphins are cruising in the Eastern Mediterranean, the Red Sea and the Persian Gulf, ready on twenty-four hour alert for a nuclear attack.

The United States, which have already supplied Israël with more than  350 F-15 and F-16 fighter-bombers, are currently delivering at least 75 F-35 fighters, which also have both conventional and nuclear capacity. The first squadron of Israëli F-35's became operational in December 2017. Israël Aerospace Industries produce wing components which make the F-35's invisible to radar. With this technology, which will also  be applied to Italian F-35's, Israël is potentiating the attack capacities of its nuclear forces.

Israël, with 200 nuclear weapons permanently aimed at Iran, as was indicated by ex-US Secretary of State Colin Powell in 2015 [1], is determined to maintain its monopoly of the Bomb in the Middle East, by preventing Iran from developing a civil nuclear programme which might one day enable the construction of nuclear weapons, a capacity which is today possessed by dozens of countries throughout the world. In the cycle of the exploitation of uranium, there is no clear line between civil and military use of fissile material. In order to block the Iranian nuclear programme, Israël is determined to use whatever means it can. The assassination of four Iranian nuclear scientists between 2010 and  2012 was most probably the work of Mossad.

Israëli nuclear forces are integrated in NATO's electronic system, in the framework of the « Individual Cooperation Programme » with Israël, a country which is not a member of the Alliance, but has a permanent mission at the Alliance's headquarters in Brussels. According to the plan tested during the USA-Israël exercise Juniper Cobra 2018, US forces would arrive via Europe (especially from bases in Italy) to support Israël in a war against Iran [2], a war which could start with an Israëli attack on Iranian nuclear sites, like the one made on the Iranian site of Osiraq. The  Jerusalem Post [3] confirms that Israël possesses non-nuclear anti-bunker bombs, which can be used particularly with the F-35's, able to hit the Iranian nuclear site at Fordow. But Iran, although it has no nuclear weapons, has a military riposte capacity, which Yugoslavia, Iraq and Libya did not possess at the moment of the attacks by the USA and NATO. In this case, Israël could use a nuclear weapon by triggering a chain reaction causing unforeseeable results.

NL -- Manlio Dinucci -- Wat is de Echte Nucleaire Dreiging in het Midden-Oosten?


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Wat is de Echte Nucleaire Dreiging in het Midden-Oosten?
door: Manlio Dinucci



De aankondiging van Iran dat het zich terugtrekt uit de 5+1 nucleaire overeenkomst (Gemeenschappelijk Alomvattend Actieplan) naar aanleiding van de moord op generaal Qassem Soleimani zal niets betekenen, aangezien de Verenigde Staten hun deelname al hebben geannuleerd. Het is veel zorgwekkender dat Israël zijn eigen echte nucleaire arsenaal heeft en in de verleiding zou kunnen komen dit te gebruiken in geval van een terugtrekking van de Amerikaanse troepen uit het Midden-Oosten.
« Iran houdt zich niet aan de nucleaire akkoorden " (Il Tempo), " Iran trekt zich terug uit de nucleaire akkoorden - een stap richting de atoombom " (Corriere della Sera), " Iran bereidt atoombommen voor - een vaarwel aan het nucleaire akkoord " (Libero). Dit is de manier waarop bijna alle media het besluit van Iran hebben gepresenteerd, na de moord op generaal Soleimani op bevel van President Trump, om niet langer de beperkingen op de verrijking van uranium te accepteren die in 2015 door de 5+1-groep zijn gepland (Verenigde Staten, Frankrijk, het Verenigd Koninkrijk, Rusland, China, plus Duitsland).
Deze organen van " informatie " zijn dus duidelijk de bron van de nucleaire dreiging in het Midden-Oosten. Ze vergeten dat het President Trump was die in 2018 de VS uit het akkoord trok, dat Israël had omschreven als "de overgave van het Westen aan de As van het Kwaad, geleid door Iran". Ze zeggen geen woord over het feit dat er in het Midden-Oosten slechts één nucleaire macht is - Israël - die aan geen enkele vorm van controle is onderworpen omdat ze zich niet houdt aan het non-proliferatieverdrag, dat echter wel door Iran is ondertekend.
Het Israëlische - arsenaal, afgeschermd door een dichte mantel van geheimzinnigheid en omertà, wordt geschat op tussen de 80 en 400 kernkoppen, plus voldoende plutonium om honderden andere te bouwen. Israël produceert zeker ook tritium, een radioactief gas waarmee het een nieuwe generatie kernwapens bouwt. Daaronder zijn minikernkoppen en neutronenbommen die, omdat ze een minimale radioactieve besmetting veroorzaken, meer geschikt zouden zijn voor doelen in de buurt van Israël. De Israëlische - kernkoppen zijn klaar voor lancering op ballistische raketten die, met de Jericho 3, een bereik hebben van 8 tot 9.000 kilometer. Duitsland leverde Israël (in de vorm van een geschenk of voor knock-outprijzen) vier voor de lancering van Popeye Turbo-kernraketten aangepaste dolfijnonderzeeërs, met een bereik van ongeveer 1500 kilometer. Stille, en met de capaciteit om een week onder water te blijven, varen de dolfijnen in de oostelijke Middellandse Zee, de Rode Zee en de Perzische Golf, klaar voor een 24-uurs alertheid voor een nucleaire aanval.
De Verenigde Staten, die al meer dan 350 F-15 en F-16 jachtbommenwerpers aan Israël hebben geleverd, leveren momenteel ten minste 75 F-35 gevechtsvliegtuigen, die ook zowel conventionele als nucleaire capaciteit hebben. Het eerste eskader van Israëlische F-35's werd operationeel in december 2017. Israël Aerospace Industries produceert vleugelonderdelen die de F-35's onzichtbaar maken voor de radar. Met deze technologie, die ook zal worden toegepast op de Italiaanse F-35's, versterkt Israël de aanvalscapaciteiten van zijn kernkrachten.
Israël, met 200 kernwapens die permanent gericht zijn op Iran, zoals de voormalige Amerikaanse minister van Buitenlandse Zaken Colin Powell in 2015 heeft aangegeven [1], is vastbesloten zijn monopolie op de bom in het Midden-Oosten te handhaven door te voorkomen dat Iran een civiel nucleair programma ontwikkelt dat op een dag de bouw van kernwapens mogelijk zou maken, een capaciteit die vandaag de dag door tientallen landen in de hele wereld in bezit is. In de cyclus van de exploitatie van uranium is er geen duidelijke scheidslijn tussen civiel en militair gebruik van splijtbaar materiaal. Om het Iraanse kernprogramma te blokkeren, is Israël vastbesloten om alle mogelijke middelen te gebruiken. De moord op vier Iraanse kernwetenschappers tussen 2010 en 2012 was hoogstwaarschijnlijk het werk van de Mossad.
De Israëlische nucleaire strijdkrachten zijn geïntegreerd in het elektronische systeem van de NAVO, in het kader van het "Individual Cooperation Programme" met Israël, een land dat geen lid is van de alliantie, maar een permanente missie heeft in het hoofdkwartier van de alliantie in Brussel. Volgens het plan dat werd getest tijdens de USA-Israël oefening Juniper Cobra 2018, zouden de Amerikaanse strijdkrachten via Europa aankomen (vooral vanuit de bases in Italië) om Israël te steunen in een oorlog tegen Iran [2], een oorlog die zou kunnen beginnen met een Israëlische aanval op Iraanse nucleaire sites, zoals die op de Iraanse site van Osiraq werd uitgevoerd. De Jerusalem Post [3] bevestigt dat Israël niet-nucleaire anti-bunkerbommen bezit, die vooral gebruikt kunnen worden met de F-35's, die de Iraanse nucleaire site in Fordow kunnen treffen. Maar Iran heeft, hoewel het geen kernwapens heeft, een militaire riposteercapaciteit, die Joegoslavië, Irak en Libië niet bezaten op het moment van de aanvallen van de VS en de NAVO. In dit geval zou Israël een kernwapen kunnen gebruiken door een kettingreactie op gang te brengen met onvoorspelbare gevolgen.
il manifesto, 7 January 2020
Nederlandse Vertaling: Martien
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DECLARATIE VAN FLORENCE
VOOR EEN INTERNATIONAAL FRONT NAVO-EXIT

Manlio Dinucci
Geographer and geopolitical scientist. His latest books are Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

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vp 2007

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J Bacque

vp


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January 15, 2020

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

Manlio

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