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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, August 31, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Por que razão a Itália instala os seus caças na Lituânia

Eurofighter Typhoon F-2000A italiani nel Baltico

NATO allied sky 2020 sorvolo

Bombardeiros estratégicos americanos B-52H Stratofortress sobrevoam 30 nações da NATO num dia

 

A Arte da Guerra

Por que razão a Itália instala os seus caças na Lituânia

Manlio Dinucci

 

 ITALIANO  PORTUGUÊS

 

Prevê-se que o tráfego aéreo civil na Europa irá diminuir este ano 60% em comparação com 2019, devido às restrições para a Covid-19, colocando em risco mais de 7 milhões de empregos. Em compensação, aumenta o tráfego aéreo militar.

 

Na sexta-feira, 28 de Agosto, seis bombardeiros estratégicos B-52 da US Air Force sobrevoaram num só dia, todos os 30 países da NATO na América do Norte e na Europa, acompanhados nos diversos trajectos pr 80 caça-bombardeiros dos países aliados. Este grande exercício denominado “Céu Aliado” - disse o Secretário-Geral da OTAN, Jens Stoltenberg - demonstra “o poderoso compromisso dos Estados Unidos para com os Aliados e confirma que somos capazes de desencorajar a agressão”. É evidente a alusão à "agressão russa" na Europa.

 

Os B-52s, transferidos em 22 de Agosto da Base Aérea de Minot, no Dakota do Norte, para Fairford, na Grã-Bretanha, não são os velhos aviões da Guerra Fria usados ​​apenas para as paradas militares. Continuamente modernizados, conservaram o seu papel de bombardeiros estratégicos de longo alcance. Agora ainda estão mais aperfeiçoados.

 

Ø  A Força Aérea dos Estados Unidos, com uma despesa de 20 biliões de dólares, equipará 76 aviões B-52s com motores novos, em breve, que permitirão aos bombardeiros voar 8.000 km sem reabastecimento durante o voo, cada um carregando 35 toneladas de bombas e mísseis convencionais ou nucleares.

 

Ø  A Força Aérea dos Estados Unidos, no passado mês de Abril, encarregou a Raytheon Co. de construir um novo míssil de cruzeiro de longo alcance, armado com uma ogiva nuclear, para os bombardeiros B-52.

 

Com esses e outros bombardeiros estratégicos de ataque nuclear, incluindo o B-2 Spirit, a US Air Force realizou pela Europa, mais de 200 surtidas desde 2018, principalmente sobre o Báltico e sobre o Mar Negro perto do espaço aéreo russo. Os países europeus da NATO participam nestes exercícios, em particular a Itália.

 

Quando, em 28 de Agosto, um B-52 sobrevoou o nosso país, os caças italianos juntaram-se a ele para simular uma missão de ataque conjunto. Imediatamente a seguir, os caça-bombardeiros Eurofighter Typhoon da Força Aérea Italiana partiram para instalar-se na base de Siauliai, na Lituânia, apoiados por cerca de cem soldados especializados. A partir de hoje, 1 de Setembro, irão permanecer lá durante 8 meses, até Abril de 2021, para "defender" o espaço aéreo do Báltico.

 

É a quarta missão de "polícia aérea" da NATO, realizada no Báltico pela nossa Força Aérea. Os caças italianos estão prontos 24 sobre 24 horas para lutar = ‘scramble’, para levantar voo ao sinal de alarme e interceptar aviões "desconhecidos", que são sempre aviões russos a voar entre algum aeroporto interno e o enclave russo de Kaliningrado, através do espaço aéreo internacional sobre o Báltico.

 

A base lituana de Siauliai, onde estão instalados, foi modernizada pelos Estados Unidos, que triplicaram a sua capacidade investindo de 24 milhões de euros. O motivo é claro: a base aérea fica a apenas 220 km de Kaliningrado e 600 km de São Petersburgo, distância que um caça tipo Eurofighter Typhoon percorre em poucos minutos.

 

Por que é que a NATO está a intoduzir perto da Rússia, estas e outros aviões de capacidade dupla,  convencionais e nucleares?

 

Claro que não é para defender os países bálticos de um ataque russo que, se acontecesse, significaria o início da guerra mundial termonuclear. O mesmo aconteceria se os aviões da NATO atacassem no Báltico, cidades russas limítrofes. A verdadeira razão para esta prática é aumentar a tensão, fabricando a imagem de um inimigo perigoso, a Rússia, que se prepara para atacar a Europa.

 

 

Esta é a estratégia de tensão concretizada por Washington, com a cumplicidade dos governos e dos parlamentos europeus e da própria União Europeia. Esta estratégia envolve um aumento crescente das despesas militares em detrimento das despesas sociais.

 

Um exemplo: o custo de uma hora de voo de um caça Eurofighter foi calculado pela mesma Força Aérea em 66.000 euros (incluindo a depreciação do avião). Montante, em dinheiro público, superior a dois salários brutos médios por ano.

 

Cada vez que um Eurofighter decola para "defender" o espaço aéreo do Báltico, queima dois empregos numa hora, em Itália.  

Manlio Dinucci

il manifesto, 01 de Setembro de 2020

 


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra -- Perché l’Italia schiera i suoi caccia in Lituania

 Eurofighter Typhoon F-2000A italiani nel Baltico NATO allied sky 2020 sorvolo

I bombardieri strategici americani B-52H Stratofortress sorvolano 30 nazioni NATO in un giorno

 

L’arte della guerra

Perché l’Italia schiera i suoi caccia in Lituania

Manlio Dinucci

ITALIANO  PORTUGUÊS

 

Si prevede che il traffico aereo civile in Europa calerà quest’anno del 60% rispetto al 2019, a causa delle restrizioni per il Covid-19, mettendo a rischio oltre 7 milioni di posti di lavoro. Cresce in compenso il traffico aereo militare.

 

Venerdì 28 agosto, sei bombardieri strategici B-52 della US Air Force hanno trasvolato in un solo giorno tutti e 30 i paesi della Nato in Nordamerica ed Europa, affiancati nei diversi tratti da 80 cacciabombardieri dei paesi alleati. Questa grande esercitazione denominata «Cielo Alleato» – ha dichiarato il segretario generale della Nato Jens Stoltenberg – dimostra «il potente impegno degli Stati uniti verso gli Alleati e conferma che siamo in grado di scoraggiare l’aggressione». Evidente l’allusione alla «aggressione russa» in Europa.

 

I B-52, trasferiti il 22 agosto dalla base aerea Minot in Nord Dakota a quella di Fairford in Gran Bretagna, non sono vecchi aerei della Guerra fredda usati ormai solo per le parate. Continuamente ammodernati, hanno conservato il loro ruolo di bombardieri strategici a lungo raggio. Ora vengono ulteriormente potenziati.

 

La US Air Force, con una spesa di 20 miliardi di dollari, doterà tra breve 76 B-52 di nuovi motori, che permetteranno ai bombardieri di volare per 8.000 km senza rifornimento in volo, trasportando ciascuno 35 tonnellate di bombe e missili a testata convenzionale o nucleare. 

 

La US Air Force, lo scorso aprile, ha affidato alla  Raytheon Co. la costruzione di un nuovo missile da crociera a lungo raggio, armato di testata nucleare, per i bombardieri B-52.

 

Con questi e altri bombardieri strategici da attacco nucleare, compresi i B-2 Spirit, la US Air Force ha effettuato sull’Europa dal 2018 oltre 200 sortite, soprattutto sul Baltico e il Mar Nero a ridosso dello spazio aereo russo. A queste esercitazioni partecipano i paesi europei della Nato, in particolare l’Italia.

 

Quando il 28 agosto un B-52 ha sorvolato il nostro paese,  gli si sono affiancati caccia italiani per simulare una missione congiunta di attacco. Subito dopo cacciabombardieri  Eurofighter  Typhoon dell’Aeronautica italiana sono partiti per schierarsi nella base di Siauliai in Lituania, supportati da un centinaio di militari specializzati.  A partire da oggi 1° settembre vi resteranno per 8 mesi, fino all’aprile 2021, per «difendere» lo spazio aereo del Baltico.

 

È la quarta missione Nato di «polizia aerea» effettuata nel Baltico dalla nostra Aeronautica. I caccia italiani sono pronti 24 ore su 24 allo scramble, al decollo su allarme per intercettare aerei «sconosciuti», che sono sempre aerei russi in volo tra qualche aeroporto interno e l’exclave russa di Kaliningrad attraverso lo spazio aereo internazionale sul Baltico.

 

La base lituana di Siauliai, in cui sono schierati, è stata potenziata dagli Stati uniti, che ne hanno triplicato la capacità investendovi 24 milioni di euro. Il perché è chiaro: la base aerea dista appena 220 km da Kaliningrad e 600 da San Pietroburgo, distanza che un caccia tipo l’Eurofighter Typhoon percorre in pochi minuti.

 

Perché la Nato schiera a ridosso della Russia questi e altri aerei a duplice capacità convenzionale e nucleare?


Non certo per difendere i paesi baltici da un attacco russo che, se avvenisse, significherebbe l’inizio della guerra mondiale termonucleare. Lo stesso avverrebbe se gli aerei Nato attaccassero dal Baltico le città russe limitrofe. La vera ragione di tale schieramento è quella di accrescere la tensione, fabbricando l’immagine di un pericoloso nemico, la Russia, che si prepara ad attaccare l’Europa.

 

È la strategia della tensione attuata da Washington, con la complicità dei governi e dei parlamenti europei e della stessa Unione europea. Tale strategia comporta un crescente aumento della spesa militare a scapito di quella sociale.

 

Un esempio: il costo di un’ora di volo di un caccia Eurofighter è stato calcolato dalla stessa Aeronautica in 66.000 euro (compreso l’ammortamento dell’aereo). Una somma, in denaro pubblico, superiore a due retribuzioni medie lorde annue.

 

Ogni volta che un Eurofighter decolla per «difendere» lo spazio aereo del Baltico,  brucia in un’ora, in Italia, due posti di lavoro.   

Manlio Dinucci

il manifesto01 settembre 2020



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