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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, August 31, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Por que razão a Itália instala os seus caças na Lituânia

Eurofighter Typhoon F-2000A italiani nel Baltico

NATO allied sky 2020 sorvolo

Bombardeiros estratégicos americanos B-52H Stratofortress sobrevoam 30 nações da NATO num dia

 

A Arte da Guerra

Por que razão a Itália instala os seus caças na Lituânia

Manlio Dinucci

 

 ITALIANO  PORTUGUÊS

 

Prevê-se que o tráfego aéreo civil na Europa irá diminuir este ano 60% em comparação com 2019, devido às restrições para a Covid-19, colocando em risco mais de 7 milhões de empregos. Em compensação, aumenta o tráfego aéreo militar.

 

Na sexta-feira, 28 de Agosto, seis bombardeiros estratégicos B-52 da US Air Force sobrevoaram num só dia, todos os 30 países da NATO na América do Norte e na Europa, acompanhados nos diversos trajectos pr 80 caça-bombardeiros dos países aliados. Este grande exercício denominado “Céu Aliado” - disse o Secretário-Geral da OTAN, Jens Stoltenberg - demonstra “o poderoso compromisso dos Estados Unidos para com os Aliados e confirma que somos capazes de desencorajar a agressão”. É evidente a alusão à "agressão russa" na Europa.

 

Os B-52s, transferidos em 22 de Agosto da Base Aérea de Minot, no Dakota do Norte, para Fairford, na Grã-Bretanha, não são os velhos aviões da Guerra Fria usados ​​apenas para as paradas militares. Continuamente modernizados, conservaram o seu papel de bombardeiros estratégicos de longo alcance. Agora ainda estão mais aperfeiçoados.

 

Ø  A Força Aérea dos Estados Unidos, com uma despesa de 20 biliões de dólares, equipará 76 aviões B-52s com motores novos, em breve, que permitirão aos bombardeiros voar 8.000 km sem reabastecimento durante o voo, cada um carregando 35 toneladas de bombas e mísseis convencionais ou nucleares.

 

Ø  A Força Aérea dos Estados Unidos, no passado mês de Abril, encarregou a Raytheon Co. de construir um novo míssil de cruzeiro de longo alcance, armado com uma ogiva nuclear, para os bombardeiros B-52.

 

Com esses e outros bombardeiros estratégicos de ataque nuclear, incluindo o B-2 Spirit, a US Air Force realizou pela Europa, mais de 200 surtidas desde 2018, principalmente sobre o Báltico e sobre o Mar Negro perto do espaço aéreo russo. Os países europeus da NATO participam nestes exercícios, em particular a Itália.

 

Quando, em 28 de Agosto, um B-52 sobrevoou o nosso país, os caças italianos juntaram-se a ele para simular uma missão de ataque conjunto. Imediatamente a seguir, os caça-bombardeiros Eurofighter Typhoon da Força Aérea Italiana partiram para instalar-se na base de Siauliai, na Lituânia, apoiados por cerca de cem soldados especializados. A partir de hoje, 1 de Setembro, irão permanecer lá durante 8 meses, até Abril de 2021, para "defender" o espaço aéreo do Báltico.

 

É a quarta missão de "polícia aérea" da NATO, realizada no Báltico pela nossa Força Aérea. Os caças italianos estão prontos 24 sobre 24 horas para lutar = ‘scramble’, para levantar voo ao sinal de alarme e interceptar aviões "desconhecidos", que são sempre aviões russos a voar entre algum aeroporto interno e o enclave russo de Kaliningrado, através do espaço aéreo internacional sobre o Báltico.

 

A base lituana de Siauliai, onde estão instalados, foi modernizada pelos Estados Unidos, que triplicaram a sua capacidade investindo de 24 milhões de euros. O motivo é claro: a base aérea fica a apenas 220 km de Kaliningrado e 600 km de São Petersburgo, distância que um caça tipo Eurofighter Typhoon percorre em poucos minutos.

 

Por que é que a NATO está a intoduzir perto da Rússia, estas e outros aviões de capacidade dupla,  convencionais e nucleares?

 

Claro que não é para defender os países bálticos de um ataque russo que, se acontecesse, significaria o início da guerra mundial termonuclear. O mesmo aconteceria se os aviões da NATO atacassem no Báltico, cidades russas limítrofes. A verdadeira razão para esta prática é aumentar a tensão, fabricando a imagem de um inimigo perigoso, a Rússia, que se prepara para atacar a Europa.

 

 

Esta é a estratégia de tensão concretizada por Washington, com a cumplicidade dos governos e dos parlamentos europeus e da própria União Europeia. Esta estratégia envolve um aumento crescente das despesas militares em detrimento das despesas sociais.

 

Um exemplo: o custo de uma hora de voo de um caça Eurofighter foi calculado pela mesma Força Aérea em 66.000 euros (incluindo a depreciação do avião). Montante, em dinheiro público, superior a dois salários brutos médios por ano.

 

Cada vez que um Eurofighter decola para "defender" o espaço aéreo do Báltico, queima dois empregos numa hora, em Itália.  

Manlio Dinucci

il manifesto, 01 de Setembro de 2020

 


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra -- Perché l’Italia schiera i suoi caccia in Lituania

 Eurofighter Typhoon F-2000A italiani nel Baltico NATO allied sky 2020 sorvolo

I bombardieri strategici americani B-52H Stratofortress sorvolano 30 nazioni NATO in un giorno

 

L’arte della guerra

Perché l’Italia schiera i suoi caccia in Lituania

Manlio Dinucci

ITALIANO  PORTUGUÊS

 

Si prevede che il traffico aereo civile in Europa calerà quest’anno del 60% rispetto al 2019, a causa delle restrizioni per il Covid-19, mettendo a rischio oltre 7 milioni di posti di lavoro. Cresce in compenso il traffico aereo militare.

 

Venerdì 28 agosto, sei bombardieri strategici B-52 della US Air Force hanno trasvolato in un solo giorno tutti e 30 i paesi della Nato in Nordamerica ed Europa, affiancati nei diversi tratti da 80 cacciabombardieri dei paesi alleati. Questa grande esercitazione denominata «Cielo Alleato» – ha dichiarato il segretario generale della Nato Jens Stoltenberg – dimostra «il potente impegno degli Stati uniti verso gli Alleati e conferma che siamo in grado di scoraggiare l’aggressione». Evidente l’allusione alla «aggressione russa» in Europa.

 

I B-52, trasferiti il 22 agosto dalla base aerea Minot in Nord Dakota a quella di Fairford in Gran Bretagna, non sono vecchi aerei della Guerra fredda usati ormai solo per le parate. Continuamente ammodernati, hanno conservato il loro ruolo di bombardieri strategici a lungo raggio. Ora vengono ulteriormente potenziati.

 

La US Air Force, con una spesa di 20 miliardi di dollari, doterà tra breve 76 B-52 di nuovi motori, che permetteranno ai bombardieri di volare per 8.000 km senza rifornimento in volo, trasportando ciascuno 35 tonnellate di bombe e missili a testata convenzionale o nucleare. 

 

La US Air Force, lo scorso aprile, ha affidato alla  Raytheon Co. la costruzione di un nuovo missile da crociera a lungo raggio, armato di testata nucleare, per i bombardieri B-52.

 

Con questi e altri bombardieri strategici da attacco nucleare, compresi i B-2 Spirit, la US Air Force ha effettuato sull’Europa dal 2018 oltre 200 sortite, soprattutto sul Baltico e il Mar Nero a ridosso dello spazio aereo russo. A queste esercitazioni partecipano i paesi europei della Nato, in particolare l’Italia.

 

Quando il 28 agosto un B-52 ha sorvolato il nostro paese,  gli si sono affiancati caccia italiani per simulare una missione congiunta di attacco. Subito dopo cacciabombardieri  Eurofighter  Typhoon dell’Aeronautica italiana sono partiti per schierarsi nella base di Siauliai in Lituania, supportati da un centinaio di militari specializzati.  A partire da oggi 1° settembre vi resteranno per 8 mesi, fino all’aprile 2021, per «difendere» lo spazio aereo del Baltico.

 

È la quarta missione Nato di «polizia aerea» effettuata nel Baltico dalla nostra Aeronautica. I caccia italiani sono pronti 24 ore su 24 allo scramble, al decollo su allarme per intercettare aerei «sconosciuti», che sono sempre aerei russi in volo tra qualche aeroporto interno e l’exclave russa di Kaliningrad attraverso lo spazio aereo internazionale sul Baltico.

 

La base lituana di Siauliai, in cui sono schierati, è stata potenziata dagli Stati uniti, che ne hanno triplicato la capacità investendovi 24 milioni di euro. Il perché è chiaro: la base aerea dista appena 220 km da Kaliningrad e 600 da San Pietroburgo, distanza che un caccia tipo l’Eurofighter Typhoon percorre in pochi minuti.

 

Perché la Nato schiera a ridosso della Russia questi e altri aerei a duplice capacità convenzionale e nucleare?


Non certo per difendere i paesi baltici da un attacco russo che, se avvenisse, significherebbe l’inizio della guerra mondiale termonucleare. Lo stesso avverrebbe se gli aerei Nato attaccassero dal Baltico le città russe limitrofe. La vera ragione di tale schieramento è quella di accrescere la tensione, fabbricando l’immagine di un pericoloso nemico, la Russia, che si prepara ad attaccare l’Europa.

 

È la strategia della tensione attuata da Washington, con la complicità dei governi e dei parlamenti europei e della stessa Unione europea. Tale strategia comporta un crescente aumento della spesa militare a scapito di quella sociale.

 

Un esempio: il costo di un’ora di volo di un caccia Eurofighter è stato calcolato dalla stessa Aeronautica in 66.000 euro (compreso l’ammortamento dell’aereo). Una somma, in denaro pubblico, superiore a due retribuzioni medie lorde annue.

 

Ogni volta che un Eurofighter decolla per «difendere» lo spazio aereo del Baltico,  brucia in un’ora, in Italia, due posti di lavoro.   

Manlio Dinucci

il manifesto01 settembre 2020



APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Friday, August 7, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- O que Faz a Itália a Favor do Desarmamento Nuclear?

  

Hiroshima, Mattarella: "L'Italia sostiene con forza il disarmo nu

A Arte da Guerra

O que Faz a Itália a Favor do Desarmamento Nuclear?

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

No 75º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima e Nagasaki, o Presidente da República Sergio Mattarella reiterou que “a Itália apoia fortemente o objectivo de um mundo livre de armas nucleares".  Foi ecoado pelo Presidente da Comissão de Defesa da Câmara, Gianluca Rizzo (M5S): “Faço minhas as palavras do Presidente da República, a favor de uma política que aponta para um mundo livre de armas nucleares”. Compromisso institucional máximo, portanto, mas em que direcção?

 

Façamos falar os factos:

 

Ø  A Itália ratificou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), em 1975, que afirma: "Cada um dos estados militarmente não nucleares, que faça parte do Tratado, compromete-se a não receber armas nucleares de ninguém, nem o controlo sobre tais armas, directa ou indirectamente ".

 

Ø  Ao violar o TNP, a Itália concedeu as suas próprias bases para a instalação de armas nucleares dos EUA: actualmente bombas B61, cujo número é estimado em algumas dezenas, mas não é verificável. Estão instaladas nas bases de Aviano, juntamente com os caças F-16C/D dos EUA, e em Ghedi-Torre, onde os Tornado PA-200 da Força Aérea Italiana estâo prontos para um ataque nuclear sob comando USA.

 

Ø  A Itália - confirma a NATO – faz parte dos países que “fornecem à Aliança aviões equipados para transportar bombas nucleares, sobre os quais os Estados Unidos mantêm controlo absoluto, e pessoal treinado para o efeito”.

 

A B61 será substituída, em breve, pela B61-12: uma nova bomba nuclear, com potência selecionável no momento do lançamento, que se dirige com precisão para o alvo e tem a capacidade de penetrar no subsolo para destruir os ‘bunkers’ dos centros de comando.

 

O programa do Pentágono prevê a construção de 500 bombas nucleares B61-12, com uma despesa de 10 biliões de dólares. O programa está em fase final: nos polígonos do Nevada estão em curso os testes de lançamento da nova bomba (sem ogiva nuclear). Entre os aviões certificados para o seu uso estão o Tornado PA-200 e o novo F-35A, fornecidos à Força Aérea Italiana.

 

Não se sabe quantas B61-12 serão instaladas na Itália e noutros países europeus. Poderão ser mais do que as bombas B-61 anteriores e também ser instaladas noutras bases. A de Ghedi, reestruturada, pode acolher até 30 caças F-35A com 60 bombas B61-12.

 

Às novas bombas juntam-se as armas nucleares da Sexta Frota estacionada em Itália, cujo tipo e número são secretos. Além de que, com o rompimento do Tratado INF, os Estados Unidos estão a desenvolver mísseis nucleares de alcance intermédio com base em terra, que, como os Euromísseis dos anos 80, também poderão ser instalados em bases italianas.

 

A Itália, oficialmente um Estado não nuclear, desempenha assim a função cada vez mais perigosa, de base avançada da estratégia nuclear dos USA/NATO contra a Rússia e contra outros países.

 

Como membro do Conselho do Atlântico Norte, a Itália rejeitou em 2017, o Tratado ONU sobre a abolição das armasnucleares. No mesmo ano, mais de 240 parlamentares italianos - principalmente do Partido Democrata e do M5S, os actuais partidos do governo – comprometeram-se, ao assinar o Apelo ICAN, a promover a adesão da Itália ao Tratado ONU.

 

Na primeira fila, o actual Presidente da Comissão de Defesa, Gianluca Rizzo, e o actual Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luigi Di Maio. Três anos depois, como os factos comprovam, o seu compromisso solene revela-se um expediente demagógico para recolher votos.

 

Para concretizar, em Itália, "uma política que aponta para um mundo livre de armas nucleares", como declara Gianluca Rizzo, não há senão um modo: libertar a Itália das armas nucleares, conforme prescreve o TNP, e aderir ao Tratado ONU, executando o que eles estabelecem: “Cada Estado Parte que possua armas nucleares no seu território, pertencentes ou controladas por outro Estado, deve assegurar a rápida remoção de tais armas”. Portanto, os signatários do Compromisso ICAN, exigem que os Estados Unidos removam todas as armas nucleares da Itália.

 

Se no Parlamento há alguém que queira um mundo livre de armas nucleares,

demonstre-o não por palavras, mas mas com factos.

Manlio Dinucci

il manifesto, 11 de Agosto de 2020

IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra Cosa fa l’Italia per il disarmo nucleare?

  

Hiroshima, Mattarella: "L'Italia sostiene con forza il disarmo nucleare"

L’arte della guerra

Cosa fa l’Italia per il disarmo nucleare?

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

Nel 75° anniversario del bombardamento atomico di Hiroshima e Nagasaki, il presidente della Repubblica Sergio Mattarella ha ribadito che «l’Italia sostiene con forza l’obiettivo di un mondo libero da armi nucleari». Gli ha fatto eco il presidente della Commissione Difesa della Camera, Gianluca Rizzo (M5S): «Faccio mie le parole del presidente della Repubblica per una politica che punti ad un mondo libero da armi nucleari». Massimo impegno istituzionale dunque, ma in quale direzione?

 

Facciamo parlare i fatti:

 

Ø  L’Italia ha ratificato nel 1975 il Trattato di non-proliferazione delle armi nucleari (Tnp), che stabilisce: «Ciascuno degli Stati militarmente non nucleari, parte del Trattato, si impegna a non ricevere da chicchessia armi nucleari, né il controllo su tali armi, direttamente o indirettamente».

 

Ø  Violando il Tnp, l’Italia ha concesso proprie basi per lo schieramento di armi nucleari Usa: attualmente bombe B61, il cui numero è stimato in alcune decine ma non è verificabile. Sono installate nelle basi di Aviano, insieme a caccia Usa F-16C/D, e a Ghedi-Torre dove Tornado PA-200 dell’Aeronautica italiana sono pronti all’attacco nucleare sotto comando Usa. 

 

Ø  L’Italia – conferma la Nato – fa parte dei paesi che «forniscono all’Alleanza aerei equipaggiati per trasportare bombe nucleari, su cui gli Stati uniti mantengono l’assoluto controllo, e personale addestrato a tale scopo».

 

La B61 sarà sostituita tra non molto dalla B61-12: una nuova bomba nucleare, con una potenza selezionabile al momento del lancio, che si dirige con precisione sull’obiettivo ed ha la capacità di penetrare nel sottosuolo per distruggere i bunker dei centri di comando.

 

Il programma del Pentagono prevede la costruzione di 500 B61-12, con una spesa di 10 miliardi di dollari. Il programma è nella fase finale: nei poligoni nel Nevada sono in corso test di lancio della nuova bomba (senza testata nucleare). Tra gli aerei che vengono certificati per il suo uso vi sono il Tornado PA-200 e il nuovo F-35A, in dotazione all’Aeronautica italiana.

 

Non si sa quante B61-12 verranno schierate in Italia e altri paesi europei. Esse potrebbero essere più delle precedenti B-61 ed essere installate anche in altre basi. Quella di Ghedi, ristrutturata, può accogliere fino a 30 caccia F-35A con 60 B61-12.

 

Alle nuove bombe si aggiungono le armi nucleari della Sesta Flotta di stanza in Italia, il cui tipo e numero sono segreti.  Inoltre, stracciato il Trattato Inf, gli Usa stanno sviluppando missili nucleari a gittata intermedia con base a terra, che, come gli euromissili degli anni Ottanta, potrebbero essere installati anche in basi italiane.

 

L’Italia, ufficialmente Stato non-nucleare, svolge così la sempre più pericolosa funzione di base avanzata della strategia nucleare Usa/Nato contro la Russia e altri paesi.

 

Quale membro del Consiglio Nord Atlantico, l’Italia ha respinto nel 2017 il Trattato Onu sulla abolizione delle armi nucleari. Nello stesso anno oltre 240 parlamentari italiani – in maggior parte del Pd e M5S, gli attuali partiti di governo – si sono impegnati, firmando l’Appello Ican, a promuovere l’adesione dell’Italia al Trattato Onu.

 

In prima fila l’attuale presidente della Commissione Difesa, Gianluca Rizzo, e l’attuale ministro degli Esteri Luigi Di Maio. Tre anni dopo, alla prova dei fatti, il loro solenne impegno si rivela un espediente demagogico per raccogliere voti.

 

Per attuare in Italia «una politica che punti ad un mondo libero da armi nucleari», come declama Gianluca Rizzo, non c’è che un modo: liberare l’Italia dalle armi nucleari, come prescrive il Tnp, e aderire al Trattato Onu, attuando quanto stabilisce: «Ciascuno Stato parte che abbia sul proprio territorio armi nucleari, possedute o controllate da un altro Stato, deve assicurare la rapida rimozione di tali armi». I firmatari dell’Impegno Ican richiedano quindi  agli Stati uniti di rimuovere qualsiasi arma nucleare dall’Italia.

 

Se in Parlamento c’è qualcuno che voglia un mondo libero da armi nucleari,

lo dimostri non a parole ma con i fatti.  

 

Manlio Dinuci

 

il manifesto, 11 agosto 2020

FR -- Manlio Dinucci -- L’art de la guerre -- Que fait l’Italie pour le désarmement nucléaire ?

 


Hiroshima, Mattarella: "L'Italia sostiene con forza il disarmo nu

L’art de la guerre

Que fait l’Italie pour le désarmement nucléaire ?

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

 

  Pour le 75ème anniversaire du bombardement atomique d’Hiroshima et Nagasaki, le président de la République Sergio Mattarella a réaffirmé que “l’Italie soutient avec force l’objectif d’un monde libre d’armes nucléaires”. Le président de la Commission Défense de la Chambre, Gianluca Rizzo (M5S) a repris en écho : “Je fais miennes les paroles du président de la République pour une politique qui tende à un monde libre d’armes nucléaires”. Engagement institutionnel maximal donc, mais dans quelle direction ?

 Faisons parler les faits:

Ø  L’Italie a ratifié  en 1975 le Traité de non-prolifération des armes nucléaires (TNP), qui stipule : “Tout État non doté d’armes nucléaires qui est Partie au Traité s’engage à n’accepter de qui que ce soit, ni directement ni indirectement, le transfert d’armes nucléaires ou autres dispositifs explosifs nucléaires ou du contrôle de telles armes ou de tels dispositifs explosifs”. 

Ø  Violant le TNP, l’Italie a concédé ses propres bases pour recevoir des armes nucléaires USA : actuellement des bombes B61, dont le nombre est estimé à plusieurs dizaines mais n’est pas vérifiable. Elles sont installées dans les bases d’Aviano, avec des chasseurs USA F-16C/D, et à Ghedi-Torre où des Tornado PA-200 de l’Aéronautique italienne sont prêts à l’attaque nucléaire sous commandement USA. 

Ø  L’Italie, confirme l’OTAN, fait partie des pays qui “fournissent à l’Alliance des avions équipés pour transporter des bombes nucléaires, sur lesquels les États-Unis gardent le contrôle absolu, et du personnel entraîné pour cet objectif”.


  La B61 sera remplacée sous peu par la B62-12 : une nouvelle bombe nucléaire, avec une puissance sélectionnable au moment du lancement, qui se dirige avec précision sur l’objectif et a la capacité de pénétrer dans le sous-sol pour détruire les bunkers des centres de commandement.


 
Le programme du Pentagone prévoit la construction de 500 B61-12, avec une dépense de 10 milliards de dollars. Le programme est dans la phase finale : dans les polygones du Nevada sont en cours des tests de lancement de la nouvelle bombe (sans tête nucléaire). Parmi les avions qui sont certifiés pour son utilisation se trouvent le Tornado PA-200 et le nouveau F-35A, en dotation à l’Aéronautique italienne.


  On ne sait pas combien de B61-12 seront stockées en Italie et dans d’autres pays européens. 
Elles pourraient être plus nombreuses que les précédentes B-61 et être installées dans d’autres bases. Celle de Ghedi, restructurée, peut accueillir jusqu’à 30 chasseurs F-35A avec 60 B61-12. Aux nouvelles bombes s’ajoutent les armes nucléaires de la Sixième Flotte basée en Italie, dont le type et le nombre sont secrets. 

   En outre, le Traité FNI ayant été balayé, les USA sont en train de développer des missiles nucléaires à portée intermédiaire avec base à terre, qui, comme les euromissiles des années Quatre-vingt, pourraient être installés aussi dans des bases italiennes. 

  L’Italie, officiellement État non-nucléaire, joue ainsi la toujours plus périlleuse fonction de base avancée de la stratégie nucléaire USA/OTAN contre la Russie et d’autres pays.

En tant que membre du Conseil Atlantique-Nord, l’Italie a rejeté en 2017 le Traité ONU sur l’abolition des armes nucléaires. Au cours de cette même année plus de 240 parlementaires italiens -en majorité du Pd et M5S, les partis actuellement au gouvernement- se sont engagés, en signant l’Appel Ican, à promouvoir l’adhésion de l’Italie au Traité ONU.

Au premier rang l’actuel président de la Commission Défense, Gianluca Rizzo, et l’actuel ministre des Affaires Étrangères Luigi Di Maio. Trois ans après, à l’épreuve des faits, leur solennel engagement se révèle un expédient démagogique pour recueillir des voix. 

  Pour réaliser en Italie “une politique qui tende à un monde libre d’armes nucléaires”, comme déclame Gianluca Rizzo, il n’y a qu’un moyen : libérer l’Italie des armes nucléaires, comme le prescrit le TNP, et adhérer au Traité ONU, en opérant ce qu’il stipule : “(…) chaque État Partie qui dispose d’une arme nucléaire ou autre dispositif explosif nucléaire sur son territoire ou en tout lieu placé sous sa juridiction ou son contrôle dont un autre État est propriétaire ou détenteur ou qu’il contrôle veille au retrait rapide de ces armes dans les meilleurs délais”. Les signataires de l’Engagement ICAN demandent ainsi aux État-Unis de retirer toute arme nucléaire de l’ltalie.

 

Si au Parlement il y a quelqu’un qui veut un monde libre d’armes nucléaires,

qu’il le montre non pas en paroles mais avec les faits. 

 

Édition de mardi 11 août 2020 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio

FREE JULIAN ASSANGE

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