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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Tuesday, May 5, 2020

PT -- Uma Mensagem de Larry Romanoff -- Mudança de Local


Mudança de Local




Escrevi um artigo em 19 de Março de 2020, intitulado “Toda a Verdade tem Três Fases”, enumerando-as assim: Primeira, é ignorada. Segunda, é amplamente ridicularizada. Terceira, é aceite como auto-evidente. Neste processo, omiti algo importante. A segunda fase, na verdade, tem duas etapas: a verdade é amplamente ridicularizada, mas, se o ridículo se mostra insuficiente para impedir que a verdade ganhe força, surgem assassinos contratados para matar o mensageiro, de um modo geral, figurativamente, mas às vezes, literalmente. Só se este esforço final falhar é que a verdade ganhará reconhecimento público suficiente para, finalmente, ser aceite como auto-evidente.

Até agora, os meus artigos COVID-19 (que denominei como COVID-US) alcançaram milhões de downloads e de leitores na América do Norte. Foram traduzidos em vários idiomas (inclusive o albanês) e publicados em sites e blogs na maioria dos países cujos nomes os leitores conhecem. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China postou, no Twitter, um link sobre o meu artigo “COVID-19 - Mais Evidências de que o Vírus se Originou nos EUA”, dizendo que os meus artigos sobre o vírus mudavam a maneira como ele encarava tudo e escreveu na sua postagem, “Este artigo é muito importante para todos e cada um de nós. Leiam e re-twitem.” Também fez uma publicação semelhante no Weibo, na China, com um link para o mesmo artigo, e recebeu 160 milhões de visualizações - confirmadas por um artigo do New York Times.

O grande volume sobrecarregou as tentativas de ridícularizar, procando grande alarme e levando ao assassinato como sendo o curso normal dos acontecimentos. Em seguida, fui inundado com mensagens encantadoras de pessoas que me queriam “contactar”, em alguns casos “para me compreender melhor”, incluindo a Embaixada dos EUA em Pequim, todos os principais meios de comunicação mediática norte-americanos (e de alguns lacaios europeus) e uma colecção desorganizada de várias categorias de desajustados. Alguns fingiram ser revistas europeias importantes a solicitar permissão para publicar os meus artigos, mas claramente mais interessados ​​em obter os meus dados bancários e informações de contacto (para me puderem pagar). Como esta abordagem falhou, solicitaram a minha localização física e endereço para me enviarem “pessoalmente” cópias impressas (ou, talvez, para me fazerem uma visita por outros motivos). Outros fingiram ser estudantes de pós-graduação em faculdades que variam de Harvard a West Overshoe, Kansas, Nairobi, Quénia, novamente menos interessados ​​na pesquisa do que em obter detalhes pessoais, informações de contacto e, acima de tudo, uma localização física precisa.

Thierry Meyssan -- O projecto político global imposto por ocasião do Covid-19

Thierry Meyssan

As reacções ineptas dos governos europeus ao Covid-19 foram ditadas por antigos conselheiros de Donald Rumsfeld e de George W. Bush. Contrariamente à retórica pública, não têm qualquer pretensão médica. Longe de responder à realidade da epidemia, elas visam transformar as sociedades europeias a fim de as integrar no seu projecto político-financeiro.

REDE VOLTAIRE | DAMASCO (SÍRIA) | 5 DE MAIO DE 2020


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Para lá de se saber se a epidemia de Covid-19 é natural ou foi provocada, ela providencia a ocasião a um grupo transnacional de impor, subitamente, o seu projecto político sem que ele seja discutido, ou sequer exposto.
Em algumas semanas, vimos Estados pretensamente democráticos suspender as liberdades fundamentais: proibir a saída de casa, sob pena de multa ou prisão, de participar em comícios e manifestações. A escola obrigatória para os menores de 16 anos foi provisoriamente abolida. Milhões de trabalhadores foram privados de emprego e colocados, por declaração, no desemprego. Centenas de milhares de empresas foram autoritariamente forçadas a fechar e não mais poderão reabrir.
Sem preparação prévia, os governos incentivaram as empresas ao teletrabalho. Todas as comunicações via internet foram imediatamente gravadas (registradas-br) pelo sistema Echelon. O que significa que os «Cinco Olhos» (Austrália/Canadá/Nova Zelândia/Reino Unido/EUA) dispõem, em arquivo, dos meios de apanhar os segredos de quase todos os industriais europeus. Agora, já é tarde demais.
Nenhuma das transformações das sociedades tem justificação médica. Nenhum livro de epidemiologia no mundo abordou e ainda menos preconizou o «confinamento generalizado obrigatório» para lutar contra uma epidemia.
Os dirigentes políticos dos Estados membros da União Europeia foram petrificados por projecções matemáticas delirantes anunciando-lhes uma hecatombe doméstica [1]. Depois, foram consolados com soluções preparadas por um poderoso grupo de pressão, cujos membros haviam encontrado no Forum Económico de Davos e nas Conferências sobre Segurança de Munique [2].
O «confinamento generalizado obrigatório» foi concebido quinze anos antes, no seio da Administração Bush, não como uma ferramenta de saúde pública, mas para militarizar a sociedade norte-americana por ocasião de um ataque bioterrorista. E, é exactamente este projecto que ele aplica hoje na Europa.
O plano inicial, concebido há mais de vinte anos em torno do patrão do laboratório farmacêutico Gilead Science, Donald Rumsfeld, previa adaptar os Estados Unidos à financiarização global da economia. Tratava-se de reorganizar o planeta atribuindo para isso, geograficamente, as tarefas a cada um. As zonas ainda não-integradas na economia global deveriam ser privadas de Estado e tornar-se simples reservatórios de matérias-primas; as zonas desenvolvidas (entre as quais a União Europeia, a Rússia e a China) seriam responsáveis pela produção; e os Estados Unidos, por si sós, assegurariam a indústria de armamento e o policiamento do mundo.
Para isto, um grupo foi criado no seio de um «think-tank», o American Enterprise Institute, com o «Projecto para um Novo Século Americano». Este anunciou com toda a crueza uma parte do seu programa, e uma parte somente; a destinada a convencer grandes doadores a apoiar a campanha eleitoral de Gorge W. Bush. Tendo, no 11-de-Setembro, às 10 horas da manhã, dois aviões comerciais atingido o World Trade Center, em Nova Iorque, foi declarado o Programa de «Continuidade do Governo» (CoG), muito embora a situação não fosse de todo a prevista nas leis. O Presidente Bush foi levado para uma base militar. Os membros do Congresso e as suas equipas foram levadas para um imenso bunker, a 40 quilómetros de Washington. E, o muito secreto Governo de Continuidade, de que Rumsfeld fazia parte, assumiu o Poder até ao fim do dia.
Aproveitando-se do choque emocional causado nesse dia, este grupo fez adoptar um volumoso Código Anti-terrorista, escrito com bastante antecedência, o USA Patriot Act («Lei Patriota dos EUA»-ndT); criou um amplo sistema de vigilância interna, o Departamento de Segurança Interna (Homeland Security) ; reorientou a missão das Forças Armadas em função da divisão global do trabalho (Doutrina Cebrowski); e começou a «Guerra sem Fim». É neste mundo que eles moldaram que, desde há duas décadas, nós vamos vivendo como num pesadelo.
Se não nos precavermos a respeito, o grupo actual, do qual o Dr. Richard Hatchett é o elemento visível, transporá este programa dos Estados Unidos para a União Europeia. Ele irá impor ao longo do tempo uma aplicação (aplicativo-br) de rastreio de telemóvel (celular-br) a fim de vigiar os nossos contactos; arruinará certas economias para transferir a força de produção para as indústrias de armamento; e, por fim, irá convencer-nos de que a China é responsável pela epidemia e deve ser cercada (Containement).
Se não nos precavermos a respeito, a OTAN, que acreditávamos estar em estado de morte cerebral, irá reorganizar-se. Ela irá estender-se para o Pacífico com, para comerciar, a adesão da Austrália [3].
Se não nos precavermos a respeito, a escola será substituída por um ensino de saberes no domicílio. As nossas crianças irão tornar-se papagaios desprovidos de espírito crítico, ouvindo falar de tudo, mas não sabendo nada.
No mundo novo que se está a preparar para os Europeus da UE, os grande média (mídia-br) não mais serão financiados pela indústria do petróleo, mas pela Big Pharma. Eles irão convencer-nos que todas as medidas tomadas foram as melhores. Os motores de busca darão notas de credibilidade, aos média não-conformes, de acordo com os títulos dos signatários dos seus artigos e não pela qualidade do seu pensamento.
Ainda é tempo de reagir.
Tradução
Alva

Monday, May 4, 2020

TUR -- Manlio Dinucci -- Askeri harcama pandemisi

yazan Manlio Dinucci
Stockholm İnternational Peace Research İnstitute’e (SİPRİ) göre, küresel askeri harcamalar 2019 yılında zirveye ulaştı. NATO’nun bütçesi artık ABD silahlı kuvvetlerinin bütçesini aşmaktadır.
VOLTAİRE İLETİŞİM AĞI | ROMA (İTALYA) | 6 MAYIS 2020
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Bölgelere göre küresel askeri harcamalar (1988-2019)
Kaynak: SİPRİ

Dünyada her dakika askeri amaçlarla yaklaşık 4 milyon dolar harcanmaktadır. SİPRİ’nin son tahminleri bunu ortaya koymaktadır: 2019 yılında küresel askeri harcamalar, 1988’den bu yana enflasyona göre net bir artışla en üst düzeyine erişerek hemen hemen 2.000 milyar dolara ulaştı. Bu, bugün ABD ve SSCB ile onların ittifakları arasındaki çatışmanın son aşamasında olduğundan daha fazla silah, ordu ve savaş için harcama yaptığımız anlamına gelmektedir.

Küresel askeri harcamalar hızla artmaktadır: bir yıl içerisinde reel olarak % 3,6 oranında artmıştır. Bu artışa, bir yıl içinde % 5,3 artışla 2019’da 732 milyar dolara yükselen ABD askeri harcamaları öncülük etmektedir. Bu rakam, savaş operasyonları da dahil olmak üzere Pentagon’un bütçesini temsil etmektedir.
Buna ayrıca askeri nitelikli başka kalemler de eklenmektedir. Emekli askerlerle ilgilenen Gazi İşleri Bakanlığı’nın 217 milyar dolar olan bütçesi sürekli olarak artmaktadır. 17 ajanstan oluşan İstihbarat Topluluğu yıllık olarak 80 milyar doları aşan bir bütçesi olduğunu ilan etse de, bu rakam gizli operasyonlar için yapılan harcamanın buzdağının sadece görünen kısmıdır. Anayurt Güvenliği Bakanlığı’nın yıllık harcaması 70 milyarın üzerindedir. Enerji Bakanlığı nükleer cephaneliğin bakımı ve modernizasyonu için yılda yaklaşık 24 milyar dolar harcamaktadır.
Bu ve daha üzerine eklenebilecek diğer kalemleri dikkate alırsak, ABD’nin gerçek harcaması yılda 1 trilyon doları aşmaktadır. Bu nedenle, SİPRİ tarafından 2019 yılında 1.035 milyar olarak tahmin edilen NATO’nun harcaması çok daha yüksektir.
2019 yılında 65 milyar dolar olan Rusya’nın askeri harcamaları, ABD’ninkinden 11 kat, NATO’nunkinden 16 kat daha azdır. SİPRİ’nin 261 milyar olarak tahmin ettiği Çin’in askeri harcamaları, Pekin’in verdiği resmi rakam 180 civarında olsa bile ABD’nin yaklaşık üçte biri kadardır.
NATO’nun Avrupalı ülkeleri arasında Fransa, Almanya ve Birleşik Krallık’ın her biri yaklaşık 50 milyar dolarla birinci sırayı paylaşmaktadır.
Dünyada 12. sırada yer alan İtalya’nın askeri harcamaların, SİPRİ tarafından 2019 yılında 26,8 milyar dolar olarak tahmin edilmektedir. Böylelikle, 2019 yılına göre 2020’nin ilk çeyreğinde% 6’dan fazla artış gösteren İtalyan askeri harcamaları, günlük olarak ortalama 72 milyon Euro’ya eşdeğer olmak üzere 26 milyar Euro’yu aşmaktadır. Bu harcamanın NATO’ya verilen taahhüt temelinde, günde ortalama 100 milyon Euro’ya ulaşana kadar artmaya devam etmesi gerekecektir.
Dışişleri Bakanı Mike Pompeo’nun açıklamasına göre ABD, NATO’nun askeri harcamalarını artırmak için müttefiklerinden 400 milyar dolar daha tahsis etmelerini talep etti. ABD komutası altındaki İttifak’ın içindeki İtalya otomatik harcama mekanizmalarına koşulmuş durumdadır. Örneğin, kara kuvvetleri için giderek daha sofistike ve pahalı mühimmatlar (füzeler, roketler, topçu mermileri) satın almak için « Land Battle Decisive Munitions Initiative »in bir parçasıdır. Geçtiğimiz Şubat ayında imzalanan bir anlaşmaya dayanarak, ABD, Fransa ve İngiltere ile birlikte oluşturulan grubun bir parçası olan kendi askeri uydularıyla NATO’ya geniş bir faaliyet yelpazesinde « uzay yetenekleri » sağlayacaktır. Böylece İtalya, Pentagon ve « bir sonraki savaş alanı olması öngörülen uzayda Amerika’nın yaşamsal çıkarlarını savunmak » için ABD tarafından kurulan yeni Uzay Komutanlığı’nın dümen suyunda, en büyük havacılık şirketleriyle birlikte Avrupa’daki çok sınırlı askeri zirveler tarafından hazırlanan NATO’nun yeni askeri uzay programına tümüyle dahil olmaktadır.
Bütün bunlar, başta işsizliğin artması olması olmak üzere koronavirüs krizinin sosyal ve ekonomik sonuçlarıyla baş edebilmek için büyük kaynaklara ihtiyaç duyulurken, kamu parasıyla daha fazla askeri harcama yapılmasını gerektirmektedir. Ancak bir şirket eleman alımı yapmaktadır: 29 Nisan’da, « rekabetçi ücretler » ve « geleceğin liderleri ve kanaat önderleri » olarak kariyer fırsatları vaat ettiği « genç profesyonelleri işe almak için yenilikçi bir program » başlatmış olan NATO.
Çeviri
Osman Soysal



FR -- Manlio Dinucci -- « L’ART DE LA GUERRE » -- Pandémie de la dépense militaire

« L’ART DE LA GUERRE »
par Manlio Dinucci
Selon le Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI), les dépenses militaires mondiales n’ont jamais été aussi importantes qu’en 2019. Le budget de l’Otan dépasse désormais celui des Forces armées US.
RÉSEAU VOLTAIRE | ROME (ITALIE) | 5 MAI 2020
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Dépenses militaires mondiales par région (1988-2019)
Source : SIPRI
Chaque minute environ 4 millions de dollars sont dépensés dans le monde à des fins militaires. C’est ce qu’indiquent les dernières estimations du Sipri : en 2019 la dépense militaire mondiale a presque atteint les 2 000 milliards de dollars, le plus haut niveau depuis 1988 en net d’inflation. Ceci signifie qu’aujourd’hui on dépense en armes, armées et guerres plus que ce que l’on dépensait dans la dernière phase de l’affrontement entre les USA et l’URSS et leurs alliances respectives.
La dépense militaire mondiale est en train d’accélérer : en une année elle a augmenté de 3,6 % en termes réels. Elle est entraînée par la dépense militaire étasunienne qui, avec une augmentation de 5,3 % en une année, est montée en 2019 à 732 milliards. Ce chiffre représente le budget du Pentagone, comprenant les opérations de guerre.
S’y ajoutent d’autres postes de caractère militaire. Le département des Anciens combattants, qui s’occupe des militaires à la retraite, a un budget annuel de 217 milliards, en augmentation continue. La Communauté du Renseignement, composée de 17 agences, déclare plus de 80 milliards annuels, qui ne sont que la pointe de l’iceberg de la dépense réelle pour des opérations secrètes. Le département pour la Sécurité de la Patrie a une dépense annuelle de plus de 70 milliards. Le département de l’Énergie dépense en une année environ 24 milliards pour entretenir et moderniser l’arsenal nucléaire.
En tenant compte de ces postes, et d’autres encore, la dépense réelle des États-Unis dépasse déjà les 1 000 milliards de dollars annuels. Celle de l’Otan, estimée par le Sipri à 1 035 milliards en 2019, est donc en réalité beaucoup plus haute.
La dépense militaire de la Russie, 65 milliards en 2019, est 11 fois moins importante que celle des USA et 16 fois moins que celle de l’Otan. La dépense militaire de la Chine est estimée par le Sipri à 261 milliards, environ un tiers de celle des USA, même si le chiffre officiel fourni par Pékin est d’environ 180.
Parmi les pays européens de l’Otan la France, l’Allemagne et le Royaume-Uni sont en tête avec environ 50 milliards chacun.
La dépense militaire italienne, au 12ème rang mondial, est estimée par le Sipri à 26,8 milliards de dollars en 2019. Ainsi se trouve substantiellement confirmé que la dépense militaire italienne, qui a augmenté au premier trimestre 2020 de plus de 6 % par rapport à 2019, dépasse les 26 milliards d’euros sur une base annuelle, équivalents à une moyenne de 72 millions d’euros par jour. Sur la base de l’engagement pris dans l’Otan, elle devra continuer à croître jusqu’à atteindre une moyenne d’environ 100 millions d’euros par jour.
Les États-Unis —a annoncé le secrétaire d’état Mike Pompeo— ont demandé aux Alliés d’allouer 400 milliards de dollars de plus pour accroître la dépense militaire de l’Otan. L’Italie, à l’intérieur de l’Alliance sous commandement US, est attelée à des mécanismes automatiques de dépense. Par exemple, elle fait partie de la « Land Battle Decisive Munitions Initiative » pour l’acquisition de munitions de plus en plus sophistiquées et coûteuses (missiles, fusées, projectiles d’artillerie) pour les forces terrestres. Elle fait partie avec les État-Unis, la France et le Royaume-Uni du groupe qui, sur la base d’un accord conclu en février dernier, fournira avec ses propres satellites militaires des « capacités spatiales » à l’Otan dans une vaste gamme d’activités. L’Italie entre ainsi complètement dans le nouveau programme militaire spatial de l’Otan, préparé par le Pentagone, et par de très restreints sommets militaires européens avec les plus grandes industries aérospatiales, dans le sillage du nouveau Commandement spatial créé par les États-Unis pour « défendre les intérêts américains vitaux dans l’espace, prochain champ de bataille de la guerre ».
Tout ceci comporte plus de dépenses militaires avec de l’argent public, alors que d’énormes ressources sont nécessaires pour faire face aux conséquences socio-économiques de la crise du coronavirus, notamment l’augmentation du chômage. Mais une entreprise recrute : l’Otan, qui le 29 avril a lancé « un programme novateur pour embaucher de jeunes professionnels », auxquels elle promet un « salaire compétitif » et des possibilités de carrière en tant que « futurs leaders et influenceurs ».
Traduction
Marie-Ange Patrizio



PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- A Pandemia da Despesa Militar

SIPRI Yearbook 2019 | SIPRI

A Arte da Guerra

A Pandemia da Despesa Militar

Manlio Dinucci



A cada minuto gastam-se no mundo, cerca de 4 milhões de dólares para fins militares. Indicam-no as últimas estimativas de Sipri: em 2019 [1], a despesa militar mundial quase atingiu 2 triliões de dólares, o nível mais alto desde 1988, líquido da inflação. Isto significa que hoje se gastam em armas, exércitos e guerras mais do que se gastasse na última fase do confronto entre os EUA e a URSS e respectivas alianças.

A despesa militar mundial está a acelerar: num ano, cresceu 3,6% em termos reais. É impulsionada pelos Estados Unidos que, que aumentada 5,3% num ano, subiu em 2019 para 732 biliões de dólares. Este número representa o orçamento do Pentágono, incluindo operações bélicas.

Juntam-se-lhe outros elementos de carácter militar:

O Departamento para os Assuntos dos Veteranos, que se ocupa com os militares aposentados, tem um orçamento anual de 217 biliões, aumentando continuamente.
A comunidade dos Serviços Secretos/Inteligência, composta de 17 agências, declara mais de 80 biliões por ano, que é apenas a ponta do iceberg dos gastos reais em operações secretas.
O Departamento de Segurança Interna tem uma despesa anual de mais de 70 biliões.
O Departamento de Energia gasta num ano, cerca de 24 biliões para manter e modernizar o arsenal nuclear.

Tendo em conta estes e outros elementos, a despesa militar real dos Estados Unidos já ultrapassa, anualmente, 1 trilião de dólares.

A da NATO, estimada pelo Sipri em 1.035 trilião em 2019, é, portanto, na realidade muito maior.
A despesa militar da Rússia, 65 biliões em 2019, são 11 vezes inferior à dos EUA e 16 vezes inferior à da NATO.
A despesa militar da China é estimada pelo Sipri em 261 biliões, cerca de um terço da dos Estados Unidos, embora o número oficial fornecido por Pequim seja de cerca de 180 biliões.

Entre os países europeus da NATO, estão à cabeça a França, a Alemanha e o Reino Unido com cerca de 50 biliões cada um deles. A despesa militar italiana, em 12º lugar no mundo, é estimada pela Sipri em 26,8 biliões de dólares em 2019. Portanto, é substancialmente confirmado que a despesa militar italiana, aumentou mais de 6% em relação a 2019, ultrapassou 26 biliões anualmente, equivalente a uma média de 72 milhões de euros por dia. Com base no compromisso assumido na NATO, deverá  continuar a crescer até atingir uma média de cerca de 100 milhões de euros por dia.

Os Estados Unidos - anunciou o Secretário de Estado, Mike Pompeo - solicitaram aos Aliados para destinarem outros 400 biliões de dólares para aumentar a despesa militar da NATO. A Itália, dentro da Aliança sob comando USA, está ligada a mecanismos automáticos de despesa. Por exemplo, faz parte da «Land Battle Decisive Munitions Initiative” [2] para a compra de munições cada vez mais sofisticadas e caras (mísseis, foguetões, projécteis de artilharia) para as forças terrestres. Faz parte do grupo com os Estados Unidos, a França e o Reino Unido que, com base em um acordo concluído em Fevereiro passado, fornecerão à NATO satélites militares de “capacidade espacial”,  numa vasta gama de actividades. 

Deste modo, a Itália entra, em todos os aspectos, no novo programa espacial militar da NATO, preparado pelo Pentágono e pelos dirigentes militares europeus unidos, juntamente com as principais indústrias aeroespaciais, na sequência do novo Comando Espacial dos EUA criado para “defender os interesses vitais americanos no Espaço, o próximo campo de batalha da guerra”.

Tudo isto comporta outras despesas militares com dinheiro público, enquanto são necessários enormes recursos para enfrentar as consequências socio-económicas da crise do coronavírus, em particular, o aumento do desemprego. No entanto, existe uma empresa que se responsabiliza: a NATO, que em 29 de Abril lançou “um programa inovador para contratar jovens profissionais”, aos quais promete um “salário competitivo” e oportunidades de carreira como “futuros dirigentes e influenciadores”. 

Manlio Dinucci

il manifesto, 05 de Maio de 2020


IT -- Manlio Dinucci -- L’Arte della Guerra -- Pandemia della spesa militare

SIPRI Yearbook 2019 | SIPRI

L’Arte della guerra
Pandemia della Spesa Militare
Manlio Dinucci

ITALIANO  PORTUGUÊS


Ogni minuto si spendono nel mondo circa 4 milioni di dollari a scopo militare. Lo indicano le ultime stime del Sipri: nel 2019 [1] la spesa militare mondiale ha quasi raggiunto i 2.000 miliardi di dollari,  il più alto livello dal 1988 al netto dell’inflazione. Ciò significa che oggi si spende in armi, eserciti e guerre più di quanto si spendesse nell’ultima fase del confronto tra Usa e Urss e le rispettive alleanze.

La spesa militare mondiale sta accelerando: in un anno è cresciuta del 3,6% in termini reali. Essa è trainata da quella statunitense che, aumentata in un anno del 5,3%, è salita nel 2019 a 732 miliardi. Tale cifra rappresenta il budget del Pentagono, comprensivo delle operazioni belliche.

Si aggiungono a questo altre voci di carattere militare:

Il Dipartimento per gli affari dei veterani, che si occupa dei militari a riposo, ha un budget annuo di 217 miliardi, in continuo aumento.
La Comunità di intelligence, composta da 17 agenzie, dichiara oltre 80 miliardi annui, che sono solo la punta dell’iceberg della spesa reale per operazioni segrete.
Il Dipartimento per la sicurezza della patria ha una spesa annua di oltre 70 miliardi.
Il Dipartimento dell’Energia spende in un anno circa 24 miliardi per mantenere e ammodernare l’arsenale nucleare.

Tenendo conto di queste e altre voci, la spesa militare reale degli Stati uniti già supera i 1000 miliardi di dollari annui.


Quella della Nato, stimata da Sipri in 1.035 miliardi nel 2019, è quindi in realtà molto più alta.
La spesa militare della Russia, 65 miliardi nel 2019, è 11 volte inferiore a quella Usa e 16 volte a quella Nato.
La spesa militare della Cina viene stimata dal Sipri in 261 miliardi, circa un terzo di quella Usa, anche se la cifra ufficiale fornita da Pechino è di circa 180. 

Tra i paesi europei della Nato sono in testa Francia, Germania e Regno Uniti con circa 50 miliardi ciascuno. La spesa militare italiana, al 12° posto mondiale, è stimata dal Sipri in 26,8 miliardi di dollari nel 2019. Viene così sostanzialmente confermato che la spesa militare italiana, aumentata di oltre il 6% rispetto al 2019, ha superato i 26 miliardi di euro su base annua, equivalenti a una media di 72 milioni di euro al giorno. In base all’impegno preso nella Nato, essa dovrà continuare a crescere fino a raggiungere una media di circa 100 milioni di euro al giorno.

Gli Stati uniti – ha annunciato il segretario di stato Mike Pompeo – hanno sollecitato gli Alleati a stanziare altri 400 miliardi di dollari per accrescere la spesa militare della Nato. L’Italia, all’interno della Alleanza sotto comando Usa, è agganciata a meccanismi automatici di spesa. Ad esempio, fa parte della «Land Battle Decisive Munitions Initiative» [2] per l’acquisto di munizioni sempre più sofisticate e costose (missili, razzi, proiettili di artiglieria) per le forze terrestri. Fa parte con Stati uniti, Francia e Regno Unito del gruppo che, in base a un accordo concluso lo scorso febbraio, fornirà con i propri satelliti militari «capacità spaziali» alla Nato in una vasta gamma di attività.

L’Italia entra così a tutti gli effetti nel nuovo programma militare spaziale della Nato, preparato dal Pentagono e da ristretti vertici militari europei insieme alle maggiori industrie aerospaziali, sulla scia del nuovo Comando spaziale creato dagli Usa per «difendere i vitali interessi americani nello spazio, il prossimo campo di combattimento della guerra».

Tutto ciò comporta altre spese militari con denaro pubblico, mentre occorrono enormi risorse per fronteggiare le conseguenze socio-economiche della crisi del coronavirus, in particolare l’aumento della disoccupazione. C’è però una azienda che assume: la Nato, che il 29 aprile ha lanciato «un innovativo programma per assumere giovani professionisti», ai quali promette un «salario competitivo» e possibilità di carriera quali «futuri leader e influencer».   

Manlio Dinucci   

 il manifesto, 05 maggio 2020

Saturday, May 2, 2020

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...




A que países já chegou o coronavírus? O mapa atualizado – Observador

This article follows from Part 1: "The US Government Declares War on America", which listed a 70-year history of the US military and CIA having performed secret and deadly Biological, Chemical, and Radiation "Experiments" on Americans and on many other nations.

Current circumstances have caused a paradigm shift in the public's perception of this pandemic, and answers are demanded. One of those circumstances is 
another more definitive study, this time by experts from the University of Cambridge and their peers from Germany who analyzed 160 virus genomes extracted from human patients around the world. Their major finding was that the coronavirus had three distinct strains, namely A, B, and C. They proved that the type which infected China - B - was not the original virus but a derivative from the parent (A) which existed primarily in the US, at least initially.

They also completed a still-unpublished analysis of another 1,001 genomes, their study providing solid evidence (as have others) that the spread of the disease among humans occurred between September 13 and December 7, 2019, long before it was identified in China.

There is more:


In 2004, the Hong Kong Wenweipo published an article titled, "Earliest SARS outbreak suspected in US", quoting AP and Reuters (3) about a 45-year-old American woman who became gravely ill with typical SARS symptoms a few months prior to the outbreak in Hong Kong and who died within a day, with the entire hospital and about 80 other individuals with whom she'd had contact all being immediately quarantined. Wenweipo, Chinese researchers, Russian virologists, and military experts speculated the SARS virus was necessarily man-made and almost certainly released from a US military lab, the US leak being covered up. It is still a puzzle to explain how the Western (US) media immediately and unanimously knew SARS was caused by civets when for months nobody on the ground knew anything factual.

MERS first exploded in South Korea at the JUPITR-ATD bio-weapons lab on the US Airbase at Osan, with more than 100 South Korean soldiers suddenly quarantined on the base. Today the US military seems to be taking a strong lead in the COVID-19 outbreak in South Korea, with US servicemen having suspiciously frequent contact with the fanatic Shincheonji religious cult who have been the source of most COVID-19 infections in South Korea. It is not easy to explain the coincidence of both MERS and COVID-19 appearing to have perhaps originated from the same labs at the Osan Airbase. Similarly, Ebola emerged simultaneously in three different locations thousands of kilometers apart, each within a stone's throw of a US military bio-weapons lab. HIV-AIDS also originated in the US, its simultaneous spread to two other continents still a matter of fierce debate.

FREE JULIAN ASSANGE

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IT -- INVITO AL CONVEGNO INTERNAZIONALE PER IL 70° DELLA NATO

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Arriving in China

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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vp 2007

manlio

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


J Bacque

vp


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January 15, 2020

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

Manlio

PISA BOOK FESTIVAL

convegno 2019

do the maths