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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Thursday, October 8, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- Praça Tiananmen: O Fracasso de uma Revolução Colorida Instigada pelos Americanos em 1989.

  


Existem poucos lugares na China, que pareçam mais gravados a fogo na consciência dos ocidentais típicos do que a Praça Tiananmen e há poucos acontecimentos mais mencionados habitualmente, do que os protestos estudantis de 1989. Mas os relatos estão errados a vários níveis. Nunca foi relatado na comunicação mediática ocidental que houve dois acontecimentos separados que ocorreram em Pequim, em 4 de Junho de 1989. Um deles, foi um protesto estudantil de vários milhares de estudantes universitários, que culminou numa manifestação na Praça Tiananmen, que durou vários semanas e terminou, finalmente, em 4 de Junho. O outro foi uma greve operária de um dia, que aconteceu (talvez não por acaso) também em 4 de Junho, quando um grupo de trabalhadores insatisfeitos com a sua situação, organizou um protesto independentemente dos estudantes e num local diferente. Por motivos que se tornarão evidentes, o protesto dos trabalhadores é o ponto central necessário para a compreensão dos acontecimentos daquela data, por conseguinte, vou começar por aí.


A Revolta dos Trabalhadores

Um grupo de trabalhadores reuniu-se e barricou várias ruas em Muxidi, uma área de Pequim, a cinco ou seis quilómetros da Praça Tiananmen, tendo comparecido nas barricadas várias centenas de trabalhadores, na maioria adultos, e um número indeterminado de alguns jovens. No entanto, estava presente um terceiro grupo bastante grande que, tanto quanto sei, nunca foi claramente identificado, embora seja óbvio pelas fotos que não eram trabalhadores e, muito menos, jovens estudantes. (1) Designá-los como bandidos ou anarquistas pode ser um adjectivo apropriado, mas os factos parecem apoiar a conclusão (e meu próprio julgamento pessoal) de que eram mercenários. (2)

O governo enviou autocarros cheios de soldados, acompanhados de alguns APCs (veículos de combate blindados) para limpar as barricadas e reabrir as ruas ao trânsito. (3) A violência começou quando esse terceiro grupo atacou os jovens que tentavam limpar as barricadas. Estavam bem preparados, armados com, pelo menos, centenas ou talvez milhares de bombas de gasolina, e incendiaram, imediatamente, dezenas de autocarros e os poucos veículos de combate blindados - com os soldados ainda dentro deles. 


Muitos soldados em ambos os tipos de veículos escaparam, mas outros não e muitos morreram queimados. São inúmeras as fotos de soldados mortos queimados, alguns pendurados pelos bandidos nos postes de iluminação pública, outros deitados na rua ou nas escadas ou calçadas onde morreram, outros pendurados nas janelas dos autocarros ou dos veículos blindados de combate, tendo escapado apenas parcialmente antes de serem envolvidos pelas chamas. Existem relatórios documentados e fotos que mostram que o grupo de bandidos conseguiu obter o controlo de um APC/veículo  de combate blindado e dirigiu-o pelas ruas enquanto disparava as metralhadoras da torre. (4) Só então é que o governo enviou soldados armados e equipamento militar.


Wednesday, October 7, 2020

SP -- Manlio Dinucci -- ‎«EL ARTE DE LA GUERRA»‎ -- Se prepara en Ghedi (Italia) la nueva ‎base para los F-35‎

 ‎«EL ARTE DE LA GUERRA»‎

Se prepara en Ghedi (Italia) la nueva ‎base para los F-35‎

por Manlio Dinucci

Estados Unidos prosigue la modernización de su arsenal nuclear. En violación del ‎Tratado de No Proliferación nuclear, del cual es firmante, Italia alberga cada vez más ‎armamento nuclear estadounidense. ‎

RED VOLTAIRE | ROMA (ITALIA) | 7 DE OCTUBRE DE 2020

FRANÇAIS ITALIANO TÜRKÇE



En el aeropuerto militar de Ghedi, en la provincia italiana de Brescia, han comenzado los trabajos ‎para la construcción de la principal base operativa de los aviones de guerra F-35A de la fuerza ‎aérea italiana, capaces de portar bombas nucleares [estadounidenses]. ‎

La empresa de Bari Matarresse Spa, que ganó la licitación con una oferta de 91 millones ‎de euros, construirá allí un hangar de más de 6 000 metros cuadrados para el mantenimiento de ‎esos aviones y un inmueble para el puesto de mando y los simuladores de vuelo. Este último estará ‎dotado de un sistema de aislamiento acústico para «evitar que se filtren conversaciones». ‎

La instalación tendrá dos pistas, dotadas cada una de 15 hangares que albergarán los aviones ‎listos para el despegue. Esto último confirma lo que habíamos publicado hace 3 años, en la ‎edición de Il Manifesto correspondiente al 28 de noviembre de 2017, cuando señalamos que ‎el proyecto –iniciado por la entonces ministro de Defensa Roberta Pinotti– preveía el despliegue ‎de al menos 30 cazabombarderos F-35A.‎


TUR -- Manlio Dinucci -- Ghedi’de F-35’lerin yeni üssü hazırlanıyor

 Ghedi’de F-35’lerin yeni üssü hazırlanıyor

yazan Manlio Dinucci

Amerika Birleşik Devletleri nükleer taarruz gücünü modernize etmeye devam ediyor. İtalya, imzaladığı Nükleer Silahların Yayılmasını Önleme Antlaşması’na aykırı olarak bu silahlardan her geçen daha fazlasını barındırıyor.

VOLTAİRE İLETİŞİM AĞI | ROMA (İTALYA) | 7 EKİM 2020

ESPAÑOL FRANÇAİS İTALİANO




Ghedi (Brescia) askeri havaalanında, İtalyan Hava Kuvvetleri’nin nükleer bombalarla donanmış F-35A avcı uçakları için ana harekat üssünü inşa etme çalışmaları başlıyor. İhaleyi 91 milyon Euro’luk bir teklifle kazanan Bari’deki Matarrese Spa, avcı uçaklarının bakımı için büyük bir hangar (6.000 m2’den fazla) ve uçuş komutanlığı ve uçuş simülatörlerini barındıracak olan « konuşmaların açığa çıkmasını önlemek için » mükemmel bir ısı ve ses yalıtımına sahip küçük bir bina da inşa edecek.

Her biri içerisinde uçuşa hazır avcı uçaklarının bulunacağı 15 adet küçük hangar bulunan iki uçuş hattı gerçekleştirilecektir. Bu, bundan üç yıl önce [1] yayınladığımız şeyi, yani projenin (o zamanlar Savunma Bakanı olan Roberta Pinotti tarafından başlatılan) en az 30 adet F-35A avcı uçağının konuşlandırılmasını öngördüğünü doğrulamaktadır.

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Em Ghedi, Prepara-se a Nova Base para os F-35 Nucleares

  

Um F-35 em «exibição» na base  aérea de Ghedi, numa foto de Fevereiro deste ano. 


A Arte da Guerra

Em Ghedi, Prepara-se a Nova Base para os F-35 Nucleares

Manlio Dinucci

 FRANÇAIS ITALIANO PORTUGUÊS


No aeroporto militar de Ghedi (Brescia), estão a inciar-se os trabalhos de construção da base operacional mais importante para os caças F-35A da Força Aérea Italiana, armados com bombas nucleares. A empresa Matarrese spa, de Bari, que se adjudicou ao contrato com uma oferta de 91 milhões de euros, vai construir um grande hangar para a manutenção dos caças (mais de 6000 m2) e um edifício que irá albergar o comando e os simuladores de voo, equipado com um isolamento térmico e acústico perfeito, “a fim de evitar fugas de conversas”.

Serão construídas duas linhas de vôo, cada uma com 15 hangares dentro dos quais estarão caças prontos para levantar voo. Isto confirma o que publicámos há três anos (il manifesto, 28 de Novembro de 2017), ou seja, que o projecto (lançado pelo então Ministro da Defesa Pinotti) previa a fixação de, pelo menos, 30 caças F-35A.

A área ultra secreta onde os F-35 estarão instalados, cercados e vigiados, estará separada do resto do aeroporto. O motivo é claro: ao lado dos novos caças, estarão localizadas as novas bombas nucleares USB61-12, em Ghedi, num depósito secreto que não consta do contrato.

Como as actuais bombas nucleares B-61 com as quais estão armados os Tornado PA-200 do 6º Esquadrão, as B61-12 serão controladas pela unidade especial americana (704th Munitions Support Squadron della U.S. Air Force), «responsável pela recepção, armazenamento e manutenção de armas da reserva de guerra USA, destinadas ao 6º Esquadrão da NATO da Força Aérea Italiana». A mesma unidade da Força Aérea dos Estados Unidos tem a função de "apoiar directamente a missão de ataque" do 6º Esquadrão. 

Os pilotos italianos já chegam treinados, nas bases aéreas de Luke, no Arizona, e Eglin, na Flórida, para usar o F-35A também em missões de ataque nuclear, sob comando USA.

Os caças do mesmo tipo, armados ou, de qualquer maneira, que podem vir a ser preparados com as bombas nucleares B61-12, estão albergados na base da Amendola (Foggia), onde já ultrapassaram as 5.000 horas de voo. Além destes, estarão os F-35 da U.S. Air Force, instalados em Aviano com as bombas nuleares B61-12. 

O novo caça F-35A e a nova bomba nuclear B61-12 constituem um sistema integrado de armas: o uso do avião implica o uso da bomba. O Ministro da Defesa, Guerini (PD), confirmou que a Itália mantém o compromisso de comprar 90 caças F-35, 60 dos quais são caças modelo A com capacidade nuclear.

A participação no programa F-35, como parceiro de segundo nível, reforça a ancoragem da Itália aos Estados Unidos. A indústria de guerra italiana, chefiada pela empresa Leonardo que administra a fábrica dos F-35 em Cameri (Novara), está ainda mais integrada no gigantesco complexo militar-industrial dos Estados Unidos, liderado pela Lockheed Martin, a maior indústria de guerra do mundo, construtora dos F-35.

Ao mesmo tempo, a Itália - Estado não nuclear aderente ao Tratado de Não Proliferação que lhe proíbe ter armas nucleares no seu território - desempenha a função cada vez mais perigosa, de base avançada da estratégia nuclear USA/NATO contra a Rússia e contra outros países.

Dado que cada avião pode transportar 2 bombas nucleares B61-12 no porão interno, só os 30 caças F-35 de Ghedi, terão uma capacidade de, pelo menos 60 bombas nucleares. Segundo a Federação de Cientistas Americanos, a nova bomba "táctica" B61-12 para os F-35, que os EUA vão instalar em Itália e noutros países europeus a partir de 2022, sendo mais precisa e estando mais próxima dos seus alvos, "terá a mesma capacidade militar das bombas estratégicas distribuídas nos Estados Unidos ».

Por fim, fica a questão, ainda indefinida, dos custos. O Serviço de Pesquisas do Congresso dos Estados Unidos, em Maio de 2020, estima o preço médio de um F-35 em 108 milhões de dólares, precisando porém, que é "o preço de um avião sem motor", que custa cerca de 22 milhões. Depois de comprar um F-35, ainda que por um preço mais baixo como a Lockheed Martin promete para o futuro, começa a despesa para a sua modernização contínua, para o treino das tripulações e para o seu uso. Uma hora de vôo de um F-35A - documenta a Força Aérea dos Estados Unidos - custa mais de 42.000 dólares. Quer isto dizer que as 5000 horas de voo efectuadas só pelos F-35 de Amendola, custaram aos nossos cofres públicos 180 milhões de euros.

Manlio Dinucci

il manifesto, 06 de Outubro de 2020


FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la Guerre -- À Ghedi on prépare la nouvelle base pour les F-35



Un F-35 exposé à l'Aerobase sur une photo de février dernier


« L’ART DE LA GUERRE »

À Ghedi on prépare la nouvelle base pour les F-35

par Manlio Dinucci 

FRANÇAIS ITALIANO

 

Dans l’aéroport militaire de Ghedi (Brescia) sont en train de commencer les travaux pour réaliser la principale base opérationnelle des chasseurs F-35A de l’Aéronautique italienne armés de bombes nucléaires. La Matarrese Spa de Bari, qui a obtenu l’adjudication avec une offre de 91 millions d’euros, construira un grand hangar pour la maintenance des chasseurs (plus de 6 000 m2) et un petit immeuble qui accueillera le commandement et les simulateurs de vol, doté d’une parfaite isolation thermo-accoustique « dans le but d’éviter des révélations de conversations ».

Deux lignes de vol seront réalisées, chacune avec 15 petits hangars à l’intérieur desquels se trouveront les chasseurs prêts au décollage. Ceci confirme ce que nous avions publié il y a trois ans [1], à savoir que le projet (lancé par Roberta Pinotti, alors ministre de la Défense) prévoyait le déploiement d’au moins 30 chasseurs F-35A.

L’aire où seront basés les F-35, clôturée et surveillée, sera séparée du reste de l’aéroport et top secret. La raison en est claire : à côté des nouveaux chasseurs seront basées à Ghedi, dans un dépôt secret qui n’apparaît pas dans l’adjudication, les nouvelles bombes états-uniennes B61-12.

De même que les actuelles B-61 dont sont armés les Tornado PA-200 du 6ème Stormo, les B61-12 seront contrôlées par l’unité spéciale états-unienne (704th Munitions Support Squadron de l’U.S. Air Force), « responsable de la réception, du stockage et de la maintenance des armes de la réserve de guerre US destinées au 6ème Stormo Otan de l’Aéronautique italienne ». Cette même unité de l’Aéronautique US a le devoir de « soutenir directement la mission d’attaque » du 6ème Stormo.

Des pilotes italiens sont déjà entraînés, dans les bases aériennes de Luke en Arizona et d’Eglin en Floride, à l’utilisation des F-35A y compris pour des missions d’attaque nucléaire sous commandement US.

Des chasseurs du même type, armés ou en tous cas armables avec les B61-12, sont déployés dans la base d’Amendola (Foggia), où ils ont déjà dépassé les 5 000 heures de vol. En plus de ceux-ci, il y aura les F-35 de l’U.S. Air Force déployés à Aviano avec les B61-12.

Le nouveau chasseur F-35A et la nouvelle bombe nucléaire B61-12 constituent un système d’arme intégré : l’utilisation de l’avion comporte l’usage de la bombe. Le ministre de la Défense Guerini (Pd) a confirmé que l’Italie maintient son engagement à acheter 90 chasseurs F-35, dont 60 de modèle A à capacité nucléaire.

La participation au programme du F-35, en tant que partenaire de second niveau, renforce l’ancrage de l’Italie aux États-Unis. L’industrie guerrière italienne, chapeautée par la société Leonardo qui gère le site des F-35 à Cameri (Novara), se trouve de plus en plus intégrée dans le gigantesque complexe militaro-industriel US chapeauté par la société Lockheed Martin, la plus grande industrie guerrière du monde, constructrice du F-35.

En même temps l’Italie —État non-nucléaire adhérent au Traité de non-prolifération qui lui interdit d’avoir des armes nucléaires sur son territoire— joue la toujours plus périlleuse fonction de base avancée de la stratégie nucléaire USA/OTAN contre la Russie et d’autres pays.

Sachant que chaque avion peut transporter en soute deux B61-12, rien que les 30 F-35 A de Ghedi auront une capacité d’au moins 60 bombes nucléaires. Selon la Fédération des scientifiques américains, la nouvelle bombe « tactique » B61-12 pour les F-35, que les USA déploieront en Italie et dans d’autres pays européens à partir de 2022, étant plus précise et en position rapprochée des objectifs, « aura la même capacité militaire que les bombes stratégiques déployées aux États-Unis ».

Il y a enfin la question, non encore définie, des coûts. Le Service de recherche du Congrès des États-Unis, en mai 2020, estime le prix moyen d’un F-35 à 108 millions de dollars, en précisant cependant que « c’est le prix de l’avion sans moteur », dont le coût est d’environ 22 millions. Une fois acheté, même à un prix moindre comme le promet pour l‘avenir Lockheed Martin, commence pour le F-35 la dépense pour sa mise à jour continue, pour la formation des équipages et pour son utilisation. Une heure de vol d’un F-35 —documente l’U.S. Air Force— coûte plus de 42 000 dollars. Cela signifie que rien que les 5 000 heures de vol effectuées par les F-35 d’Amendola ont coûté à nos caisses publiques 180 millions d’euros.

[1] Il manifesto, 28 novembre 2017.

Manlio Dinucci

il manifesto, 06 octobre 2020

Tuesday, October 6, 2020

IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della guerra -- A Ghedi si prepara la nuova base per gli F-35 nucleari



Un F-35 in «display» all’Aerobase inuna foto del febbraio scorso


L’arte della guerra

A Ghedi si prepara la nuova base per gli F-35 nucleari

Manlio Dinucci

FRANÇAIS ITALIANO 

Nell’aeroporto militare di Ghedi (Brescia) stanno iniziando i lavori per realizzare la principale base operativa dei caccia F-35A dell’Aeronautica italiana armati di bombe nucleari. La Matarrese spa di Bari, che si è aggiudicata l’appalto con un’offerta di 91 milioni di euro, costruirà un grande hangar per la manutenzione dei caccia (oltre 6000 m2) e una palazzina che ospiterà il comando e i simulatori di volo, dotata di un perfetto isolamento termoacustico «al fine di evitare rivelazioni di conversazioni».

Verranno realizzate due linee di volo, ciascuna con 15 hangaretti al cui interno vi saranno i caccia pronti al decollo.  Ciò conferma quanto pubblicammo tre anni fa (il manifesto, 28 novembre 2017), ossia che il progetto (varato dall’allora ministra della Difesa Pinotti) prevedeva lo schieramento di almeno 30 caccia F-35A.

L’area in cui verranno dislocati gli F-35, recintata e sorvegliata, sarà separata dal resto dell’aeroporto e top secret. Il perché è chiaro: accanto ai nuovi caccia saranno dislocate a Ghedi, in un deposito segreto che non compare nell’appalto, le nuove bombe nucleari statunitensi B61-12.

Come le attuali B-61 di cui sono armati i Tornado PA-200 del 6° Stormo, le B61-12 saranno controllate dalla speciale unità statunitense (704th Munitions Support Squadron della U.S. Air Force), «responsabile del ricevimento, stoccaggio e mantenimento delle armi della riserva bellica Usa destinate al 6° Stormo Nato dell’Aeronautica italiana». La stessa unità dell’Aeronautica Usa ha il compito di «sostenere direttamente la missione di attacco» del 6° Stormo. 

Piloti italiani vengono già addestrati, nelle basi aeree di Luke in Arizona e Eglin in Florida, all’uso degli F-35A anche per missioni di attacco nucleare sotto comando Usa. 

Caccia dello stesso tipo, armati o comunque armabili con le B61-12, sono dislocati nella base di Amendola (Foggia), dove hanno già superato le 5000 ore di volo. Vi saranno, oltre a questi, gli F-35 della U.S. Air Force schierati ad Aviano con le B61-12.

Il nuovo caccia F-35A e la nuova bomba nucleare B61-12 costituiscono un sistema d’arma integrato: l’uso dell’aereo comporta l’uso della bomba.  Il ministro della Difesa Guerini (Pd) ha confermato che l’Italia mantiene l’impegno ad acquistare 90 caccia F-35, di cui 60 di modello A a capacità nucleare.

La partecipazione al programma dell’F-35, quale partner di secondo livello, rafforza l’ancoraggio dell’Italia agli Stati uniti. L’industria bellica italiana, capeggiata dalla Leonardo che gestisce l’impianto degli F-35 a Cameri (Novara), viene ancor più integrata nel gigantesco complesso militare-industriale Usa capeggiato dalla Lockheed Martin, la maggiore industria bellica del mondo, costruttrice dell’F-35.

Allo stesso tempo l’Italia – Stato non-nucleare aderente al Trattato di non-proliferazione che gli vieta di avere armi nucleari sul proprio territorio – svolge la sempre più pericolosa funzione di base avanzata della strategia nucleare Usa/Nato contro la Russia e altri paesi. 

Dato che ciascun aereo può trasportare nella stiva interna 2 B61-12, solo i 30 F-35A di Ghedi avranno una capacità di almeno 60 bombe nucleari. Secondo la Federazione degli scienziati americani, la nuova bomba «tattica» B61-12 per gli F-35, che gli Usa schiereranno in Italia e altri paesi europei dal 2022, essendo più precisa e in posizione ravvicinata agli obiettivi, «avrà la stessa capacità militare delle bombe strategiche dislocate negli Stati uniti».

Vi è infine la questione, ancora indefinita, dei costi. Il Servizio di ricerca del Congresso degli Stati uniti, nel maggio 2020, stima il prezzo medio di un F-35 in 108 milioni di dollari, precisando però che è «il prezzo dell’aereo senza motore», il cui costo è di circa 22 milioni. Una volta acquistato un F-35, anche a prezzo minore come promette per il futuro la Lockheed Martin, inizia la spesa per il suo continuo ammodernamento, per la formazione degli equipaggi e per il suo uso. Un’ora di volo di un F-35A – documenta la US Air Force – costa oltre 42000 dollari. Ciò significa che solo le 5000 ore di volo effettuate dagli F-35 di Amendola sono costate alle nostre casse pubbliche 180 milioni di euro. 

Manlio Dinucci

il manifesto, 06 ottobre 2020

Saturday, October 3, 2020

EN -- LARRY ROMANOFF -- Three Cheers For Capitalism -- October 04, 2020

 




  

Three Cheers For Capitalism

By LARRY ROMANOFF – October 04, 2020




 

 •Playing the Word Game

 

 In early 2014 the Shanghai Daily carried an article by Cherry Cao titled "Pudong office rents outperform Puxi’s in Q4". Its content is instructive. First, what are rising prices? Inflation. Is that good? Not usually. We certainly don't like to see rising home prices, we don't enjoy paying more for the fuel for our cars and few of us are happy to pay the increasing prices in the supermarkets. China's Central Government has taken resolute action on many occasions to kill inflation, to at least stop prices increasing if not to drive them down. Inflation is bad, and harms almost everyone. But this article isn't bemoaning rising office rents in Pudong; quite the contrary, it suggests that this is a good thing because Pudong's rents are "outperforming" those in Puxi. What are we to think?

 

 If I own a shopping mall and raise the rents, 600 shop-owners will now have to raise their prices and hundreds of thousands of shoppers will have to pay more for the goods they buy. Who is supposed to be happy about this? The consumers have nothing to cheer about. Certainly the shop-owners aren't happy. Does the city government smile at the news that rent inflation is taking its toll on smaller businesses? I don't see why it would. The only person who is happy is me, because I am bleeding more bank accounts faster. The end result of course, is precisely the income disparity that everyone claims is a bad thing, the increasing transfer and concentration of wealth in a steadily decreasing number of hands. By raising the rents, I am transferring several RMB from each purchase by hundreds of thousands of individual consumers, through the shop-keepers, into my bank account. That is the prime source of what we call income disparity, the difference in assets between the very rich and everyone else. What we need to do is to push the rents down, make it easier for the shop-owners to stay in business and offer lower prices. And we need to increase taxes to the landlords, to reduce the profitability from their greed, and redistribute that money through civic infrastructure and social services. This is how we push incomes to the lower levels, to the smaller shops and the smallest consumer, and how we reduce the income disparity in China. And in doing this, we needn't feel sympathy for the landlords who now have only $80 billion instead of $90 billion.

 

 And therein lies the danger of listening to the Americans: the risk of being contaminated by their political/religious/capitalist ideology is surprisingly high because you become infected without conscious realisation. The subtle changes in definition and usage of words, the clever presentation of bad as good and, just as with the movies, we unconsciously accept the moral lesson contained in the message, in this case that "performance" is somehow a good thing, even if the thing performing is inflation. And instead of feeling concern, we are urged to feel a kind of pride that Pudong is performing so well and also a bit of pity for poor Puxi that is underperforming the market, probably being left behind because it is old-fashioned. Rising prices - bad inflation - is now reclassified as good performance, cleverly couched in terms of prestige, success, and high-class development and therefore to be praised. We are creating a myth that bad is really good and should be supported. Listen to the words, and how they are intended to push us to accept values that are against our own best interest. This choice of words is not an accident:

 

FREE JULIAN ASSANGE

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