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Thursday, April 25, 2019

PT + EN -- APOIAMOS A DECLARAÇÃO DE FLORENÇA (7 Abril 2019)

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Queridos/as Amigos/as,
Foi com grande alegria e esperança que soubemos e acompanhámos o Encontro de Florença e o sucesso da sua realização.
Sabemos que existem diversas forças, nos países da NATO, que se opõem e criticam a transformação desta aliança, num agente agressivo do militarismo e da opressão neocolonial. Os seus dirigentes, parece não terem aprendido nada com a História. Os meios de comunicação de massas dos países ocidentais estão demasiado controlados pelo complexo militar-securitário-industrial, para preencherem a função de informar com objectividade e neutralidade o público. Muitos sinais inquietantes nos nossos países, por parte dos responsáveis do Estado e Governo, têm aparecido ultimamente, autoritarismo, atropelos à legalidade, indiferença às decisões judiciais.
No nosso país, Portugal, assiste-se a um falso unanimismo pró-NATO nos jornais e TVs, patente na maneira como noticiaram os 70 anos desta aliança político-militar, revelador do grau de controlo dos interesses dominantes sobre a comunicação mediática, incluindo os órgãos de comunicação públicos, em grande parte pagos pelos contribuintes. Por contraste, não vimos quaisquer reportagens, artigos ou entrevistas a personalidades com posições opostas à NATO, publicadas nesses mesmos órgãos de comunicação. 
O «Observatório da Guerra e do Militarismo» foi fundado em Janeiro deste ano: tentamos dar informação sobre todos os assuntos relevantes para a paz. Em especial, damos a conhecer - em língua portuguesa- factos reportados noutras línguas, mas que não são reportados, ou são distorcidos na imprensa «mainstream» portuguesa. 
Estamos abertos a colaborações com indivíduos ou grupos, em Portugal e internacionais, tendo escolhido, desde o início, uma postura de respeito pelas posições de cada participante, sem tentar impor quaisquer ideologias, ou visões de partido ou de grupo. No entanto, temos posição clara a favor da paz e contra o militarismo, pelos Direitos Humanos, em todas as circunstâncias e lugares. 
Nós gostaríamos que existisse uma reunião de pessoas e organizações em Portugal, que desse corpo ao sector português da frente europeia, proposta na Declaração de Florença. Temos a certeza de que existem pessoas e de que até serão numerosas, porém estarão dispersas, ou desalentadas. Caso tenham contacto com outras entidades portuguesas, transmitam - por favor - as nossas saudações e nosso sincero e incondicional desejo de cooperar com elas.   
Estamos disponíveis para continuar a veicular as informações e análises oriundas da frente europeia contra a NATO e de todas as suas partes constituintes.
Em paz,

Dear Friends,
It is with joy and hope that we heard about and followed the Florence meeting and its successful tenure.
We are aware of several forces in the NATO countries, which are opposed to and criticize the transformation of this alliance into an aggressive agent of militarism and neo-colonial oppression. Their leaders seem to have learnt nothing from History. The mass media in the Western countries are under the control of the military-security-industrial complex, and are unable to fulfil their task of informing the public with objectivity and neutrality. Many frightening signals have surfaced in our countries lately - authoritarianism, violations of the rule of law, indifference towards court rules.
In Portugal, our country, one can witness a false unanimous pro-NATO position in newspapers and TV stations, translated in the way they have covered the 70th NATO Anniversary, revealing how under the control of dominant interests they are, even the ones of public property paid by our taxes. By contrast, we did not see in such media, any reports, articles or interviews with people dissenting from NATO's posture. 
The «Observatório da Guerra e do Militarismo» was created in January this year: we try to convey information on all subjects relevant for peace. Above all, publishing in Portuguese news reported in other languages, which are omitted or distorted by the Portuguese «mainstream» media.
We are open to cooperate in Portugal or internationally. From the beginning, we chose to respect the participant members’ points of view, without trying to impose any ideology, neither partisan nor group views. Nevertheless we have a clear position in favour of peace and against militarism, for Human Rights, in all circumstances and places. 
We would like to see people and organizations in Portugal going forward with such a front as proposed in the Declaration of Florence. We would like there to be a gathering of Portuguese people and organizations, which will bring about the Portuguese sector of the European front, as proposed in the Declaration of Florence.
 We are sure there are such people, probably many of them, but some dispersed or disheartened. If you have contact with other Portuguese groups, we ask you to please give them our warm greetings and tell them our sincere and unconditional desire to cooperate with them.   We will continue giving information and analysis from the European front against NATO, and from each of its constituencies.
In peace,
The publishing colective of «Observatório da Guerra e do Militarismo»

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Manlio

do the maths